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Direto ao Ponto: Jéssica Sales e a política de oportunidades. Cruzeiro do Sul, Plano B?

Cruzeiro do Sul, Plano B? Jéssica Sales: Entre Brasília e Cruzeiro do Sul, o destino político aguarda a decisão do STF

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Nesta segunda-feira, 22, em uma transmissão ao vivo no Instagram, a ex-deputada federal Jéssica Sales, do MDB do Acre, revelou uma possível candidatura à prefeitura de Cruzeiro do Sul. No entanto, Sales impôs uma condição: sua candidatura dependerá do resultado de um julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no caso das Sobras Eleitorais.

Durante a live, um internauta questionou Sales sobre suas intenções políticas futuras. Em resposta, Sales expressou: “É Deus quem manda. Se eu não voltar agora para o parlamento, que vai ter um julgamento agora dia 8 de fevereiro… E se a gente que ficou de fora não retornar, eu vou ser candidata”. Esta declaração coloca a cidade de Cruzeiro do Sul como uma alternativa secundária, dependente do desfecho de sua situação em Brasília.

Entendendo o processo

O cenário político em questão gira em torno do julgamento marcado para 8 de fevereiro no STF, que retoma a discussão sobre a distribuição de sobras eleitorais. O processo foi temporariamente suspenso devido a um pedido de vista do ministro André Mendonça. A controvérsia central reside nas regras de quociente eleitoral e sua influência na alocação de mandatos não ocupados.

Três ações diretas de inconstitucionalidade (ADIns) contestam a fase atual da distribuição de vagas de sobras eleitorais. As ações foram apresentadas pelos partidos Rede Sustentabilidade, PSB, Podemos e PP. Estes partidos buscam a inclusão de todas as legendas que participaram das eleições nas vagas remanescentes, independentemente do atendimento ao quociente eleitoral.

Conforme a legislação eleitoral vigente, para um partido político concorrer às vagas remanescentes, é necessário alcançar pelo menos 80% do quociente eleitoral e apresentar um candidato com um mínimo de 20% dos votos nominais.

O posicionamento de Jéssica Sales levanta questionamentos sobre a prioridade de sua carreira política e o comprometimento com a cidade de Cruzeiro do Sul. Enquanto aguarda a decisão do STF, a comunidade política e os eleitores de Cruzeiro do Sul observam atentamente, ponderando as implicações dessa decisão para o futuro político.

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Entre tradição e inovação a escolha de um vice

A disputa eleitoral em Rio Branco revela contrastes entre estratégias

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Enquanto a velha boa “nova” política insiste na estratégia de uma candidatura para ter o nome lembrado e quem sabe com uma certa força para futuras eleições e que de novo mesmo só a “vontade de lacrar e privilégios”. De um lado temos, Tião Bocalom que sabe bem o que quer e até aqui faz o dever de casa certinho, “a maquina está nas ruas” – diriam especialistas, e seu vice Alysson Bestene vem apadrinhado pelo Governador Gladson Cameli. Vale só aguardar e esperar que lhe ajude e transfira votos, o que não conseguiu quando apoiou Socorro Neri em 2020.

Do outro lado, temos o MDB que se prepara para discutir quem será o vice em sua chapa. Uma questão importante fica em aberto: será que o partido está perdendo a chance de renovar suas lideranças e atrair a atenção das novas gerações?

O MDB adiou o debate sobre a escolha do vice para a chapa de Marcus Alexandre para o final de julho. Entre os nomes cotados, encontramos figuras conhecidas e respeitadas como a engenheira Yael Saraiva, a gestora Jesuíta Arruda, e a vice-prefeita de Rio Branco Marfisa Galvão, todas filiadas ao PSD e evangélicas da Assembleia de Deus. Além delas, os médicos infectologistas Jenilson Leite (PSB) e Thor Dantas também são mencionados em colunas políticas e nos corredores e salas mdbistas e aliados. Embora sejam nomes de peso e reconhecidos por suas contribuições, essa escolha pode refletir um apego a figuras tradicionais, conhecidas e ligadas a grupos.

