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Cultura

Prefeitura de Cruzeiro do Sul lança Editais da Lei Paulo Gustavo

Mais de R$ 715.000,00 dedicados à arte e expressão em Cruzeiro do Sul

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O prefeito Zequinha Lima, empenhado em fomentar a cultura e fortalecer os laços com os fazedores de cultura, promoverá um grandioso evento para celebrar o lançamento dos Editais da Lei Paulo Gustavo. Com um investimento total de aproximadamente R$ 715.000,00, a iniciativa visa injetar vitalidade e apoio financeiro nas mais diversas áreas culturais.

Aldemir Maciel secretário municipal de cultura, reafirma seu compromisso, com fazedores culturais, reconhecendo sua importância na construção da identidade e no enriquecimento do patrimônio cultural do município. A Secretaria Municipal de Cultura desempenhou um papel fundamental na preparação cuidadosa deste evento, garantindo que os diversos segmentos culturais estivessem aptos a acessar os recursos da Lei Paulo Gustavo. Meses de dedicação e esforço culminaram em capacitações que visaram assegurar o correto preenchimento dos requisitos dos editais, permitindo que artistas, músicos, dançarinos, atores, escritores e todos aqueles que contribuem para o vibrante cenário cultural de Cruzeiro do Sul, possam usufruir destes recursos de forma democrática e transparente.

Aldemir Maciel, expressou entusiasmo em relação ao evento: “Esta é uma data importante, teremos apresentações culturais de diversos segmentos.” Sobre os editais irão contemplar as áreas de dança, música, teatro, literatura, cultura popular, cultura indígena, patrimônio histórico e áudio visual. Esse é o compromisso da gestão do prefeito Zequinha Lima, “abraçar a diversidade cultural que caracteriza Cruzeiro do Sul e em garantir que todas as manifestações artísticas tenham espaço para florescer”. destacou.

Zequinha Lima, prefeito de Cruzeiro do Sul, enxerga na cultura um elemento vital para o progresso da cidade e o bem-estar dos munícipes. Sua gestão tem se pautado pelo diálogo constante com os diversos segmentos da sociedade civil, fortalecendo o setor cultural por meio de encontros, fóruns municipais e ouvindo atentamente os anseios dos povos originários e dos artistas locais. “Este é um momento importante que marca o que foi pactuado pela Prefeitura com a sociedade civil para o setor de cultura: o diálogo permanente com todos os segmentos. Cruzeiro do Sul definitivamente hoje está na frente no Estado do Acre no que se refere à gestão cultural”, destaca o secretário Aldemir.

Esse é realmente um momento para se celebrar, o município é o primeiro a lançar os Editais da Lei Paulo Gustavo, no Acre. A consolidação desse trabalho representa um passo significativo para o fortalecimento do cenário cultural de Cruzeiro do Sul e para a construção de um futuro mais rico e vibrante para todos.

Cultura

Lula anuncia R$ 1,6 bilhão para o setor audiovisual

Recursos vão ser utilizados na produção de séries e filmes nacionais

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O governo federal vai investir R$ 1,6 bilhão no setor audiovisual, com foco na produção de filmes e séries nacionais. O anúncio foi feito hoje (19) em evento no Rio de Janeiro que celebrou o Dia Nacional do Cinema. A data é uma referência às primeiras imagens cinematográficas registradas no país, em 19 de junho de 1898, pelo cineasta Afonso Segreto.

Na cerimônia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto que regulamenta a cota de tela em cinema.

A Lei 14.814/2024 foi sancionada em janeiro deste ano e determina que salas de cinema devem exibir uma cota comercial de obras cinematográficas brasileiras até 31 de dezembro de 2033.

Segundo o governo, o objetivo é promover a valorização do cinema nacional. A Agência Nacional do Cinema (Ancine) terá a responsabilidade de fiscalizar o cumprimento da lei, com a exibição dos filmes de forma proporcional durante o ano.

Lula aproveitou o evento para pedir a regulamentação do setor de streaming, discussão que está no Congresso e prevê taxação de plataformas digitais. E para cobrar a valorização das produções audiovisuais brasileiras.

“Eu acho que a gente tem condições de fazer uma regulamentação para que esse país seja livre, soberano, dono do seu nariz, da sua arte e do seu futuro”, disse Lula. “Um país que não tem cultura, que não investe nela, o povo não é povo, é massa de manobra. Porque a cultura politiza e refresca a cabeça das pessoas. Por isso que acreditamos muito na cultura e investimos nela”.

Durante a cerimônia, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, anunciou uma linha de crédito direcionada especialmente para a indústria audiovisual: o BNDES FSA Audiovisual. Ela foi desenvolvida em conjunto com o Ministério da Cultura e a Ancine. O orçamento inicial é de R$ 400 milhões, com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual.

O público-alvo são empresas de controle nacional e o intuito é aprovar projetos com valor mínimo de R$ 10 milhões em custo financeiro básico. Projetos de menor porte terão apoio por meio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

Mercadante disse que o objetivo principal é investir nos principais gargalos de produção e exibição: infraestrutura audiovisual, inovação e acessibilidade.

“Vamos levantar o cinema brasileiro. Garantir tela para quem produz a alma e a história do povo brasileiro”, disse Mercadante.

