O governo Lula, por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), realizou investimentos significativos na BR-364 no Acre, em 2024, destinando aproximadamente R$ 600 milhões para obras de manutenção e reparos na rodovia. Recentemente, foram assegurados mais R$ 210 milhões para continuar os trabalhos até o final do ano.
O superintendente do DNIT no Acre, Ricardo Araújo, informou que, durante os meses de junho e julho, houve um foco no macadame, uso de pedras, em diversos trechos da rodovia. “Estamos concluindo agora o trecho que vai da saída do aeroporto, em Rio Branco, até o Bujari, fechando o macadame hidráulico e asfalto. Também fizemos sete quilômetros de macadame logo após a ponte do Caeté, o que já nos permitiu realizar um bom trabalho em Sena Madureira.”
Araújo destacou que o trecho entre Bujari e Sena Madureira foi recapeado e atualmente está melhor para os motoristas que trafegam na região. “Conseguimos realizar um trabalho muito bom, e você pode andar com mais segurança na estrada. Trabalhamos para que isso se mantenha durante o inverno, período de chuvas no Acre”, afirmou. Além disso, entre Sena Madureira e Manoel Urbano, está sendo feito um trabalho de troca de solo profundo, para garantir a durabilidade da rodovia também durante o período chuvoso.
No trecho entre Feijó e Tarauacá, o DNIT está operando com três frentes de trabalho, focando em tapa-buracos e remendos profundos. Ricardo Araújo informou que ainda há cerca de trinta a quarenta quilômetros com condições ruins, mas que o objetivo é reduzir os problemas até o mês de setembro e realizar a limpeza necessária para evitar acúmulo de água no inverno.
No trecho de Liberdade até Cruzeiro do Sul, Araújo destacou que as condições estão boas, e a ponte de Tarauacá já tem oitenta por cento das fundações concluídas. A previsão é que a ponte esteja totalmente pronta até março de 2025.
Ricardo Araújo detalhou a licitação dos novos lotes entre Sena Madureira e Feijó, ressaltando a importância dessa etapa para o avanço das obras na BR-364. “Já licitamos os lotes que ficam entre Sena Madureira e Feijó. A empresa vencedora foi definida no final de julho e início de agosto. Esses lotes, identificados como lote 66, vão permitir que realizemos aproximadamente 70 km de macadame no próximo ano. Isso representa uma etapa importante para a rodovia, garantindo que no próximo período de chuvas, esses trechos estejam em condições de suportar o tráfego sem grandes problemas.”
Rio Branco (AC), 20 de julho de 2026 – A Expoacre 2026 estará conectada com o universo gamedev e vai oferecer ao público uma experiência que vai além de jogar videogame. Durante os nove dias da feira, a Headscon levará ao público jogos produzidos na Amazônia Legal, atividades interativas e espaços para conhecer desenvolvedores da região, votar em um dos finalistas da 3ª Mostra Competitiva de Games da Amazônia Legal e participar de uma pesquisa sobre o mercado de games.
Além da programação aberta aos visitantes, a participação da Headscon na Expoacre reúne iniciativas ligadas à inovação, à formação profissional e ao desenvolvimento do mercado de games, aproximando a população do trabalho realizado por desenvolvedores amazônicos e criando um espaço de interação entre público, estúdios e instituições parceiras.
Público participa da escolha dos vencedores
Um dos principais atrativos do estande será a 3ª Mostra Competitiva de Games da Amazônia Legal. Durante toda a Expoacre, os visitantes poderão experimentar os 10 jogos finalistas e participar da votação que definirá o vencedor da categoria Melhor Jogo – Júri Popular. A partir do dia 5 de agosto, o público também poderá conhecer os desenvolvedores responsáveis pelos projetos e conversar com eles sobre o processo de criação dos jogos.
Nesta edição, foram selecionados projetos do Acre, Amazonas, Pará, Amapá e Tocantins. O Acre lidera a competição com quatro jogos classificados, o maior número de representantes do estado desde a criação da mostra.