Flaviano Melo, presidente do MDB, destacou várias vezes que a escolha do vice é prerrogativa de Marcus Alexandre, embora haja um debate prévio entre os líderes do MDB e os dirigentes dos partidos aliados. Essa estrutura de decisão, baseada em “cabeças brancas”, pode ser vista como um reflexo do conservadorismo e da resistência à inovação.

Há quem reconheça, até mesmo entre os seus adversários, que a candidatura e liderança de Marcus Alexandre transcende as linhas partidárias e oferece uma plataforma única para o MDB se conectar com as novas gerações. Jovens eleitores estão cada vez mais ávidos por mudanças e por líderes que representem suas aspirações e desafios contemporâneos. A escolha de um vice que simbolize essa renovação poderia fortalecer a campanha e proporcionar uma nova dinâmica à política local.

A insistência em nomes tradicionais pode ser vista como uma oportunidade perdida. É crucial que o MDB considere nomes que tragam frescor e inovação, que se conectem diretamente com as demandas atuais da sociedade. Essa é a chance de investir em uma nova geração de líderes, que não apenas complementem Marcus Alexandre, mas que também tragam novas ideias e abordagens para a gestão pública.

Foto capa: Projeto Arte Grafite — Foto: Assis Lima

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Entre ambições e alianças: Mailza Assis e a nova direita acreana

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Recentemente, muito tem se falado sobre a aliança entre PL, PP e União Brasil em torno do nome de Tião Bocalom para as eleições de 2026. “A fotografia que saiu da reunião dessa aliança” mostra uma união sólida, com cada partido deixando na mesa seus interesses: PP e PL teriam candidatos ao Senado, enquanto o União Brasil o desejo é para governo. Essa união, claro, é um reflexo da “humildade” da direita em tentar construir uma frente única, evitando disputas internas que poderiam enfraquecer a coalizão.

Estamos em 2024 e, antes de 2026, as eleições municipais deste ano certamente mudará completamente essa “fotografia” política: as eleições municipais. Se Tião Bocalom for reeleito prefeito de Rio Branco, ele será um nome forte tanto para o Senado quanto para o governo em 2026. Por outro lado, se a oposição vencer, Marcus Alexandre (MDB) poderá emergir como um ponto de equilíbrio que não pode ser ignorado.

No entanto, essa aparente harmonia levanta questões importantes. A vice-governadora Mailza Assis, que deverá assumir o governo para que Gladson Cameli possa tentar retornar ao Senado, parece ser um ponto de interrogação nesta equação. Mailza não é uma figura política a ser subestimada; ela conquistou seu espaço no Senado e no governo com determinação e uma clara visão de onde quer chegar. Seria natural, então, que ela fosse considerada uma candidata forte ao governo.

“Ser candidata ao governo é o que me cabe”.

Vale lembrar que Mailza Assis foi uma das principais articuladoras para a eleição e candidatura de Bocalom pelo PP; como se diz na política, ela “bancou” sua candidatura. Foi boa senadora estando presente em todos os municípios e ainda desfruta dos resultados de suas ações e emendas até hoje. Mailza tem demonstrado habilidades de liderança e perspicácia política, construindo alianças e compartilhando o protagonismo. É difícil imaginar que ela se contentaria em ficar de fora da corrida ao governo em 2026. Nesta semana, em entrevista concedida ao jornalista Luciano Tavares, Mailza declarou: “Ser candidata ao governo é o que me cabe”. Seu histórico e seu perfil indicam que ela tem muito a oferecer, e a exclusão de seu nome pode representar um risco para a coesão da aliança.

O cenário político no Acre em 2026 é desafiador. Com todos os três atuais senadores com seus mandatos a prova, há uma possibilidade concreta de mudança de 2/3 do Senado, até 100% além da renovação dos oito deputados federais. Esse contexto exige uma estratégia bem articulada e inclusiva.

