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Cultura

Espetáculo “Usuários”, da Fluxo Cia de Dança traz reflexões sobre mundo digital

“É um experimento que fará o público refletir e repensar suas próprias ações no mundo virtual.”

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A Fluxo Cia de Dança apresenta, nos próximos dias 4, 5, 11 e 12 de novembro, no Teatro de Arena do Sesc, às 19 horas, o espetáculo Usuários. A ideia do grupo é abordar uma série de temas relevantes para a sociedade atual, desde o cyberbullying até a busca pelo corpo perfeito, passando pelo descontrole por likes e seguidores, e o impacto das fake news. Os ingressos já estão disponíveis e podem ser adquiridos antecipadamente do perfil oficial no Instagram da Fluxo Cia de Dança, @fluxociadedanca, por R$ 15 (meia) e R$ 30 (inteira); na bilheteria, o valor é de R$ 20 (meia) e R$ 40 (inteira).

Esta produção também mergulha nos desafios de uma sociedade pós-pandemia da Covid-19, onde o uso exacerbado de celulares e redes sociais desencadeou reflexos profundos na vida das pessoas. Além disso, este é o terceiro projeto da companhia, que busca unir dança e teatro para contar uma história envolvente e provocadora.

“Usuários” apresenta seis personagens imersos nessa nova realidade digital e procura evidenciar como a prática do mundo virtual influencia suas vidas, tanto dentro quanto fora das redes sociais.

De acordo com o diretor da Cia Fluxo de Dança, Dheyvison Bruno, o objetivo principal do espetáculo é criar consciência entre os espectadores sobre os riscos do uso desenfreado das redes sociais. Os malefícios são variados, indo desde questões comportamentais até conflitos de interação social.

“É um experimento que fará o público refletir e repensar suas próprias ações no mundo virtual. Estamos ensaiando desde maio deste ano, após a conclusão do espetáculo ‘Eros’, que marcou nosso retorno aos palcos”, destaca Dheyvison Bruno.

Inovação no formato e na narrativa

“Usuários” traz inovação tanto no formato quanto na narrativa. Diferentemente de projetos anteriores, dessa vez o elenco teve um papel mais ativo na criação das coreografias e na expressão das emoções de seus personagens. Cada bailarino se tornou um intérprete-criador, contribuindo para uma experiência única e impactante.

Thiago Silva, que interpreta o personagem Max, compartilha a empolgação de trabalhar nesse ambiente desafiador: “O diretor nos desafiou a explorar novas camadas de atuação, o que para mim representou um desafio constante: encontrar o equilíbrio entre a dança e a interpretação necessária para transmitir a história desse espetáculo.”

Além disso, a Fluxo Cia de Dança demonstra um compromisso com a sustentabilidade, utilizando adereços cênicos feitos com sucata tecnológica, uma combinação inspiradora de tecnologia e consciência ambiental. “A utilização de peças de computador e outros recursos reciclados não apenas acrescenta elementos visuais únicos, mas também demonstra um compromisso com o meio ambiente”, destaca Geovane, produtor e aderecista do espetáculo. Esta abordagem artística reflete a interseção entre a inovação digital e a consciência ambiental, ampliando a mensagem do espetáculo para uma reflexão mais profunda sobre nosso relacionamento com a tecnologia e o planeta.

“Usuários” promete ser um evento impactante que nos convida a pensar sobre nossas próprias ações no mundo digital e a repensar nosso papel nesse novo cenário pós-pandemia. A combinação de dança, teatro e consciência social torna esta produção um acontecimento imperdível para quem busca uma experiência única e reflexiva.

Anne Nascimento / assessoria

Cultura

Pesquisa aponta que 42% dos brasileiros querem mais acesso gratuito à cultura

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Ampliar a oferta de atividades culturais gratuitas é a principal reivindicação dos brasileiros para os próximos governantes. A demanda foi apontada por 42% dos entrevistados na 7ª edição da pesquisa Hábitos Culturais, divulgada nesta quarta-feira (14). O levantamento mostra que o preço dos ingressos, as despesas com transporte e a falta de espaços culturais ainda dificultam o acesso da população a shows, cinemas, teatros e exposições.

A pesquisa, realizada pelo Observatório da Fundação Itaú, com apoio técnico do Datafolha, revela diferenças no acesso à cultura entre as classes sociais. Enquanto 63% dos brasileiros das classes A e B foram ao cinema nos últimos 12 meses, apenas 18% das classes D e E tiveram a mesma oportunidade.

O custo é a principal barreira para a participação em atividades culturais presenciais, citado por 35% dos entrevistados. Entre aqueles que declararam despesas com cultura, 46% gastam até R$ 100 por mês. A falta de equipamentos culturais também limita o acesso: 33% afirmaram não contar com esses espaços na região onde moram.