Os jogos também concorrem a uma premiação estimada em R$ 70 mil, distribuída entre as categorias Melhor Jogo – Júri Técnico, Melhor Jogo – Júri Popular, Melhor Arte, Melhor Áudio, Melhor Jogo com Temática Amazônia Legal e Melhor Demo ou Protótipo. Os vencedores ainda garantirão participação nas delegações da Headscon para a Gamescom LATAM e para a Gamescom Alemanha.
Mais games para experimentar
Além dos jogos finalistas da Mostra Competitiva de Games da Amazônia Legal, o público também poderá conhecer títulos da Mostra Acreana de Games, iniciativa do Sebrae Acre com curadoria da Headscon que abre espaço para mais desenvolvedores locais apresentarem seus projetos e aproximarem suas criações do público.
Pesquisa ajudará a orientar novas ações
Quem visitar o estande também poderá participar da Pesquisa Headscon, iniciativa voltada ao levantamento de informações sobre o perfil da comunidade gamer da Amazônia Legal.
Além de mapear interesses, aptidões e demandas do setor, os dados coletados irão orientar futuras ações de formação, capacitação e fortalecimento do mercado de games na Amazônia Legal.
Programação reúne inovação e desenvolvimento
A programação da Headscon durante a Expoacre inclui ainda atividades voltadas à inovação e ao desenvolvimento tecnológico.
No dia 6 de agosto, será realizado o Demo Day GovTech, reunindo soluções voltadas ao setor público. Na mesma data, desenvolvedores participantes da Mostra Competitiva participarão de uma mentoria voltada ao desenvolvimento de estúdios amazônicos. Já no dia 7 de agosto, o palco do Sebrae receberá o painel Desenvolvimento GovTech na Amazônia.
A cerimônia de premiação da 3ª Mostra Competitiva de Games da Amazônia Legal ocorrerá em 9 de agosto, encerrando a programação da plataforma na Expoacre.
Experiência interativa
Durante toda a feira, os visitantes poderão experimentar gratuitamente os jogos selecionados, votar no prêmio de Júri Popular, responder à Pesquisa Headscon e participar das ativações nas redes sociais da plataforma.
Quem participar das ativações poderá receber brindes exclusivos, sujeitos à disponibilidade durante o evento.
Plataforma em expansão
Desde o início de sua atuação no Acre, em 2023, a Headscon vem ampliando sua presença na Amazônia Legal por meio de ações voltadas ao desenvolvimento da indústria de games.
Nesse período, a plataforma já mobilizou mais de 15 mil participantes, alcançou aproximadamente 300 mil pessoas em seus canais digitais, promoveu mais de 100 ações formativas e recebeu mais de 60 jogos em suas mostras competitivas.
Além desse histórico, a Headscon amplia sua atuação aproximando educação, tecnologia, inovação e economia criativa. Mais do que apresentar jogos durante a Expoacre, a plataforma busca incentivar a formação de novos talentos, apoiar o desenvolvimento de projetos inovadores e ampliar a participação da Amazônia Legal na indústria brasileira de games.
Realizada pelo Instituto Gamecon, a Headscon é uma plataforma nacional de games, tecnologia, cultura e inovação. A iniciativa conta com apoio institucional do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).
Nayanne Santana Assessoria de Comunicação – Headscon
O Ministério Público Federal recomendou nesta terça-feira (21) aos comandos da Marinha na Amazônia Ocidental e Oriental o endurecimento da fiscalização sobre dragas, balsas e outras embarcações usadas no garimpo ilegal. As medidas abrangem os nove estados da Amazônia Legal e tentam impedir que estruturas clandestinas obtenham registro marítimo e sejam usadas na extração de minérios sem licença ambiental.
A Marinha terá prazo de 60 dias para iniciar as providências. A recomendação vale para Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.
Uma das principais mudanças propostas é a exigência de licença ambiental e de título de mineração emitido pela Agência Nacional de Mineração antes da autorização para operar embarcações destinadas à extração mineral. Atualmente, o registro inicial na autoridade marítima pode ser feito sem a apresentação desses documentos.
A brecha permite que dragas e balsas sejam registradas e adquiram aparência de regularidade, mesmo quando empregadas na mineração clandestina. Algumas embarcações também voltam aos rios depois de operações contra crimes ambientais.
