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Política

Deputado Luiz Gonzaga anuncia emenda para impulsionar produção de café em Mâncio Lima, Acre

Emenda beneficiará produtores locais e estimulará o setor de café no município

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O presidente da Assembleia Legislativa do Acre, deputado Luiz Gonzaga, anunciou na manhã desta sexta-feira (3) uma emenda para a compra de insumos e mudas destinados a beneficiar produtores de café no município de Mâncio Lima. O anúncio ocorreu durante uma visita a uma propriedade rural localizada no Ramal dos Virgínios, pertencente ao agricultor Manoel Medeiros, um dos produtores agraciados com os insumos para impulsionar sua área de plantação de café.

Gonzaga, defensor da produção agrícola como ferramenta de desenvolvimento econômico no estado, enfatizou a importância da produção de café no Acre. Ele afirmou: “Hoje a produção de café tem crescido muito no estado graças ao investimento do governo e a produtores rurais como os de Mâncio Lima que têm coragem de trabalhar. Estamos aqui para destinar emenda para ajudar ainda mais esses trabalhadores. Nosso setor produtivo depende muito de incentivos e é por isso que buscamos recursos para ajudar quem mais precisa. O produtor ganha, mas o Estado também se beneficia porque o trabalho no campo gera emprego e renda.”

Os insumos e mudas serão fornecidos pela Secretaria de Agricultura do Estado (Seagri), graças à emenda do deputado Luiz Gonzaga. Nesta primeira etapa, 10 produtores de Mâncio Lima serão beneficiados.

O anfitrião, Manoel Medeiros, agradeceu ao deputado Gonzaga pela destinação dos recursos e destacou que o investimento na produção agrícola gera emprego para os habitantes do Acre. Ele declarou: “Essas 30 mil mudas e insumos vão beneficiar nossa comunidade, que tem dezenas de jovens desempregados. Daqui a um ano, quando começarmos a colher café, poderemos empregar mais de 60 pais de famílias. Esse investimento vai fomentar essa comunidade que vivia praticamente sem sonhos.”

A representante da Seagri na região, Adermanda Cavalcante, elogiou o compromisso do deputado Gonzaga em buscar investimentos e defender a comercialização de produtos do Acre. Ela afirmou: “O deputado Gonzaga é um amigo do homem do campo e prontamente atendeu nosso pedido de destinar emenda para atender os produtores de café. Esse investimento vai impulsionar a produção de Mâncio Lima e gerar emprego e renda.”

A visita contou com a presença do deputado Gonzaga, da secretária municipal de Agricultura de Mâncio Lima, Alana Rocha, representantes da Seagri, Marcos Pereira, Adermanda Cavalcante, Romoldo Marques, e produtores rurais.

Fonte: Assessoria

Política

CCJ adia de novo PEC que reduz maioridade penal e retoma debate nesta quarta

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara adiou nesta terça-feira, 9 de junho de 2026, a análise da PEC 32/2015, que reduz de 18 para 16 anos a maioridade penal. A discussão foi interrompida com o início da Ordem do Dia no plenário da Casa, e a retomada ficou marcada para a manhã de quarta-feira, 10 de junho. O texto está na fase de admissibilidade na CCJ, etapa que antecede a criação de uma comissão especial.

O parecer do relator, deputado Coronel Assis, é favorável à proposta. Durante a tramitação, ele retirou do texto o trecho que estendia aos jovens de 16 anos a possibilidade de casamento, celebração de contratos, obtenção de carteira de habilitação e voto obrigatório. Com isso, a discussão ficou concentrada na redução da maioridade penal e na continuidade da análise constitucional da proposta.

O tema voltou a dividir a comissão. Parlamentares contrários afirmam que a mudança não enfrenta as causas da violência e questionam a constitucionalidade da medida. Já os defensores da PEC dizem que adolescentes envolvidos em crimes graves devem ser submetidos a punições mais duras. Hoje, jovens com mais de 16 anos que cometem infrações graves podem cumprir medida socioeducativa de internação por até três anos.

