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Direto ao ponto

Mailza está com Zequinha para sua reeleição?

Entre uma agenda e outra, eleições 2024 foi pauta

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Nesta semana, a vice-governadora Mailza Assis esteve em Cruzeiro do Sul para agendas institucionais. Mas também aproveitou o momento para reafirmar seu apoio para a reeleição do prefeito Zequinha Lima neste ano. Nos bastidores, a mensagem de Mailza foi: “Prefeito Zequinha, conte sempre com a gente. Sei que nesse momento o senhor busca a continuidade do projeto e essa resposta no setor de segurança pública, é importante também para ajudá-lo”.

Em suas redes sociais, o prefeito Zequinha Lima postou um vídeo da grande reunião que teve com toda sua equipe de secretários e a equipe da vice-governadora. “Reafirmamos o compromisso de união entre estado e município, pois é trabalhando juntos que alcançaremos os melhores resultados para nossa amada população. Agradeço a visita e o apoio recebido!”, declarou.

Mailza fez questão de lembrar de que quando senadora, esteve muito presente para a eleição de Zequinha, que também é companheiro de partido, o PP, posteriormente contribuindo com a gestão através de emendas.

A vice-governadora também postou sobre o encontro em suas redes sociais, demonstrando publicamente que está totalmente inserida no diálogo, tanto na gestão como na política. “Estamos compromissados com as demandas que os comerciantes de Cruzeiro do Sul nos passaram. Hoje já solicitamos ao prefeito que reunisse toda sua equipe, para que a gente envolva todas as secretarias e órgãos municipais e junto com o governo, realizar uma ação coordenada de enfrentamento à criminalidade em Cruzeiro. Já estamos tomando as primeiras providências. Acredito que em breve estaremos mostrando os primeiros resultados!”, declarou.

Direto ao ponto

Uma pergunta: É hora de Mailza se postar como candidata a governadora?

Política, liderança e escolhas

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A sabedoria popular destaca que a política não se constrói apenas com ideias e aspirações individuais, mas sim por meio de liderança, diálogo e, como expresso de maneira folclórica, “ajuntando, feito bicho de ruma, não é rastando pra fora.” Nesse contexto, é questionado por alguns o que faz a vice-governadora, Mailza Assis, para ser governadora de todos, ou da maioria?


Qual a necessidade de Mailza Assis considerar a possibilidade de tornar-se governadora, quando já ocupa tal posição? O próprio Gladson Cameli expressou publicamente a harmonia ao tê-la ao seu lado, sinalizando um ambiente propício para a colaboração e cooperação.
”Política não se constrói com meras concepções do que se acredita possuir.” Ela se forja por meio de liderança, diálogo e a utilização efetiva dos recursos disponíveis. Nesse sentido parece que o ambiente no governo do Gladson Cameli, segue bem.

Compreender que a política não depende apenas do poder e da imposição, mas sim da atenção e do cuidado com os interesses coletivos, é crucial. A distinção entre “velha” e “nova” política, frequentemente mencionada, pode ser vista como principalmente uma questão de palavras, já que a eficácia política está centrada na representação e na participação ativa.

A “nova” política, frequentemente associada à publicidade, acaba sendo mais uma etiqueta do que algo concreto. O verdadeiro ponto de virada está no que acontece após a conquista do poder, não nas promessas de campanha. Candidatos que usam discursos da “velha” política dificilmente adotarão práticas substancialmente diferentes quando estão no poder. Fácil encontrar exemplos em assembleias, prefeituras e ou governos.

A busca por mudanças reais exige uma compreensão clara de que, independentemente dos rótulos usados, a essência da política está na participação, representação e tomada de decisões conjunta. Rotular a política como “nova”, “velha”, “azul” ou “vermelha” torna-se menos relevante quando confrontado com o cerne do processo político.

Como já foi sabiamente expresso, “Se realmente quiser mudar alguma coisa, você é que deve entrar de vez na política e participar dela.” A responsabilidade recai sobre cada um de nós, independentemente de afiliações partidárias ou retóricas de campanha, para moldar ativamente o futuro político e, consequentemente, o destino coletivo.

Mas se algo é certo, Mailza Assis, tem pouco tempo para decidir o seu futuro político. E que parece promissor, parece. Se será, não faço ideia.

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Direto ao ponto

Projeto inédito de concessão da BR-364 em Rondônia é Encaminhado ao TCU

Desenvolvimento, desafios e potencial exportador do Acre na Rota do Arco Norte

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Em uma iniciativa inovadora, o Ministério dos Transportes enviou ao Tribunal de Contas da União (TCU) o plano de outorga para concessão da BR-364/RO, estabelecendo um marco histórico para a infraestrutura rodoviária em Rondônia. A rodovia, que conecta Porto Velho a Vilhena, desempenha um papel crucial no corredor logístico do Arco Norte, favorecendo o escoamento de exportações.

