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Dirigentes de cooperativas agradecem parceria com a ABDI

Parceria entre cooperativas e ABDI impulsiona desenvolvimento econômico no Vale do Juruá, reconhecem dirigentes do Sistema OCB do Acre.

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Em visita a sede da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), nesta segunda-feira, 13, em Brasília, dirigentes de cooperativas ligadas ao Sistema OCB, agradeceram a diretora da instituição, Perpétua Almeida, pela parceria firmada com o setor cooperativista do Acre, que já rende bons frutos.

A ABDI é parceira da Cooperativa dos Cafeicultores do Vale do Juruá (Coopercafé), no projeto do Complexo Industrial do Café, em Mâncio Lima, iniciado dia 27 de janeiro deste ano, que já está com as obras avançadas. A construção foi dividida em três etapas e já recebeu mais de R$ 6 milhões em investimentos da ABDI a partir do empenho da ex-deputada federal Perpétua Almeida, diretora da ABDI no governo do presidente Lula. A primeira etapa se destinou a construção do galpão de 1.000m², já erguido, a segunda etapa, contempla a instalação de equipamentos para a usina de beneficiamento do café, com investimento de R$ 3,5 milhões, cujos recursos foram aportados pela ABDI, e a última fase contemplará a construção de uma Usina Solar Fotovoltaica, com investimento de R$ 740 mil, que será feito pela Coopercafé.

Presidente Valdemiro Rocha, do Sistema OCB do Acre, elogia e agradece a parceria entre cooperativas e ABDI, impulsionando o desenvolvimento no Vale do Juruá

Cultura do café movimenta a economia no Vale do Juruá

A Coopercafé foi fundada em 2021, atualmente a cooperativa tem 110 cooperados e já tem 1 milhão e 800 mil pés de café plantados, em 549 hectare de terra. A previsão de colheita do café em 2025 é de 43 mil sacas de 60 quilos, que serão beneficiadas na indústria, o que deve movimentar mais de 30 milhões de reais na economia local no próximo ano.

Dirigentes cooperativistas do Acre agradecem parceria com a ABDI em prol do desenvolvimento industrial e econômico da região do Vale do Juruá. Foto: Sérgio Vale

Participaram o presidente do Sistema OCB do Acre, Valdemiro Rocha, vice-reitor da Universidade Federal do Acre, Josimar Batista, o deputado estadual e membro da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo (Frencoop), Edvaldo Magalhães, o presidente da Coopercafé, Jonas Lima, secretário-geral e diretor do Ramo Agropecuário da OCB, e presidente da Cooperbeff, Edilson Araújo, diretora do Ramo da Agricultura Familiar da OCB, Fátima Maciel, superintendente do Sistema OCB e diretor do Ramo Transporte, Emerson Gomes, diretor do Ramo Trabalho, Aloísio Inácio, diretor do Ramo Produção e presidente da Coopermoveis, Jorge Melo, presidente da Coopervel, Raimundo Oliveira, presidente e diretora Financeira da Cooperparquet, Joelma Brasil, Gabriela Ramos.

Texto: Andréia Oliveira Fotos: Sérgio Vale vc

Rio Branco

Prefeito Alysson Bestene visita Ramal Menino Jesus e anuncia levantamento para atender 400 famílias no Taquari

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O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, esteve nesta quinta-feira, 14 de maio de 2026, no Ramal Menino Jesus, na região do Taquari, para acompanhar de perto as demandas de cerca de 400 famílias que vivem sem serviços básicos, como pavimentação, drenagem, iluminação pública e saneamento. Durante a visita, a prefeitura fez um levantamento técnico para definir as intervenções e iniciar a execução das melhorias.

A gestão municipal prevê serviços de pavimentação e drenagem, além de ações para ampliar a iluminação e atender necessidades de saneamento na localidade, uma cobrança antiga dos moradores. “Rio Branco cresceu bastante de forma desordenada e tem muitos problemas. A gente tem buscado acompanhar com a nossa equipe, com sensibilidade de chegar nas comunidades. Nem tudo é possível fazer de imediato, mas temos priorizado situações como pavimentação e infraestrutura, com responsabilidade”, disse Bestene. O prefeito afirmou que as ações são realizadas com recursos próprios e integram a continuidade de trabalhos iniciados na gestão do ex-prefeito Tião Bocalom.

Morador do ramal, Danilo Diniz relatou que as dificuldades afetam a rotina de quem depende da via para estudar e trabalhar. “A falta de infraestrutura prejudica principalmente alunos, trabalhadores, usuários do transporte público, motociclistas e motoristas que precisam sair cedo de casa e enfrentam dificuldades para se deslocar pela região”, afirmou. Ele também cobrou solução para problemas antigos de tubulação e disse que a visita do prefeito trouxe expectativa de avanço. “É uma reivindicação antiga. É importante ver o prefeito presente, atendendo as reivindicações. Nós temos uma deficiência antiga de tubulação. Agora, com Alysson Bestene, ele veio, deu a palavra e se comprometeu. A comunidade só tem a agradecer”, completou.

O secretário municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Cid Ferreira, afirmou que o trabalho depende de planejamento técnico e orçamento e que o levantamento feito no Ramal Menino Jesus serve como base para organizar as etapas da intervenção. “Quando há mapeamento e planejamento, tudo vem de forma conectada, inclusive com o orçamento. Hoje viemos tratar de uma questão de drenagem aqui na comunidade, onde mais de 400 famílias enfrentam dificuldades, inclusive com a ausência de fornecimento de água potável”, disse. Segundo ele, a Secretaria de Infraestrutura e Mobilidade Urbana deve atuar em parceria com a Empresa Municipal de Urbanização de Rio Branco (Emurb) na execução de drenagem e escoamento de água, além de outras melhorias previstas.

