Connect with us

Política

Lei de Inovação é sancionada no Acre, abrindo caminho para avanços científicos e tecnológicos

“Com a lei, criamos o ecossistema de inovação, que é uma estrutura de governança compartilhada”

Published

on

Nesta quarta-feira, 19, em uma solenidade realizada na sede da Secretaria de Ciência, Indústria e Tecnologia (Seict), o governador Gladson Cameli sancionou a Lei de Inovação (nº 4.132/2023), um marco importante para o desenvolvimento tecnológico do Acre.

Uma das principais medidas trazidas pela lei é a criação do Conselho Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia, que será gerido pela Seict. Essa instância será responsável por fomentar e articular políticas públicas voltadas para a inovação, além de promover o debate e a criação de condições favoráveis ao desenvolvimento tecnológico.

Outra medida importante é a recriação do Fundo Estadual de Desenvolvimento Tecnológico, que será gerido pela Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapac). Esse fundo terá como objetivo principal financiar projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, incentivando a criação e a implementação de soluções inovadoras no estado.

Presente na solenidade, Kleber Campos, diretor técnico do Sebrae, ressaltou a importância da lei para o Acre, afirmando que esse é um momento crucial para o estado. Ele destacou que a iniciativa do governo em sancionar essa lei promove o debate e cria condições propícias para o surgimento de ideias que impulsionem o desenvolvimento tecnológico e econômico do Acre.

“Com a lei, criamos o nosso chamado ecossistema de inovação, que é uma estrutura de governança compartilhada” titular da Seict, Assurbanipal Mesquita.

O deputado Luiz Gonzaga, presidente da Assembleia Legislativa (Aleac), elogiou o trabalho realizado pela instituição, que desempenhou seu papel ao ajustar a lei para garantir sua rápida execução no estado. “A aprovação da legislação demonstra o compromisso da Aleac em promover um ambiente favorável à inovação e ao avanço científico no Acre”. destacou

O governador Gladson Cameli ressaltou a importância da nova lei, enfatizando que ela trará mais investimentos e tecnologia para o estado. O governador acredita que essa medida gerará empregos e contribuirá para a distribuição de renda no Acre.

Com a Lei de Inovação sancionada, o Acre dá um importante passo rumo ao fortalecimento do setor tecnológico e à criação de um ambiente propício para a pesquisa, o desenvolvimento e a implementação de soluções inovadoras. Acredita-se que essa iniciativa impulsionará o progresso do estado, criando oportunidades para o crescimento econômico, a geração de empregos qualificados e a melhoria da qualidade de vida da população acreana.

Política

Acre elege 24 homens e deixa mulheres fora da Assembleia Legislativa

Published

on

O Acre não elegeu nenhuma mulher para a Assembleia Legislativa nas eleições deste domingo (4). Com 100% das 2.270 seções totalizadas, as 24 cadeiras da próxima legislatura ficaram com candidatos homens, deixando a Aleac sem representação feminina entre os titulares a partir de 2027.

A maior bancada será formada pela Federação União Progressista, que conquistou nove vagas. Foram eleitos Nicolau Júnior, Fagner Calegario, Clodoaldo Rodrigues, André da Droga Vale, Manoel Moraes, Adailton Cruz, Samir Bestene, Tio Pablo Bregense e Afonso Fernandes.

O PL terá quatro deputados estaduais: Chiquinho do Duda, Arlenilson Cunha, Raimundo Neném e Gláucio Pedrosa. O Republicanos elegeu três nomes: Eduardo Ribeiro, Gene Diniz e Tadeu Hassem.

PSD e MDB conquistaram duas cadeiras cada. Pelo PSD, foram eleitos Jailson Amorim, com 5.158 votos, e Antonio Pedro, com 5.118. No MDB, as vagas ficaram com Marcus Alexandre, que recebeu 12.872 votos, e Tanizio Sá, com 12.023. Antonia Sales, também do MDB, recebeu 5.809 votos e ficou na suplência.

As demais cadeiras foram conquistadas por Edvaldo Magalhães, do PCdoB, com 9.273 votos; Emerson Jarude, do Novo, com 9.434; Tchê, do PDT, com 10.003; e Leôncio Castro, do PSDB, com 4.933. Taiane Santos, do PDT, obteve 2.748 votos e ficou na suplência da legenda.

A disputa mais apertada por uma cadeira ocorreu dentro da Federação União Progressista. Afonso Fernandes conquistou a última vaga do grupo com 9.593 votos, apenas 62 a mais que Whendy Lima, que recebeu 9.531 e ficou na primeira suplência da federação.

O resultado deixa a próxima composição da Assembleia formada integralmente por homens. No total, a Federação União Progressista terá nove deputados; o PL, quatro; o Republicanos, três; PSD e MDB, dois cada; e Federação Brasil da Esperança, Novo, PDT e Federação PSDB-Cidadania, uma cadeira cada.