A “fotografia do momento” sugere uma união, mas também uma potencial fragilidade se Mailza Assis for deixada de lado. O Acre, com sua rica história de protagonismo político, deve refletir se abrir mão dessa liderança é realmente a melhor estratégia. A política é dinâmica, e as alianças de hoje podem ser questionadas amanhã.

Em 2026, a “humildade” e a união da direita serão testadas não apenas pela capacidade de manter a coesão interna, mas também pela habilidade de incluir e valorizar todas as suas “lideranças”.

A suposta “união” da nova direita no Acre para 2026 deverá enfrentar rachaduras evidentes com a exclusão potencial de Mailza Assis, ressaltando a fragilidade e as contradições dessa aliança, que parece mais interessada em preservar seus privilégios do que verdadeiramente representar a diversidade e as necessidades do estado.

Foto: Sérgio Vale / Vale Comunicação

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Pré-candidatura de Zequinha Lima reforça união política e foco no desenvolvimento regional

União é a chave para enfrentar os desafios e alcançar o progresso

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Hoje, ao lançar sua pré-candidatura à reeleição, Zequinha Lima demonstrou que a união é a chave para enfrentar os desafios e alcançar o progresso. O evento contou com uma impressionante demonstração de apoio político, consolidando uma das maiores frentes partidárias já vistas em Cruzeiro do Sul. Este momento não é apenas um marco na campanha de Zequinha, mas também um exemplo claro do poder da união em tempos de adversidade.

Zequinha Lima, em seu discurso, foi direto ao ponto: seu primeiro mandato foi marcado por conquistas em diversas áreas, como saúde, educação, infraestrutura e agricultura. Mencionou a descentralização dos laboratórios, a implementação da telemedicina, reformas escolares, e a entrega de equipamentos agrícolas. Essas ações não são apenas promessas cumpridas, mas bases sólidas para o que está por vir. Zequinha Lima destacou que não está apenas pedindo um novo mandato; ele está apresentando um plano contínuo de desenvolvimento, fundamentado em resultados concretos e em uma visão clara de futuro.

O apoio de sete dos oito deputados federais do Acre, um senador, uma grande bancada de vereadores, governador Gladson e vice Mailza é um indicativo forte do reconhecimento de seu trabalho e da confiança em sua liderança. Esse suporte, combinado com o compromisso do governador Gladson Cameli, fortalece ainda mais a posição de Zequinha Lima e aumenta a expectativa de continuidade de projetos importantes para o município.

Zequinha Lima em seu discurso pedindo o apoio da população e destacando que, com a união de todos, muito mais pode ser feito. E, de fato, a união que se viu hoje em Cruzeiro do Sul é um sinal de que o futuro pode ser ainda mais promissor.

Da Aleac Zequinha também tem o apoio do conterrâneo e presidente Luiz Gonzaga, vice-presidente Pedro Longo, do deputado Clodoaldo e do deputado Estadual Nicolau Junior esse que é um dos responsáveis por essa grande frente, e que destacou que “Zequinha trabalhou muito por Cruzeiro do Sul, ninguém está aqui em vão.” Nicolau questionou “Eu estou aqui, sabe por quê? Porque eu quero que Cruzeiro do Sul continue a melhorar. E só vai melhorar com o Zequinha na Prefeitura.” afirmou.

Nicolau destacou que “Primeiro, o Zequinha é meu amigo. E é um cara trabalhador. Acorda cedo, todo dia está em um bairro diferente, trabalhando e vendo as necessidades da população de Cruzeiro do Sul. Ninguém nunca viu isso. Ninguém nunca viu isso na história de Cruzeiro do Sul.”

A pré-candidatura de Zequinha Lima é mais do que uma busca por reeleição; é um movimento de união e progresso. O evento de hoje foi uma demonstração clara de que, quando forças políticas se unem, o impacto positivo é potencializado. Cruzeiro do Sul está diante de uma oportunidade única de continuar avançando com um líder que tem mostrado competência e resultados. A união vista hoje deve servir de exemplo para toda a comunidade, lembrando-nos de que, juntos, são capazes de transformar desafios em oportunidades. E quem ganha é a cidade, é o povo.

Foto: Cássio Gonçalves

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