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Política

Funai e prefeitura apoiam comunidades indígenas em Assis Brasil, após estiagem

Distribuição de alimentos beneficiam indígenas em terras afectadas pela seca

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Em uma operação que marca um exemplo de cooperação interinstitucional e apoio às comunidades vulneráveis, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), através da Coordenação Regional Alto Purus, deu suporte ao plano de ação da Prefeitura Municipal de Assis Brasil, Acre, destinado aos povos indígenas Manchineri e Jaminawa. Estas comunidades enfrentaram desafios significativos devido à estiagem ocorrida em 2023.

Entre os dias 23 e 26 de janeiro de 2024, foi realizada a distribuição de 300 cestas de alimentos para famílias das Terras Indígenas Mamoadate e Riozinho do Iaco. Este esforço contou com a colaboração da defesa civil municipal e secretarias locais, evidenciando a importância da sinergia entre diferentes esferas do governo para responder a situações de emergência.

A Coordenação Regional Alto Purus teve um papel fundamental na logística e na mobilização das comunidades até os pontos de entrega. Adicionalmente, a Funai ofereceu suporte técnico para as atividades da defesa civil municipal dentro dos territórios indígenas, assegurando que a assistência fosse entregue de maneira eficaz.

O coordenador Regional Júnior Manchineri destacou que, apesar de serem uma solução temporária, as cestas de alimentos representam um alívio imediato para as 300 famílias beneficiadas. Ele também enfatizou o compromisso contínuo da organização em promover a soberania alimentar e a autonomia econômica das comunidades indígenas no futuro.

Política

Amazônia no centro do mundo: como a Apex sob Jorge Viana reposicionou a região nos mercados globais

Com foco em bioeconomia, exportações sustentáveis e abertura de mercados, a ApexBrasil fortaleceu a presença internacional da Amazônia e impulsionou cadeias produtivas estratégicas durante o governo Lula

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A gestão de Jorge Viana à frente da ApexBrasil marcou um reposicionamento estratégico do Brasil no comércio internacional, com um eixo claro: recolocar a Amazônia como ativo econômico global, associado à sustentabilidade, à inovação e à geração de renda.

Após um período de retração da presença brasileira no exterior, o início do atual governo de Luiz Inácio Lula da Silva foi caracterizado por uma política ativa de reconstrução das relações comerciais e diplomáticas. Nesse contexto, a Apex atuou como braço operacional dessa retomada, ampliando mercados, promovendo produtos e atraindo investimentos, consolidando um novo patamar de inserção global.

No caso específico da Amazônia, a estratégia foi ainda mais direcionada, e aqui entra um diferencial decisivo: a trajetória política de Jorge Viana. Ex-governador do Acre por dois mandatos e ex-senador também por dois mandatos, Viana acumulou uma experiência concreta de gestão pública na região amazônica, lidando diretamente com os desafios de desenvolvimento sustentável, infraestrutura, produção e integração econômica. Essa vivência não apenas lhe deu conhecimento técnico sobre a região, mas sobretudo uma compreensão estratégica da Amazônia como fronteira de oportunidades no comércio internacional.

Foi essa leitura, de quem conhece a Amazônia por dentro, que orientou sua atuação na Apex. Sob sua liderança, a região deixou de ser tratada apenas como pauta ambiental e passou a ocupar espaço como vetor econômico relevante, com potencial de inserção competitiva em mercados exigentes e de alto valor agregado.

Um dos principais instrumentos dessa política foi o programa Exporta Mais Amazônia, concebido para conectar empresas da região Norte a compradores internacionais e diversificar a pauta exportadora. A iniciativa gerou dezenas de milhões de reais em negócios e, mais importante, estruturou uma nova lógica: inserir produtos da sociobiodiversidade amazônica, como alimentos, óleos, cosméticos naturais e insumos florestais, em cadeias globais.

Esse movimento reflete uma mudança de paradigma. A Amazônia passa a ser vista não apenas como território a preservar, mas como uma economia viva, capaz de gerar emprego, renda e inovação a partir do uso sustentável de seus recursos.

Outro avanço relevante foi a atuação integrada para superar gargalos logísticos e sanitários na região. A articulação da Apex com outros órgãos federais contribuiu para ampliar exportações agropecuárias, melhorar certificações e abrir novos mercados, especialmente na Ásia. Nesse contexto, estados como o Acre ganham posição estratégica como corredores de exportação voltados ao Pacífico.

