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Política

PCCR dos Servidores da Saúde apresentado pela prefeitura é aprovado pelos vereadores

Aprovação Unânime do Novo Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) para Servidores da Saúde em Cruzeiro do Sul

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Na tarde deste sábado, 6 de abril, o projeto, encaminhado pela prefeitura de Cruzeiro do Sul para a Câmara na última sexta-feira, 5, foi aprovado por unanimidade pelos vereadores em em uma sessão extraordinária na Câmara Municipal. Com a aprovação, cerca de R$ 120 mil serão acrescentados mensalmente à folha de pagamento dos servidores beneficiados.

O Secretário Municipal de Saúde, Áureo Paulo da Costa Neto, expressou sua gratidão aos vereadores e à equipe envolvida na elaboração do projeto, destacando o empenho do prefeito Zequinha em atender às necessidades dos servidores da saúde.
“É um momento histórico para essa classe dos servidores da saúde, que são guerreiros, são trabalhadores que não medem esforços para realizar o seu trabalho”, pontuou.

O representante do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde – Sintsaúde e SPAT, Vinícius Albuquerque, celebrou a aprovação do projeto como uma grande vitória para os servidores municipais da saúde. “Os benefícios são as atualizações da tabela, tanto horizontal como vertical, e também a titulação. É uma satisfação para a gente que representa a categoria, estar comemorando hoje com os servidores esta grande vitória, que é uma vitória para saúde”, destacou.

O vereador Gilmar da Saúde reforçou a importância da reformulação do PCCR, enfatizando que a medida visa regularizar, valorizar e reconhecer o trabalho dos profissionais da saúde.
“Essa reformulação é de extrema importância porque estabelece um plano de carga e carreira para os trabalhadores e as trabalhadoras da saúde. É a valorização merecida dos trabalhadores”, ressaltou.

Entre os pontos principais do novo PCCR estão:
1 – A progressão horizontal de 5%, que significa que cada profissional receberá um aumento de 5% a cada biênio de atividade.
2- A progressão vertical por titulação, instituindo aumentos relativos à existência de títulos, sendo:
a) 10% para quem passar de mestrado para superior
b) 15% para pós-graduação lato senso
c) 20% para mestrado
d) 25% para doutorado
3- Reajuste para o salário-mínimo como salário base para todos os servidores, o que beneficia especialmente ao pessoal de apoio.

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Câmara de Rio Branco aprova reajuste de 5% para servidores da Prefeitura

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A Câmara Municipal de Rio Branco aprovou nesta terça-feira o projeto do Executivo que concede reajuste linear de 5% aos servidores da Prefeitura. A proposta foi aprovada por unanimidade entre os 14 vereadores presentes, alcança cerca de 7 mil trabalhadores e agora segue para sanção do prefeito Alysson Bestene.

Durante a votação, os vereadores também aprovaram uma emenda do vereador Aiache, do PP, para incluir no texto a atualização do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração dos servidores da RBTrans. Outra emenda, apresentada por Fábio Araújo, do MDB, previa reajuste de 7,52% para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias, com aplicação imediata de 5% e o restante até novembro. A proposta foi rejeitada por 11 votos, com apoio apenas do autor e de Hildegard Pascoal.

Ao defender a rejeição da emenda, Aiache afirmou que a inclusão do novo índice no mesmo projeto poderia comprometer a sanção do reajuste geral e atrasar ainda mais a recomposição salarial, que, segundo ele, já deveria ter sido concedida no mês passado. O vereador disse ainda que a Câmara pretende discutir separadamente a situação dos agentes de saúde e de endemias, com participação de sindicatos, do Executivo e de representantes federais.

O projeto aprovado prevê a recomposição salarial para todas as categorias da administração municipal em um momento de transição no comando da Prefeitura de Rio Branco, hoje chefiada por Alysson Bestene.

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Política

Câmara destrava pauta após governo retirar urgência de projeto que acaba com escala 6×1

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O governo federal retirou nesta terça-feira, 16 de junho, o regime de urgência do projeto que trata do fim da escala de trabalho 6×1 e liberou a pauta do plenário da Câmara dos Deputados para a votação de outras propostas. A decisão foi discutida na reunião de líderes da Casa, em Brasília, e encerrou o travamento provocado pela urgência constitucional que incidia sobre a matéria.

Com a retirada da urgência, o projeto deixa de impedir a análise de outros textos e passa a tramitar em regime de prioridade. A proposta do Executivo, apresentada em abril, altera a Consolidação das Leis do Trabalho e outras normas para reduzir a duração normal da jornada e rever regras de descanso semanal remunerado em categorias específicas.

O destravamento da pauta também abriu espaço para negociações em torno de outros temas em análise na Câmara. Entre eles está o projeto que equipara a misoginia ao crime de racismo e torna a prática inafiançável e imprescritível. Apesar da expectativa de votação ainda nesta terça, o acordo entre líderes foi adiar a análise para a última semana de junho.

A mudança no calendário atende à articulação política do governo e da presidência da Câmara para reorganizar a agenda do plenário. Com isso, a Casa retoma a discussão de propostas que estavam paradas enquanto o projeto sobre a escala 6×1 mantinha a pauta bloqueada.

Fonte e foto: Agência Brasil

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Política

Câmara marca reunião para destravar votação do fim da escala 6×1

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, convocou para esta terça-feira, 16 de junho, às 14h, uma reunião do colégio de líderes para discutir o Projeto de Lei 1838/26, que trata do fim da escala 6×1. A proposta fixa em até 40 horas semanais a jornada normal de trabalho, e o relator, deputado Leo Prates, deverá apresentar esclarecimentos sobre o parecer antes da análise em plenário. Como o texto tramita em regime de urgência, ele bloqueia a pauta da Casa até ser votado.

A articulação ocorre poucos dias depois de Motta escolher Leo Prates para relatar a proposta. A intenção da cúpula da Câmara é manter no projeto a mesma linha da proposta de emenda à Constituição aprovada pelos deputados em 27 de maio, que reduziu a jornada semanal de 44 para 40 horas e trocou a escala de seis dias de trabalho por um de descanso pelo modelo de cinco dias de trabalho e dois de folga. Essa PEC já seguiu para análise do Senado.

Além do projeto sobre jornada de trabalho, os líderes também devem discutir o PL 896/23, que equipara a misoginia ao crime de racismo. A expectativa da presidência da Câmara é votar as duas matérias ainda nesta semana para destravar a pauta do plenário e abrir espaço para outros temas pendentes.

Fonte e foto: Agência Brasil

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