A recomendação prevê ainda a criação de um procedimento administrativo para o uso de provas indiretas na aplicação de multas e outras sanções. Fotografias, vídeos, relatórios de inteligência e informações de localização por satélite poderão sustentar processos mesmo quando as embarcações ou os equipamentos forem destruídos durante as operações.
A medida tenta evitar o arquivamento de casos por falta do maquinário apreendido. Em ações contra o garimpo, dragas e balsas podem ser inutilizadas no próprio local, o que dificulta a continuidade dos processos administrativos contra os responsáveis.
O MPF também quer fiscalizações preventivas em oficinas e estaleiros instalados nas margens dos rios. A proposta é identificar e embargar embarcações clandestinas ainda durante a construção ou reforma, antes que sejam lançadas na água.
Outra medida envolve estudos para tornar obrigatório o uso de rastreadores por satélite em todas as dragas que operam na Amazônia Legal. O monitoramento permitiria acompanhar os deslocamentos em tempo real e identificar entradas em áreas sem autorização, incluindo terras indígenas.
Os dados poderão ser cruzados com informações do Sistema de Proteção da Amazônia para localizar embarcações que desligam intencionalmente os equipamentos de rastreamento ao se aproximarem de áreas de garimpo.
A recomendação foi elaborada pelo 2º Ofício da Amazônia Ocidental, responsável por ações contra a mineração ilegal no Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima. O avanço do garimpo nos rios amazônicos está associado à degradação ambiental, a violações de direitos humanos e à contaminação de comunidades e ecossistemas por mercúrio.
Fonte: Ministério Público Federal – Foto: Agência Brasil
A Prefeitura de Rio Branco iniciou nesta segunda-feira (20), na Rua Lábrea, no bairro Bonsucesso, os serviços de tapa-buraco e recapeamento asfáltico previstos no programa Prefeitura nas Ruas. A intervenção faz parte do cronograma de recuperação da malha viária da região e deve alcançar mais quatro vias do bairro nos próximos dias.
O trabalho foi acompanhado pelo prefeito em exercício, Joabe Lira, que afirmou que a manutenção das ruas está entre as principais demandas apresentadas pelos moradores. Ele disse que a fiscalização das equipes busca garantir rapidez na execução e qualidade no serviço entregue à população.
Lira lembrou que, durante o mandato de vereador, apresentou indicação para que o Bonsucesso fosse incluído nas ações de melhoria. Segundo ele, a recuperação das vias deve facilitar o acesso ao bairro e melhorar as condições de deslocamento de quem mora ou circula pela região.
O encarregado da obra, Sidnei Azevedo, informou que a Rua Calama já recebeu serviços de tapa-buraco. Depois da Rua Lábrea, a equipe prevê concluir a recuperação de outras quatro ruas do Bonsucesso, dentro do cronograma definido para o bairro.
Morador da comunidade, Richard Teixeira disse que a recuperação das vias era aguardada havia anos. Ele agradeceu à Prefeitura e afirmou que a empresa Ipê não teria oferecido as condições necessárias para a execução dos serviços, o que teria levado o Município a assumir a intervenção. A empresa citada não se manifestou sobre a declaração.
O presidente do Loteamento Bonsucesso, André César, afirmou que a situação das ruas estava entre as principais cobranças feitas pela comunidade. Segundo ele, moradores e lideranças vinham buscando a execução das melhorias junto ao poder público. “Hoje estamos sendo atendidos com a melhoria do nosso bairro”, disse.
Durante a agenda desta segunda-feira, Joabe Lira também vistoriou as obras de revitalização da Unidade de Saúde Maria de Fátima Matos da Silva, localizada na Rua Santa Rita, no bairro Bahia Nova. A reforma foi iniciada em julho e, de acordo com a previsão apresentada pela gestão municipal, deve ser concluída até o fim desta semana ou, no máximo, na próxima.
Com a finalização dos trabalhos, a expectativa é que os atendimentos da unidade de saúde sejam normalizados. A intervenção integra o conjunto de ações da Prefeitura em infraestrutura urbana e melhoria dos serviços públicos nos bairros de Rio Branco.