A promoção internacional da agenda amazônica também ganhou força. A Apex passou a utilizar grandes eventos globais e agendas multilaterais para projetar a imagem da região como polo de bioeconomia, atraindo investidores e ampliando o interesse internacional por cadeias produtivas sustentáveis.

Internamente, os resultados também são expressivos, com milhares de empresas atendidas, forte participação de pequenos negócios e ampliação significativa na atração de investimentos estrangeiros. Esse conjunto de ações consolida uma política de internacionalização que combina crescimento econômico com responsabilidade ambiental.

Sob a liderança de Jorge Viana, a Apex conseguiu traduzir experiência política e conhecimento regional em estratégia global. Sua vivência como governador e senador da Amazônia não foi apenas um dado biográfico, foi um ativo decisivo para reposicionar a região no mapa do comércio internacional.

O resultado é uma mudança concreta de narrativa e de posicionamento. A Amazônia deixa de ser vista como problema e passa a ser reconhecida como solução — um ativo estratégico capaz de conectar o Brasil às grandes demandas do século XXI: economia verde, segurança alimentar e inovação baseada na biodiversidade.

Mais do que uma política de comércio exterior, trata-se de uma política de desenvolvimento regional com impacto global.

Foto: Sérgio Vale

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Política

Lula repudia ataque a tiros em evento com Donald Trump em Washington

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva repudiou neste domingo, 26 de abril de 2026, o ataque a tiros ocorrido na noite de sábado (25) durante um jantar do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com correspondentes que cobrem a Casa Branca, em Washington, e manifestou solidariedade a Trump, à primeira-dama Melania Trump e aos participantes do evento.

Em nota divulgada nas redes sociais, Lula afirmou que o Brasil “repudia veementemente” o ataque e disse que “a violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”.

De acordo com o relato do episódio, tiros foram ouvidos nas imediações do local do jantar e Trump e Melania foram retirados rapidamente pelo Serviço Secreto norte-americano. Um suspeito foi preso, e a identidade não havia sido divulgada.

As informações iniciais apontaram que o suspeito atirou em um agente do Serviço Secreto, que não se feriu por estar com colete à prova de balas. Também houve relatos de explosões na área próxima ao hotel. O jantar tinha a presença do vice-presidente J.D. Vance e do secretário de Estado Marco Rubio, que também foram retirados e estavam em segurança.

Após o ataque, Trump falou com jornalistas na Casa Branca e disse que o autor dos disparos seria um “lobo solitário”, enquanto o Serviço Secreto não apresentou detalhes adicionais sobre o suspeito.

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Política

Prefeito Alysson Bestene cumpre agenda no centro de Rio Branco e reforça diálogo com comerciantes e trabalhadores

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O prefeito Alysson Bestene cumpriu neste sábado (25) uma agenda no centro de Rio Branco para conversar com comerciantes e trabalhadores, acompanhar obras em andamento e alinhar ações voltadas à revitalização da região central da capital. O roteiro incluiu a feira do Mercado Elias Mansour, o Calçadão da Benjamin Constant e o Shopping Popular Aquiry, pontos que concentram parte do comércio popular e do fluxo diário de moradores.

No Mercado Elias Mansour, Bestene percorreu boxes e corredores, conversou com permissionários e tratou das demandas de quem trabalha no local, além de acompanhar a reforma em execução. A prefeitura afirma que a obra faz parte do plano de requalificação do centro, com foco em estrutura, organização do espaço e melhores condições de trabalho para feirantes e vendedores.

Na sequência, o prefeito esteve no Calçadão da Benjamin Constant, onde manteve conversas com comerciantes e trabalhadores sobre intervenções no entorno, melhorias urbanas e o impacto das mudanças na rotina de quem depende do movimento do centro. “É importante ouvir os permissionários e a população. Em breve vamos entregar a obra do mercado e avançar com a revitalização de toda a região central, com melhorias no entorno do shopping, na Benjamin Constant e no calçadão”, disse Alysson Bestene.

No Shopping Popular Aquiry, o prefeito anunciou a proposta de instalar serviços da prefeitura no piso superior, com a criação de uma central de atendimento ao cidadão. A gestão avalia que a medida pode aumentar o fluxo de pessoas no espaço e, com isso, fortalecer o comércio local, em um conjunto de ações que também prevê melhorias no entorno e na circulação da área central.

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