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Cultura

Fluxo Cia de Artes apresenta “Cine Fluxo – Uma Aventura no Cinema”

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Imagine se o filme Meu Malvado Favorito fosse demonstrado em sapateado? Ou, quem sabe, uma versão do longa O Menino do Pijama Listrado em dança contemporânea? Pois foi esta a intenção que fez com que o bailarino, coreógrafo e diretor da Fluxo Cia de Artes, Dheyvison Bruno, idealizasse o espetáculo “Cine Fluxo – Uma Aventura no Cinema”. O evento ocorre às 19h30 e os ingressos antecipados já estão à venda pelo telefone (68)99904-5453 (Dheyvison Bruno) ou diretamente pelo perfil do grupo no Instagram, @fluxociadeartes.

Ainda segundo o diretor, a ideia surgiu durante a pandemia, quando acrescentou mais um hábito à já antiga paixão pela dança. “E foi agora que surgiu a ideia de juntar duas coisas que gosto muito – o cinema e a música – em um único espaço, em que pudéssemos imaginar como seriam alguns filmes em forma de dança”, explicou

Além dos já citados, o espetáculo conta com clássicos, como Mágico de Oz, Burlesque e Cantando na Chuva, além de filmes que são quase que inimagináveis para a dança, como Velozes e Furiosos e Piratas do Caribe.

Conforme explicado por Dheyvison Bruno, a apresentação abrangerá uma variedade de estilos de dança, incluindo ballet clássico, jazz funk, dança contemporânea, dança do ventre, sapateado, dança de salão, entre outros. Uma das novidades deste evento é a estreia dos alunos que frequentam as aulas na Fluxo, conforme destacado por Bruno. Por meio do projeto “Dançando com a Fluxo”, a companhia oferece aulas aos domingos para entusiastas da dança e para a comunidade em geral no Centro Cultural Thaumaturgo Filho, localizado no Manoel Julião.

“É incrível testemunhar a evolução e os desafios enfrentados pela Fluxo a cada ano. Anteriormente éramos apenas artistas do Acre nos unindo para realizar trabalhos artísticos. Agora, temos aproximadamente 50 alunos mergulhando nesse mundo que tanto amamos. Sem dúvida, este evento será um marco na vida deles”, enfatiza o diretor.

Lyvia Santos, aluna da Fluxo Cia de Danças do Centro Cultural Thaumaturgo Filho, disse estar muito empolgada com o espetáculo. “Fazer parte das aulas aos domingos já é uma experiência enriquecedora, e ter a oportunidade de contribuir para este evento é emocionante. Confesso que estou ansiosa, cheia de expectativa para estes dias e aprender com esta experiência. Mal posso esperar para ver como tudo se desenrola e contribuir da melhor forma possível”, reiterou.

Já Elias Silva, integrante da Cia Fluxo de 25 anos, falou sobre o que é mais desafiador no espetáculo. “Para mim, o mais desafiador é o ballet, pois sou de Xapuri, e lá a gente não tem tantos estilos variados de aulas de dança. Então, poder fazer aula de balé e sapateado pra mim tá sendo importantíssimo na minha formação como profissional, pessoal também. Eu tenho muito a agradecer a Cia Fluxo por estar proporcionando essa oportunidade de fazer aulas nessas modalidades, que eu sempre admirei muito, mas pra mim era uma realidade muito distante”, afirmou.

Além disso, a III Mostra de Dança será ainda mais inclusiva, conforme destaca Dheyvison Bruno, com a participação de outros grupos. O evento contará com apresentações do Ballet Lia Carvalho, Ballet Sesi Acre, Studio de Dança Bellart, Studio Dança do Ventre By Júlia Arantes, Escola No Compasso, Cheerleaders Fúria e Grupo Rebellion, destacando a diversidade e riqueza da dança em Rio Branco.

Assessoria

Cultura

Jabuti Acadêmico 2026 divulga 135 finalistas

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A Câmara Brasileira do Livro divulgou, em 27 de julho, os 135 finalistas do 3º Prêmio Jabuti Acadêmico. Os vencedores das 27 categorias serão conhecidos em 11 de agosto, durante cerimônia no Teatro Sérgio Cardoso, na região central de São Paulo. A premiação reconhece livros acadêmicos, científicos, técnicos, profissionais e didáticos publicados no Brasil.

A edição de 2026 recebeu 2.085 inscrições. Cada categoria reúne cinco obras finalistas, escolhidas por júris formados por especialistas. Os livros concorrentes foram publicados entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2025 e passaram por uma etapa anterior que selecionou dez semifinalistas em cada área.

O eixo Ciência e Cultura concentra 24 categorias, que abrangem campos como administração, antropologia, arquitetura, artes, astronomia, ciência da computação, direito, economia, educação, engenharias, filosofia, história, medicina, psicologia e letras. O prêmio também possui três categorias especiais: Divulgação Científica, Ilustração e Infografia e Tradução.

Entre os concorrentes estão “Crentes: Pequeno Manual sobre um Grande Fenômeno”, de Guilherme Damasceno, Juliano Spyer e Raphael Khalil, na categoria Ciências da Religião e Teologia, e “A Loteria do Nascimento: Filha do Porteiro Termina Universidade, mas Não Alcança Filho do Rico”, de Fillipi Nascimento e Michael França, na área de Economia.