Por Rafael Cardoso – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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Cultura

Pesquisa de ambientação para roteiro sobre seringueiros é tema de conversa com Arquilau de Melo

Arison Jardim e a pesquisa para o roteiro de “Amazônia: Uma história de amor” encontram inspiração na vida e nas histórias de Arquilau de Melo

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O projeto “Amazônia: Uma história de amor”, aprovado para financiamento pela Lei Paulo Gustavo e administrado pela Fundação Elias Mansour, no Acre, está em desenvolvimento e conta com a participação de diversos profissionais. O projeto, liderado por Maria Meirelles, tem roteiro escrito pelo jornalista Arison Jardim e é inspirado na vida dos seringueiros da Amazônia. Nesta terça-feira, 18, Arison Jardim conduziu uma conversa com o ex-desembargador Arquilau de Melo para coletar informações e ambientar a narrativa do filme.

O projeto, intitulado “Amazônia: Uma história de amor”, narra a vida de Raimundo Nonato e sua família, focando no cotidiano dos seringueiros e na complexidade das relações sociais na região. A história aborda temas como o extrativismo, a conservação ambiental e as desigualdades sociais, destacando-se por sua relevância cultural e social.

Arquilau de Melo, que nasceu em um seringal, no Alto do Rio Juruá Mirim, na região do Juruá, compartilhou suas experiências desde a infância no seringal até sua trajetória como advogado, juiz e, posteriormente, desembargador. Ele relembrou sua infância no seringal e a mudança para a cidade aos sete anos para estudar.

Após formar-se em direito, atuou como advogado em defesa dos seringueiros e trabalhadores rurais. Sua atuação como juiz e desembargador foi marcada pela busca por justiça e pela valorização da história e cultura do Acre. Atualmente, é curador do espaço Casa Museu, um ponto de cultura que está sempre aberto para receber escolas e grupos, sem qualquer cobrança financeira, promovendo um ambiente de diálogo e aprendizado.

Arison Jardim busca retratar a realidade da Amazônia, destacando a importância da preservação ambiental e a luta por justiça social na região. Foto: Alexandre N Nobre

Durante a conversa, Arquilau detalhou aspectos importantes da vida dos seringueiros, como as dificuldades enfrentadas no trabalho e as relações sociais na região. Ele mencionou a prática de “correrias” contra os indígenas, a exploração dos trabalhadores e a complexa dinâmica entre seringueiros e seringalistas. Além disso, discutiu a influência de figuras históricas e as mudanças econômicas e sociais na Amazônia ao longo do tempo.

A conversa forneceu material valioso para o roteiro de “Amazônia: Uma história de amor”, contribuindo para uma representação autêntica e detalhada do cotidiano dos seringueiros. A produção busca retratar a realidade da Amazônia, destacando a importância da preservação ambiental e a luta por justiça social na região. “Nós temos uma história fantástica, bonita, de luta, de guerra, na Amazônia. É fundamental que a gente mantenha viva a memória dessa história”, afirma.

“Amazônia: Uma história de amor” é um projeto selecionado por sua capacidade de abordar questões essenciais para a compreensão da história e cultura da Amazônia. “Contar as histórias, escrever sobre aquilo que o pessoal viveu é uma maneira de manter viva essa história”, declarou Arquilau.

Sobre o Casa Museu

A conversa foi realizada no espaço Casa Museu, construído por Arquilau e sua família em sua casa e que promove o reconhecimento e a valorização da identidade acreana e amazônica, destacando a importância de conhecer e preservar a própria história. Este esforço ajuda a combater preconceitos e a valorizar as contribuições dos trabalhadores locais, como os seringueiros.

Casa Museu: Um refúgio de memória e cultura acreana, criado por Arquilau de Melo e sua família, para preservar e valorizar a história dos seringueiros e a identidade amazônica – Foto Jean Andrade

Apesar dos desafios financeiros e logísticos, Arquilau de Melo investiu seus próprios recursos na criação do espaço atual da Casa Museu. Ele acredita que a gestão do museu deve estar nas mãos da sociedade civil, garantindo a perenidade e a continuidade do projeto independente das variações na administração pública.

Projeto: Desenvolvimento do roteiro e longa-metragem de ficção intitulado “Amazônia: Uma História de Amor”
Proponente: Maria Meirelles
Financiamento através de recursos da Lei Paulo Gustavo.
Edital Lei Paulo Gustavo Acre – Edital de Audiovisual Nº 006/2023
FUNDAÇÃO DE CULTURA E COMUNICAÇÃO ELIAS MANSOUR – FEM

Assessoria: Maria Mariah Fotos: Alexandre Nunes e Jean Andrade

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Cultura

Projeto Som do Acre abre inscrições para artistas e bandas locais

Iniciativa busca fortalecer a cena musical do estado com mapeamento, formação e oportunidade de apresentação nacional

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As inscrições para o Projeto Som do Acre estão abertas até 28 de junho. Fruto de uma emenda parlamentar do Deputado Federal Leo de Brito (PT-AC), o projeto visa fortalecer a cena musical do estado e é gratuito para artistas e bandas locais. A participação deve ser confirmada por meio da inscrição na Rede Floresta Ativista.

O projeto é dividido em três etapas. A primeira fase, intitulada “Mapeamento da Cena”, pretende traçar um perfil da música acreana. A segunda etapa, “Formação Avançada”, oferecerá oficinas gratuitas sobre mercado musical e gestão de carreira, programadas para ocorrer entre os dias 1 e 4 de julho. Na terceira fase, “Posicionamento Nacional”, os participantes concorrem a uma viagem para São Paulo, onde terão a oportunidade de se apresentar na @navecoletiva da @midianinja.

Banda Fire Angel / Festival Chico Pop na Concha Acustica de Rio Branco Foto: Sérgio Vale

Para participar, os interessados devem preencher o formulário disponível em rede.florestaativista.org/som e garantir 100% de presença nas quatro oficinas oferecidas.

Mais informações podem ser obtidas pelo Instagram @som.vc

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