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Pesquisa da Fecomércio Acre Aponta Expectativa Positiva de Empresários e Consumidores no Acre para o Dia das Crianças   

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Em pesquisa realizada pela Federação do Comércio em parceria com o Instituto Data Control, revelou-se a intenção de consumo para o Dia das Crianças, bem como a expectativa do empresário do comércio com a data.

Os dados foram coletados em locais com grande circulação de consumidores e nos estabelecimentos comerciais na área central de Rio Branco, bem como nas áreas do shopping.
Ao todo, foram 241 entrevistas com consumidores e 100 empresas visitadas de diversos segmentos do comércio.

A maioria dos consumidores entrevistados tem faixa etária de 25 a 59 anos (69,3%), com renda mensal entre 1 e 3 salários mínimos.

Do total de entrevistados, 68,9% afirmam a intenção de presentear no Dia das Crianças com gastos que variam de R$ 50,00 a R$ 200,00, com pagamento preferencial em espécie ou à vista, indicado por 69,5% deles, que também preveem um gasto maior do que o observado no ano anterior.

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Os itens de maior interesse para a data são aqueles relacionados a brinquedos e roupas (45,7% e 23,4% respectivamente), dando preferência a tais aquisições nas lojas do centro da capital acreana (54,2%), seguido por 24,6% que buscarão as compras em lojas do shopping.

Quanto aos empresários, a expectativa e o otimismo com a data são altos para 57,7% deles e, para outros 31,7%, a data é esperada dentro da normalidade.

Tais expectativas surgem por conta do setor de atuação do negócio, sendo maiores naqueles que atuam em setores de atendimento específico às demandas da data, como: comércio de vestuário, acessórios, calçados, com estratégias específicas para a data, com maior divulgação dos produtos e ofertas especiais (63,7%), utilizando-se das redes sociais para a venda.

Para os empresários do comércio, o valor estimado de vendas para a data varia de R$ 50,00 a R$ 200,00 (68,3%), o que vai de encontro com a intenção de gastos por parte do consumidor com a data.

Para os empresários, as vendas poderão ser parceladas entre 3 e 6 vezes, o que contribuirá para alavancar o volume de vendas na data.

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De acordo com o assessor institucional da Fecomércio Acre, Egídio Garó, explica-se que “tais dados são relevantes, tanto para o comércio de bens quanto para os consumidores, no sentido de desenvolvimento de ações e comportamentos que possam atender à data dentro das expectativas de ambos os lados.

Sendo o Dia das Crianças uma das cinco datas mais esperadas no calendário do comércio varejista, esperam-se resultados positivos no desenvolvimento econômico local, bem como um bom planejamento financeiro e das contas domésticas para os gastos na data, de forma a manter-se o equilíbrio de ambos os lados,” finalizou Garó.

Departamento de Comunicação do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac

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Nível do Rio Acre recua em Rio Branco e rios do estado apresentam queda, aponta boletim da Defesa Civil

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O Rio Acre em Rio Branco saiu da cota de alerta neste domingo, 25 de janeiro de 2026, após registrar uma queda de 1,03 metro em 24 horas, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil Estadual com dados da Agência Nacional de Águas. O nível, que estava em 13,92 metros, passou para 12,89 metros, ficando abaixo da cota de alerta de 13,50 metros, em um cenário que indica vazante na maior parte dos rios acreanos.

Na bacia do Rio Acre, outros municípios também apresentaram redução dos níveis. Em Capixaba, o rio baixou 1,43 metro e atingiu 7,29 metros. No Alto Acre, Assis Brasil registrou queda de 57 centímetros, com o nível em 3,75 metros, enquanto Brasileia e Epitaciolândia tiveram recuo de 25 centímetros, marcando 3,84 metros. Em Xapuri, o nível permaneceu estável em 8,01 metros. O Riozinho do Rola, afluente que influencia diretamente a capital, apresentou vazante de 72 centímetros e chegou a 10,16 metros.

No Vale do Juruá, os dados indicam redução gradual. Em Cruzeiro do Sul, o rio ficou a um centímetro de sair da cota de alerta, marcando 11,81 metros após queda de 6 centímetros. Já nas bacias do Tarauacá e do Envira, a vazante foi mais acentuada. Em Tarauacá, o nível caiu 65 centímetros, situando-se em 7,47 metros. Em Feijó, o Rio Envira registrou queda de 23 centímetros e passou a marcar 4,82 metros.

Apesar da tendência predominante de recuo, a Defesa Civil mantém atenção em pontos onde houve elevação recente. Na bacia do Purus, o Rio Iaco, em Sena Madureira, subiu 60 centímetros e chegou a 13,14 metros, enquanto o Rio Purus, em Manoel Urbano, teve aumento de 43 centímetros, alcançando 11,17 metros. Em Plácido de Castro, o Rio Abunã registra 11,88 metros e se aproxima da cota de alerta, fixada em 12 metros. A Defesa Civil informou que o acompanhamento dos níveis segue de forma contínua e que, até o momento, não há indicação de novos agravamentos nas áreas onde já se observa vazante.

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Foto: Sérgio Vale

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Chuvas levam Prefeitura de Rio Branco a realizar intervenções emergenciais em ramais rurais

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A Prefeitura de Rio Branco iniciou, ao longo de janeiro de 2026, intervenções emergenciais em ramais da zona rural da capital após os danos provocados pelas chuvas intensas registradas em dezembro e janeiro, que comprometeram o tráfego e o acesso de comunidades localizadas no entorno do Cinturão Verde e em regiões como Baixa Verde e Quixadá.