A proposta ainda precisa passar pela CCJ e, se avançar, seguirá para uma comissão especial antes de eventual votação no plenário da Câmara. O novo adiamento prolonga um debate antigo no Congresso e mantém em aberto uma das discussões mais sensíveis da pauta criminal.

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Política

Sánchez vira sobre Keiko com 94% das urnas apuradas no Peru, mas resultado segue indefinido

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Roberto Sánchez assumiu nesta segunda-feira (8) a dianteira na apuração do segundo turno presidencial do Peru e abriu uma vantagem mínima sobre Keiko Fujimori, mas o resultado ainda permanece indefinido. Com cerca de 94% das urnas contabilizadas, a diferença entre os dois candidatos segue apertada, o que mantém a disputa em aberto no país.

A virada ocorreu depois de Keiko liderar nas primeiras horas da contagem. Com a entrada de votos de regiões do interior e de áreas rurais, Sánchez passou à frente e chegou a pouco mais de 50% dos votos válidos, enquanto Fujimori ficou ligeiramente abaixo desse patamar. A margem continua estreita e ainda pode oscilar com a incorporação das atas restantes.

A indefinição também se explica pelo ritmo da apuração peruana, que inclui votos do exterior e registros manuais. Por isso, a confirmação oficial do vencedor não deve ser imediata. A autoridade eleitoral trabalha com uma contagem mais demorada, e o desfecho pode levar dias.

A eleição deste ano volta a expor a divisão política no Peru. Fujimori concentrou força maior em áreas urbanas, especialmente em Lima, enquanto Sánchez avançou no interior. Quem vencer assumirá a Presidência em meio a um cenário de desgaste institucional e alta instabilidade, num país que tem trocado de comando com frequência nos últimos anos.

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Política

Entidades repudiam prisão de jornalista perseguido por Carla Zambelli

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Entidades ligadas ao jornalismo repudiaram neste domingo, 7 de junho, a decisão do Juizado Especial Criminal do Foro de Barra Funda, em São Paulo, que determinou a prisão em regime aberto do jornalista Luan Araújo por falta de pagamento de R$ 2.216,30 relativos a uma condenação por difamação em ação movida pela ex-deputada Carla Zambelli. O caso reacendeu a discussão sobre liberdade de expressão e sobre o episódio de 29 de outubro de 2022, quando Araújo foi perseguido com arma em punho pela então parlamentar nas ruas da capital paulista.

A manifestação foi assinada pela Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo e pela Comissão Nacional de Jornalistas pela Igualdade Racial da Federação Nacional dos Jornalistas. Em nota, as entidades classificaram a medida como injusta e criticaram o fato de a punição atingir o profissional que havia sido alvo da perseguição armada que teve repercussão nacional.

A ordem de prisão foi expedida pelo juiz José Fernando Steinberg. Na decisão, o magistrado converteu a pena restritiva de direitos em pena privativa de liberdade ao afirmar que o jornalista, apesar de intimado, não cumpriu a prestação pecuniária imposta no processo. Desempregado, Araújo disse não ter condições de arcar com o valor e chamou a condenação de injusta.

Em publicações nas redes sociais, Araújo afirmou estar triste com a repercussão do caso, mas acolhido pela mobilização em torno de seu nome. Ele relatou dificuldades financeiras, falta de oportunidades de trabalho e problemas psicológicos desde a condenação. Também comparou sua situação à de Zambelli, que teve o pedido de extradição negado pela Justiça italiana em 22 de maio de 2026 e passou a responder em liberdade no país europeu.

O episódio que deu origem ao caso ocorreu na véspera do segundo turno da eleição presidencial de 2022. Após um bate-boca, Zambelli sacou um revólver e perseguiu Araújo pelas ruas e dentro de uma lanchonete em São Paulo. Em agosto de 2025, o Supremo Tribunal Federal condenou a ex-deputada a cinco anos e três meses de prisão por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma.

Fonte: Agência Brasil

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