A visita faz parte da agenda da prefeitura de intensificar a presença em bairros e ramais da capital, com foco em áreas que concentram maior demanda por infraestrutura e serviços essenciais.

Foto: Secom

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Economia e Empreender

Artesãos do Acre levam biojoias, arte indígena e marchetaria ao 22º Salão do Artesanato em São Paulo

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Dez artesãos acreanos começaram nesta quinta-feira, 14 de maio de 2026, a representar o Acre no 22º Salão do Artesanato Raízes Brasileiras, em São Paulo, em uma participação organizada com apoio do governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Turismo e Empreendedorismo (Sete), e da coordenação estadual do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB). A feira segue até domingo, 17, no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, na capital paulista, com peças de madeira, biojoias, arte indígena, cestaria e outros produtos expostos em estande do Estado.

A coordenadora estadual do artesanato acreano, Risoleta Queiroz, disse que a participação na feira amplia a visibilidade das tradições do Estado e relatou movimento constante no estande. “Nosso estande está sendo muito visitado, as vendas estão superando as expectativas. É uma oportunidade que os artesãos têm de participar dessa feira, que é uma das maiores do artesanato, e todos os anos, o Acre participa com dez artesãos, selecionados via edital pelo governo do Acre. E estamos aqui para mostrar nosso artesanato, nossa cultura, nossos produtos, para que os visitantes saiam satisfeitos”, afirmou.

Entre os expositores do estande do Acre estão Antônio Kléder Bezerra, Maria do Socorro Ferreira, Márcia Silva de Lima, Maria Barroso Moreira, Francisco Ramalho Rodrigues e Edina Carlos Brandão Shanenawa, além de Maria do Socorro Silva Tavares, Maria Eneide Brozzo de Azevedo, Maria José de Menezes e a Associação dos Artesãos do Vale do Juruá (Assavaj). Artesão há mais de 20 anos, Antônio Kléder afirmou que a presença no evento ocorre em parceria com o PAB: “Viemos aqui representar o Acre com a ajuda do governo do estado, participando de um estande do estado, onde o PAB é o nosso grande parceiro em nível nacional”.

Além do grupo selecionado para o estande, o Acre também aparece no espaço Top 100 do Sebrae com o artesão Maqueson Pereira, que atua com marchetaria, e José Rodrigues de Araújo, conhecido como Dr. da Borracha.

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Direito do Consumidor

Anvisa adia para 15 de maio análise de recurso da Ypê contra suspensão de produtos

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A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou nesta quarta-feira, 13 de maio de 2026, a análise do recurso apresentado pela Química Amparo, responsável pela marca Ypê, contra a suspensão da fabricação, venda e uso de produtos da empresa, após fiscalização apontar irregularidades e identificar contaminação bacteriana em lotes.

A retirada do item da pauta foi anunciada na abertura da 8ª Reunião Ordinária pelo diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle. A agência marcou nova data para votar o recurso na próxima sexta-feira, 15 de maio. Safatle disse que Anvisa e empresa vêm realizando reuniões técnicas voltadas à mitigação dos riscos sanitários e afirmou que a expectativa é que a companhia apresente nesta quinta-feira, 14, medidas para corrigir as irregularidades encontradas na fábrica.

Segundo o presidente da agência, uma fiscalização realizada em abril, com participação do Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo e da Vigilância Municipal de Amparo, identificou 76 irregularidades na unidade. Entre os achados, houve presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em mais de 100 lotes. Ele manteve o alerta para que consumidores não utilizem produtos com lotes terminados em 1 por causa do risco de contaminação. “Reiteramos a recomendação de não utilização dos produtos listados na Resolução 1.834/2026 e de buscar o serviço de atendimento da empresa”, afirmou.

Em nota, a Ypê afirmou que segue em colaboração com a Anvisa para uma “solução definitiva” relacionada à suspensão da venda, comercialização e uso de lava-roupas líquido, lava-louças líquido e desinfetantes com lotes de fabricação final 1, nos termos da RE 1.834/2026. A empresa informou que representantes se reuniram na véspera com diretores da agência e apresentaram atualização do plano de ação, com evolução do processo fabril, além de laudos técnicos de microbiologia e análise de risco ao consumidor. A companhia disse ainda que solicitou a manutenção da suspensão até a conclusão de todas as medidas.

O caso começou em 7 de maio, quando a Anvisa suspendeu a fabricação, comercialização e distribuição de lotes de produtos da marca com numeração final 1, incluindo itens de limpeza como detergentes, sabões líquidos para roupas e desinfetantes. A agência apontou descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, com falhas em sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade. Um dos principais problemas envolve a Pseudomonas aeruginosa, bactéria resistente a antibióticos e associada a infecções que podem ser graves em pessoas imunocomprometidas.

A empresa recorreu, e os efeitos da decisão ficaram suspensos, com liberação formal para fabricar e comercializar novamente, mas a Ypê informou que ainda não retomou a produção. A Anvisa comunicou que a fábrica de Amparo intensificou o trabalho para atender a 239 ações corretivas listadas pela empresa, considerando também inspeções feitas em 2024 e 2025. Participaram da reunião mais recente, segundo a agência, o diretor-presidente Leandro Safatle, o diretor Daniel Pereira, o presidente da Ypê, Waldir Beira Júnior, e o COO Jorge Eduardo Beira.

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