Além da gratuidade, 32% dos participantes defendem a construção de novos museus, teatros, cinemas e outros equipamentos públicos. Outros 28% pedem reformas e modernização dos espaços existentes, enquanto 26% consideram prioritário ampliar o financiamento à produção cultural independente.

O levantamento também mostra que 22% dos brasileiros querem mais apoio às iniciativas culturais desenvolvidas em favelas, periferias e comunidades tradicionais. A valorização e a formação de artistas e profissionais da cultura foram mencionadas por 21%.

A segurança pública aparece como outro obstáculo. Para 30% dos entrevistados, a violência desestimula a participação em eventos culturais. O medo de assaltos e furtos nas proximidades dos locais das apresentações foi citado por 47%, enquanto 43% mencionaram a falta de policiamento.

Entre as mulheres, 38% manifestaram preocupação com situações de violência ou assédio nos espaços culturais. O percentual representa mais que o dobro dos 14% registrados entre os homens.

Apesar de o acesso à cultura ser um direito assegurado pela Constituição Federal, 32% dos participantes disseram desconhecer essa garantia. Outros 27% afirmaram não saber o que significa ter direito à cultura.

A coordenadora do Observatório da Fundação Itaú, Ana Maria Cardoso, explica que as desigualdades de acesso não significam falta de interesse das populações de menor renda. Segundo ela, questões econômicas, sociais e educacionais interferem diretamente nas oportunidades de participação.

A pesquisa ouviu 2.448 pessoas, com idades entre 16 e 65 anos, em 137 municípios brasileiros. As entrevistas foram realizadas presencialmente entre os dias 7 e 20 de julho de 2026.

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Cultura

Samba do Liguth recebe Zé Roberto, do Quintal do Pagodinho, em show especial em Rio Branco

Evento acontece no dia 17 de outubro, no Bar da Piscina da AABB, com repertório que reúne sucessos do samba brasileiro

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O projeto Samba do Liguth realiza, no próximo sábado, 17 de outubro, uma edição especial em Rio Branco, com a participação do cantor e compositor Zé Roberto, integrante do Quintal do Pagodinho, do Rio de Janeiro. O encontro será realizado no Bar da Piscina da AABB e reunirá músicos e público em uma roda de samba dedicada aos clássicos do gênero.

A apresentação terá um repertório que percorre diferentes gerações e estilos do samba, com músicas que fazem parte da história da música popular brasileira. A proposta é manter o formato tradicional das rodas de samba, marcado pela proximidade entre músicos e público.

A principal atração convidada será Zé Roberto, compositor com trajetória no samba carioca e autor de canções gravadas por nomes como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e Beth Carvalho. Sua participação integra a programação preparada por Anderson Liguth, responsável pelo projeto.

O show também marca o retorno do Samba do Liguth após dez meses sem realizar uma edição especial. Para Anderson, o reencontro com o público será uma oportunidade de celebrar a música e reunir os frequentadores do projeto.

“Minha expectativa é das melhores possíveis. Após dez meses, estamos apresentando essa edição especial para matarmos a saudade, celebrando com muito samba e alegria. O público pode ter a certeza de que será um momento muito especial”, afirmou Liguth.

A programação será realizada no Bar da Piscina da AABB, localizado na Estrada Dias Martins, nº 174, bairro Estação Experimental, em Rio Branco.

Os ingressos do primeiro lote estão anunciados por R$ 40, com opção de ingresso duplo por R$ 60. O lote promocional anterior está esgotado.

Informações e vendas podem ser obtidas pelos telefones (68) 99985-9838 e (68) 99944-6092.

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Cultura

Rio Branco terá oficina gratuita de carimbos artesanais com inscrições abertas

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Crianças e adultos poderão participar de uma oficina gratuita de confecção de carimbos artesanais no próximo dia 24 de outubro, em Rio Branco. A atividade será realizada pela Casinha Ocupação Cultural, das 9h às 12h, com 20 vagas disponíveis. As inscrições continuam abertas.

Ministrada pela artista Rosilene Nobre, a oficina “Marcas da Natureza: Confecção de Carimbos Artesanais” ensinará técnicas de impressão e criação de carimbos a partir de materiais acessíveis, como folhas, barbante, massinha e EVA.

Durante o encontro, os participantes poderão experimentar diferentes formas de produzir estampas, utilizando elementos naturais, rolinhos de barbante e materiais com texturas variadas. A proposta é apresentar técnicas que possam ser reproduzidas em casa.

Os interessados devem realizar a inscrição pelo telefone (68) 99209-9383. A participação é gratuita, mas as vagas são limitadas.

A atividade integra a programação de outubro da Casinha Ocupação Cultural, espaço que atua há mais de 11 anos em Rio Branco com iniciativas de formação artística e cultural.

Além da oficina de carimbos, a programação do mês inclui atividades de crochê, tecelagem com miçangas e costura em papel, também oferecidas gratuitamente à comunidade.

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