A categoria Economia também reúne “Bolsas de Estudo e Evasão: Avaliação de Impacto Ex-ante”, de Laura Almeida Ramos de Abreu, Laura Müller Machado, Ricardo Paes de Barros e Samuel Franco. Em Psicologia e Psicanálise, Vera Iaconelli concorre com “Análise”.

Nos prêmios especiais, Marcelo Leite disputa Divulgação Científica com “A Ciência Encantada de Jurema: Como uma Raiz da Caatinga Uniu Indígenas e Africanos na Resistência Anticolonial e Hoje Inspira Pesquisas Psicodélicas”. A seleção também reúne trabalhos sobre cotas no ensino superior, inteligência artificial, mudanças climáticas, saúde digital, povos indígenas, Amazônia, democracia e desigualdade social.

O autor ou os autores da obra vencedora em cada categoria receberão a estatueta do Jabuti Acadêmico e R$ 5 mil. As editoras responsáveis pelos livros premiados também ganharão um troféu. A cerimônia poderá ser acompanhada pela transmissão da Câmara Brasileira do Livro no YouTube.

A terceira edição também homenageará o físico, professor e pesquisador José Goldemberg como Personalidade Acadêmica de 2026. Criado em 2024, o Jabuti Acadêmico é realizado com apoio da Academia Brasileira de Ciências, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

Fonte e foto: Agência Brasil

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Acre

FEM seleciona 68 atrações locais para palcos alternativos da Expoacre 2026

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O governo do Acre abriu nesta quarta-feira (29), por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), as inscrições para músicos, bandas, DJs e grupos de dança interessados em participar da programação da Expoacre 2026, em Rio Branco. A seleção prevê 68 apresentações nos palcos Culturarte e Sertanejo durante a feira, que será realizada de 1º a 9 de agosto, no Parque de Exposições Wildy Viana.

As inscrições terminam às 16h desta quinta-feira (30). Os artistas devem preencher a ficha correspondente ao palco escolhido e enviar a documentação para o e-mail expoacrealternativo2026@gmail.com. Também é possível fazer a entrega presencialmente na sede da FEM, localizada no Museu dos Povos Acreanos, na Avenida Epaminondas Jácome, no Centro da capital.

No palco Culturarte, a seleção reúne apresentações de DJs, artistas de voz e instrumento, grupos, bandas acústicas e companhias de dança. A programação abrange estilos como MPB, samba, axé, rock, pop, jazz, fitdance, street dance, hip-hop e forró.

O palco Sertanejo receberá DJs, apresentações de voz e instrumento, grupos e bandas ligados ao country, sertanejo, forró e suas vertentes. Os formulários de inscrição são diferentes para cada espaço e devem ser preenchidos conforme a categoria pretendida.

Entre os dados exigidos estão nome completo, nome artístico, telefone com WhatsApp, CPF ou CNPJ e descrição da experiência profissional. Os candidatos também precisam anexar portfólio com fotos, músicas, vídeos ou outros materiais que comprovem a atuação artística.

A FEM informou que não fornecerá alimentação nem estacionamento aos artistas e às equipes. Os dias, horários e valores das apresentações serão definidos em reunião com a comissão organizadora da Expoacre, prevista para sexta-feira (31).

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Cultura

Encontro Criativo debate renda, inclusão e políticas culturais no Acre

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O Encontro Criativo – Economia da Cultura e Práticas Afirmativas no Território Acreano reuniu artistas, artesãos, lideranças indígenas, mestres tradicionais e gestores no Cine Teatro Recreio, em Rio Branco. A programação, promovida pelo Comitê de Cultura do Acre, discutiu caminhos para ampliar a geração de renda, a inclusão e o acesso a recursos destinados ao setor cultural.

As atividades foram divididas em três painéis, com debates sobre empreendedorismo indígena, acessibilidade, representatividade, pertencimento e financiamento de projetos. A coordenadora do escritório do Ministério da Cultura no Acre, Camila Cabeça, participou do encontro.

No painel “Economia Criativa na Raça”, a presidente da Sitoakore, Xiu Shanenawa, abordou a relação entre cultura, autonomia financeira e fortalecimento das mulheres indígenas. A parteira tradicional e multiartista Dona Zenaide tratou da preservação dos saberes ancestrais e da transformação desses conhecimentos em atividades e produtos culturais.

O debate sobre acesso e inclusão contou com a cantora e atriz Saliza e o músico Thi Carvalho. A mediação foi feita pela artista, tradutora e intérprete de Libras da Universidade Federal do Acre, Joy Raiz. A conversa abordou os obstáculos enfrentados por pessoas com deficiência e a necessidade de ampliar a acessibilidade nos espaços, eventos e políticas culturais.

A programação também reuniu a empresária e chef Iza Magalhães, o produtor e ativista cultural Lenine Alencar e a analista técnica do Sebrae Kethleen Maklaine. O grupo discutiu alternativas de financiamento, fundos públicos, emendas parlamentares e mecanismos ligados ao Fator Amazônico.

O encontro buscou aproximar artistas e comunidades dos instrumentos disponíveis para o desenvolvimento de projetos culturais. A coordenadora do Comitê de Cultura do Acre, Claudia Toledo, defendeu a construção de políticas capazes de atender às diferenças sociais, territoriais e culturais da região amazônica.

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