Com uma extensão de 729 quilômetros, a BR-364/RO é a rota principal para o transporte de grãos, especialmente soja, milho e farelo de soja, entre o oeste de Mato Grosso, Rondônia e Acre. A previsão para 2024 é que o fluxo de grãos atinja aproximadamente 12 milhões de toneladas, destacando a importância estratégica da concessão.

O Ministro dos Transportes, Renan Filho, ressalta a relevância do projeto, que envolve investimentos expressivos. “Com a concessão, estamos falando de quase R$ 7 bilhões em obras, incluindo 113 quilômetros de duplicação, e mais R$ 4 bilhões em serviços operacionais. Isso trará não apenas segurança, mas também desenvolvimento para a região”, afirmou o ministro, mantendo a expectativa de levar o projeto a leilão no segundo semestre, após a análise do TCU.

Potencial Exportador do Acre: Preparando-se para Novos Desafios

O Acre, buscando ampliar suas opções de exportação, investe na produção de grãos como soja e milho, além de café, castanha, açaí e, potencialmente, na exportação de carnes bovina, suína e de aves. A BR-364/RO desempenha um papel crucial nesse cenário, sendo essencial para o estado se adaptar às novas oportunidades e desafios.

No entanto, o Acre enfrenta diversos desafios, incluindo questões políticas relacionadas a incentivos, a necessidade de manutenção das estradas, tanto na BR-364 quanto nas estradas estaduais, e desafios tecnológicos. Um exemplo disso é a falta de preparo total para a nova realidade logística, com a ausência de tecnologias como balanças dinâmicas, pesagem em movimento e monitoramento de tráfego. Essas lacunas precisam ser abordadas para assegurar que o estado esteja devidamente equipado para lidar com o aumento do fluxo logístico e tirar o máximo proveito das oportunidades de desenvolvimento econômico.

A modernização da infraestrutura e a adoção de tecnologias avançadas são fundamentais para o Acre alinhar-se com a crescente demanda, especialmente considerando a rota do Pacífico e as perspectivas de expansão econômica para a região. As atuais limitações tecnológicas ressaltam a necessidade de investimentos e parcerias estratégicas para impulsionar o estado em direção a um futuro mais próspero e conectado.

Foto BR 364 : Sérgio Vale/Vale Comunicação

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Direto ao Ponto: O Caminho incerto do Bolsonarismo em Rio Branco

Quem está realmente alinhado com Bolsonaro nas eleições municipais?

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Em uma análise do cenário político em Rio Branco, observa-se divergência entre as figuras proeminentes do Bolsonarismo na região. Roberto Duarte, deputado federal pelo partido REPUBLICANOS, expressou posição distinta em relação a seus colegas ideológicos, destacando que sua sigla ainda não definiu apoio a Tião Bocalom ou a qualquer outro candidato para a prefeitura da capital acreana. Essa informação foi divulgada pelo Blog do Crica, enfatizando a independência do REPUBLICANOS na tomada de decisões eleitorais.

A divergência se estende além de Duarte, com outros representantes do Bolsonarismo no Acre, como Márcio Bittar, Coronel Ulysses e Alan Rick, apresentando pouca coesão. Enquanto Alan Rick declara apoio a Alysson Bestene, do PP, somente Márcio Bittar (UB) parece estar alinhado com a candidatura de Bocalom, inclusive promovendo sua filiação ao PL, partido liderado por João Paulo Bittar e afiliado ao presidente Bolsonaro.

A situação levanta dúvidas sobre a estratégia e coesão do Bolsonarismo na região, se é que existe uma estratégia clara. Roberto Duarte, ao articular a posição do REPUBLICANOS, destaca a importância de evitar um papel secundário nas alianças políticas. Ele mantém em aberto a possibilidade de lançar sua própria candidatura à prefeitura de Rio Branco, evidenciando uma abordagem estratégica para assegurar o protagonismo do partido no processo eleitoral. Essa postura inclui a consideração de indicar um vice na chapa de outra sigla ou apresentar um candidato próprio.

O posicionamento do REPUBLICANOS, conforme expresso por Duarte, destaca a autonomia do partido e sua busca por uma aliança que reconheça sua influência e recursos eleitorais. A interação com candidatos de outras siglas, excetuando-se o MDB por sua aliança com o PT, indica uma abordagem pragmática na formação de coligações, priorizando compatibilidade ideológica e estratégica.

Quem vai com o Bolsonarismo em Rio Branco?

A incerteza e a fragmentação no espectro político bolsonarista em Rio Branco, levantam questionamentos sobre quem está alinhado com o Bolsonarismo. Essa dinâmica reflete desafios na formação de uma frente unificada nas eleições municipais. Vale ressaltar uma certeza: embora todos compartilhem as ideias do “bolsonarismo”, até o momento, o único que parece contar com apoio direto de Bolsonaro é Tião Bocalom.

Foto: Sérgio Vale

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