A Prefeitura de Cruzeiro do Sul, vai realizar melhorias em aproximadamente 200 km de ramais durante o verão amazônico. A iniciativa visa beneficiar as comunidades rurais e melhorar o escoamento da produção agrícola da região.
“Os serviços de recuperação dos ramais incluirão raspagem, aterro e eliminação de atoleiros, colocação de bueiras e melhoria de pontes”, explicou Eutimar Sombra, titular da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento. Segundo ele, a prefeitura mobilizará uma patrulha mecanizada composta por um trator de esteira, uma escavadeira hidráulica, uma motoniveladora, uma pá carregadeira, um rolo compactador, dois caminhões basculantes, um caminhão de caçamba, uma retroescavadeira e uma patrulha mecanizada para realizar essas atividades.
“O custo estimado para o melhoramento dos ramais é de aproximadamente R$15 mil por quilômetro, levando em consideração a localidade e a dificuldade de acesso”, afirmou Josivaldo, Secretário Municipal de Desenvolvimento Urbano e Obras. Ele explicou que esse valor engloba os gastos com combustível, mão de obra e manutenção dos equipamentos utilizados durante as obras.
Prefeito Zequinha acompanha de perto as obras e ouve a comunidade – Foto Cedida
Secretário Eutimar também lembrou que os agricultores que residem nessa área cultivam uma variedade de produtos, como banana, abacaxi, farinha de mandioca, mamão e verduras. Esses alimentos são comercializados principalmente no mercado de Cruzeiro do Sul. No entanto, durante o inverno, o escoamento da produção se torna quase impraticável devido às condições precárias dos ramais.
“É uma alegria imensa ver as máquinas trabalhando aqui no Ramal do Centrinho. Agora, finalmente, o carro chega até a porta da nossa casa”, comemorou Olinda Bonifacio de Souza, moradora da região. Ela expressou sua felicidade ao presenciar o progresso e a melhoria nas condições de acesso proporcionadas pelas obras realizadas no ramal. Agora, graças aos esforços da prefeitura, o transporte ficará mais fácil e conveniente para os residentes locais.
Cristiano Gomes, morador da região, falou da dificuldade de acesso enfrentada. Ele ressalta como as melhorias nos ramais contribuirão para o aumento da produção agrícola local, permitindo que os agricultores transportem seus produtos de forma mais eficiente e ampliem seu alcance ao mercado. “Ajuda a gente a produzir mais, plantar mais e possibilita levar nossos alimentos ao mercado em Cruzeiro do Sul”, destacou .
Para viabilizar o investimento necessário, a Prefeitura de Cruzeiro do Sul firmou um convênio com o Governo do Estado, que contribuirá com R$700 mil. Com isso, o valor total investido na recuperação de ramais este ano será em torno de R$3 milhões.
Essa iniciativa da Prefeitura de Cruzeiro do Sul representa um importante passo para o desenvolvimento da região, proporcionando melhores condições de infraestrutura e facilitando o escoamento da produção agrícola. Espera-se que essas melhorias beneficiem não apenas os agricultores locais, mas também a economia local como um todo.
A recuperação do Ramal das Cooperativas entrou na rota do programa Prefeitura nas Ruas, e o prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, acompanhou de perto os serviços executados na região. A ação mira um dos principais problemas enfrentados pelos moradores: as dificuldades de acesso em trechos comprometidos pelo desgaste da via.
Durante a vistoria, o prefeito esteve ao lado do presidente da Empresa Municipal de Urbanização de Rio Branco, Abdel Derze, enquanto equipes e máquinas trabalhavam na manutenção do ramal. A intervenção foi concentrada em pontos que exigem melhoria imediata para garantir mais segurança e melhores condições de tráfego.
O serviço faz parte da estratégia da prefeitura de ampliar as frentes de infraestrutura em áreas com demanda represada. Em regiões como o Ramal das Cooperativas, a precariedade das vias afeta a circulação de moradores, o transporte e a rotina de quem depende do acesso diário para sair de casa.