Na disputa para a Câmara dos Deputados, o cenário foi diferente. Duas mulheres conquistaram mandato federal pelo Acre: Socorro Neri, do PP, com 39.587 votos, e Perpétua Almeida, do PCdoB, com 15.800. Elas ocuparão duas das oito vagas acreanas na Câmara a partir de 2027.

Continue Reading

Política

Mailza Assis e Alan Rick vão disputar segundo turno pelo Governo do Acre

Published

on

A eleição para o Governo do Acre será decidida no segundo turno entre Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos). Com 99,52% das seções totalizadas na noite deste domingo (4), Mailza aparecia na primeira colocação, com 49,76% dos votos válidos, enquanto Alan ocupava o segundo lugar, com 32,28%.

Às 18h32, horário local, o sistema de apuração registrava 2.259 das 2.270 seções do Acre já totalizadas. Mailza somava 217.576 votos. Alan Rick tinha 141.150 votos.

Mailza liderou a contagem durante a apuração e chegou próxima dos 50% necessários para encerrar a eleição no primeiro turno. Com a definição da disputa em duas etapas, a atual governadora enfrentará diretamente Alan Rick na segunda votação.

Tião Bocalom (PSDB) terminou a disputa fora do segundo turno. Na atualização anterior da apuração, ele aparecia na terceira colocação, seguido por Thor Dantas (PSB).

O segundo turno está marcado para 25 de outubro. Os eleitores acreanos voltarão às urnas para escolher entre Mailza Assis e Alan Rick quem comandará o Governo do Acre pelos próximos quatro anos.

Continue Reading

Política

Quase 2 milhões de eleitores com deficiência votam em eleição marcada por obstáculos de acessibilidade

Published

on

As eleições de 2026 registraram o maior número de pessoas com deficiência aptas a votar no país, com cerca de 1,9 milhão de eleitores. Apesar do avanço no cadastro e da ampliação das seções adaptadas, dificuldades de acesso a locais de votação ainda foram registradas neste domingo (4).

O número representa crescimento em relação a 2022, quando aproximadamente 1,3 milhão de eleitores declararam algum tipo de deficiência. Para atender esse público, a Justiça Eleitoral cadastrou 220,5 mil seções com condições de acessibilidade. Na eleição anterior, eram 156,2 mil.

Entre os eleitores registrados, cerca de 617 mil possuem dificuldade de locomoção, 319 mil têm deficiência visual, 182 mil deficiência auditiva e 64 mil declararam dificuldades para exercer o voto. Outros 994 mil registros aparecem na categoria de outras deficiências.

Mesmo com a ampliação da estrutura, eleitores enfrentaram problemas durante a votação. No Rio de Janeiro, Alexandre Prudente, que utiliza cadeira de rodas, foi até a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), onde havia votado anteriormente, mas descobriu após subir rampas e utilizar um elevador que sua seção havia sido transferida novamente para outro endereço.

Ele precisou deixar a universidade e percorrer cerca de 1,5 quilômetro até a Igreja Metodista de Vila Isabel. No novo local, ainda enfrentou fila e esperou aproximadamente uma hora, apesar do direito ao atendimento prioritário.

“Nunca levei tanto tempo para votar. Da outra vez, foi muito mais rápido. Mas, no fim, consegui deixar meu voto”, relatou.

Também no Rio, a eleitora Isaura dos Santos, de 77 anos, que possui dificuldade de locomoção e utiliza bengala, precisou subir escadas para chegar à seção eleitoral em uma escola sem elevador.

“Não tem elevador para a gente subir. E no escuro, com a lâmpada apagada. Como pode uma situação dessa?”, questionou.

A legislação eleitoral garante prioridade às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Esses eleitores também podem receber auxílio de uma pessoa de confiança dentro da cabine de votação quando a ajuda for necessária, mesmo sem solicitação antecipada.

As urnas eletrônicas possuem recursos voltados à acessibilidade, como teclado em braile e sistema de áudio para pessoas cegas ou com baixa visão. Nesse último caso, os fones de ouvido utilizados devem ser fornecidos pela Justiça Eleitoral.

A Justiça Eleitoral informou que realiza vistorias periódicas nos locais de votação. Parte dos imóveis utilizados pertence às redes públicas de ensino ou a instituições parceiras, e as condições estruturais desses prédios podem sofrer alterações entre uma eleição e outra.

O aumento do número de seções adaptadas acompanha o crescimento do eleitorado com deficiência, mas os relatos registrados durante o primeiro turno mostram que barreiras físicas e dificuldades de deslocamento ainda fazem parte da rotina de quem precisa de condições específicas para exercer o direito ao voto.

Continue Reading

Tendência