As ações são executadas pela Secretaria Municipal de Agropecuária (Seagro) e têm caráter paliativo, voltadas à recomposição mínima das vias e à manutenção da circulação em trechos considerados críticos. Entre os serviços realizados estão a construção de uma ponte no Ramal Serrinha, na regional Quixadá, em 19 de janeiro, além de intervenções de melhoramento em pontos críticos no Ramal Dona Creuza, na altura do km 38 da AC-90, na mesma data. Em 22 de janeiro, uma nova ponte foi construída no Ramal Dona Creuza, com participação da comunidade local.

De acordo com a administração municipal, a continuidade das chuvas impede, neste momento, o avanço dos trabalhos para outras áreas, uma vez que as condições climáticas dificultam o deslocamento seguro das equipes e a execução de serviços mais duradouros. Por essa razão, as frentes de trabalho permanecem concentradas nos trechos mais afetados, com o objetivo de garantir condições mínimas de acesso às comunidades atendidas.

Em nota, a Seagro informou que as equipes seguem de prontidão e que, assim que o período chuvoso cessar, os serviços serão ampliados para atender outras localidades impactadas, conforme as demandas de recuperação e manutenção dos ramais. A Prefeitura afirmou ainda que todas as ações estão sendo planejadas com foco na segurança dos trabalhadores e na eficácia dos serviços, mantendo-se disponível para prestar esclarecimentos às comunidades rurais.

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Governo federal inicia revisão das regras e do financiamento da rede de saúde mental do SUS

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O Ministério da Saúde instituiu um grupo de trabalho para revisar as diretrizes e as normas de custeio da Rede de Atenção Psicossocial (Raps), estrutura do Sistema Único de Saúde responsável pelo atendimento a pessoas em sofrimento psíquico e com problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas, com prazo inicial de 180 dias para apresentação de uma proposta, conforme portaria publicada no Diário Oficial da União em 6 de janeiro de 2026.

A revisão incidirá sobre as Portarias de Consolidação GM/MS nº 3 e nº 6, vigentes desde setembro de 2017, que organizam o funcionamento e o financiamento da Raps em todo o país. O grupo será formado por seis representantes do Ministério da Saúde, dois do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e dois do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A portaria também autoriza a participação de especialistas e representantes de órgãos e entidades públicas ou privadas como convidados, sem direito a voto. Ao final do prazo, as propostas deverão ser encaminhadas para análise da Comissão Intergestores Tripartite, instância que reúne União, estados e municípios para pactuação de políticas do SUS.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que a criação do grupo integra ações de fortalecimento da política de atenção psicossocial e busca aprimorar a articulação entre os diferentes pontos de atenção da rede, a partir das necessidades dos territórios. Segundo a pasta, a medida reafirma o compromisso com o SUS e com uma política de saúde mental orientada pelos princípios da integralidade, da atenção em rede, do cuidado em liberdade e da gestão compartilhada entre os entes federativos.

O Conass avaliou a iniciativa como necessária, desde que sejam preservados os fundamentos da Lei nº 10.216, de 2001, marco da Reforma Psiquiátrica brasileira. O conselho apontou fragilidades na Raps, como a dificuldade de muitos municípios em custear a assistência psicossocial, a ausência de arranjos regionais que garantam esse tipo de atendimento e o subdimensionamento da saúde mental na atenção primária. A entidade também destacou novas demandas do período pós-pandemia, como o aumento de diagnósticos de autismo e outros transtornos mentais, a medicalização de crianças e adolescentes, o crescimento do uso de psicotrópicos pela população em geral, casos de violência nas escolas, jogos e apostas online e os agravos enfrentados pela população em situação de rua, além de impasses sobre o papel das comunidades terapêuticas.

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O Conasems informou que União, estados e municípios vêm debatendo desde o ano passado os componentes da Raps e os desafios enfrentados pelos gestores públicos para garantir serviços qualificados em saúde mental. De acordo com a entidade, as demandas relacionadas ao sofrimento psíquico tornaram-se mais complexas e exigem maior integração entre a rede de urgência e emergência, a atenção básica e a atenção hospitalar, além da necessidade de profissionais qualificados, articulação com outros setores e redução do estigma. O conselho também citou a insuficiência de profissionais capacitados e a dificuldade de atrair esses trabalhadores para regiões de difícil acesso, indicando que o grupo de trabalho deverá discutir melhorias considerando as diferenças entre os 5.570 municípios brasileiros.

Atualmente, a Raps oferece atendimento desde a atenção básica, por meio de Unidades Básicas de Saúde, equipes de Consultório na Rua e Centros de Convivência e Cultura, até a atenção psicossocial especializada, centrada nas diferentes modalidades de Centros de Atenção Psicossocial. A rede também inclui suporte a crises por meio de serviços de urgência e emergência, como SAMU e UPAs, além de atenção hospitalar em enfermarias especializadas em hospitais gerais, estratégias de desinstitucionalização, serviços residenciais terapêuticos e ações de reabilitação psicossocial voltadas à autonomia e à reintegração social dos usuários. A revisão das normas e do financiamento poderá impactar a organização desses serviços e a capacidade de resposta do SUS às demandas crescentes em saúde mental.

Fonte: Agência Brasil

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