Alysson Bestene afirmou que a gestão pretende manter as ações em outras localidades da capital, com foco na recuperação de ruas e ramais. Segundo ele, o objetivo é reforçar a presença do poder público nas comunidades e acelerar a resposta a problemas de mobilidade e infraestrutura.
Com a nova frente de trabalho, o Ramal das Cooperativas passa a integrar o cronograma de manutenção urbana da prefeitura, que busca melhorar a trafegabilidade em áreas consideradas prioritárias de Rio Branco.
Os pequenos negócios já formam a maioria entre os produtores de café do país e respondem por 54% do total, segundo levantamento nacional feito com 1.102 cafeicultores de 14 estados. O dado mostra o peso das propriedades de menor porte na cafeicultura brasileira, enquanto os médios produtores representam 38% e os grandes, 8%.
A força desse perfil aparece com mais clareza fora do Sudeste. Rondônia registra a maior participação de pequenos produtores, com 87%, seguida pelo Acre, com 83%, e por Goiás e Distrito Federal, com 76%. Em Minas Gerais e São Paulo, dois dos principais polos da cafeicultura nacional, predominam os produtores de médio porte.
O retrato do setor também revela um perfil experiente. Entre os pequenos negócios, a média é de 49 anos de idade e 21 anos de atuação na atividade. Os homens seguem como maioria, com 79% dos produtores, enquanto as mulheres somam 21%.
A geração X lidera entre os entrevistados, com 41%, à frente dos boomers, com 29%, e dos millennials, com 27%. A geração Z ainda tem presença reduzida e representa 3% do total. Mais da metade dos cafeicultores ouvidos concluiu pelo menos o ensino médio, e os maiores percentuais de produtores com ensino superior e pós-graduação aparecem em Goiás, Distrito Federal, Paraíba, São Paulo e Minas Gerais.
A pesquisa também mostra um setor cada vez mais voltado à agregação de valor. Seis em cada dez produtores afirmaram trabalhar com café especial. Além disso, 27% já têm certificações socioambientais e outros 29% disseram que pretendem buscar esse reconhecimento. O avanço desse movimento reforça a aposta em qualidade, sustentabilidade e diferenciação para ampliar espaço no mercado.
Trabalhadores com renda mensal de até R$ 8.105 já podem usar parte do saldo do FGTS para amortizar ou quitar dívidas em atraso dentro do Novo Desenrola Brasil, modalidade que começou a valer nesta segunda-feira (25). A liberação é feita pelo aplicativo do FGTS e permite o uso de até 20% do saldo disponível ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor.
A adesão depende de autorização do trabalhador no aplicativo para que as instituições financeiras consultem o saldo liberado. Depois da renegociação da dívida com o banco, a Caixa fará a transferência do valor diretamente à instituição responsável pelo contrato. O processo dispensa ida a agências bancárias e deve ser formalizado em até 30 dias após a consulta do saldo.
Podem entrar nessa etapa dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026, com atraso entre 90 dias e dois anos, nas modalidades de cartão de crédito, cheque especial e Crédito Direto ao Consumidor. As renegociações do programa preveem descontos de 30% a 90%, juros de até 1,99% ao mês, prazo de até 48 meses para pagamento e limite de R$ 15 mil por pessoa em cada banco.
Os recursos podem sair de contas ativas e inativas do FGTS, com prioridade para as inativas. Ao optar por usar o fundo para pagar dívidas, o trabalhador terá suspensos temporariamente novos saques anuais e antecipações do saque-aniversário até a recomposição do saldo.
Lançado no início de maio, o Novo Desenrola Brasil tem duração de 90 dias e foi dividido em quatro frentes: famílias, Fies, empresas e setor rural. A expectativa do governo é movimentar até R$ 8,2 bilhões em recursos do FGTS dentro dessa nova etapa e ampliar a renegociação de débitos num momento de forte endividamento das famílias.
O avanço do programa ocorre junto com alertas do governo sobre golpes envolvendo páginas falsas e cobrança antecipada por Pix. A orientação é fazer a autorização apenas pelos canais oficiais e confirmar a negociação diretamente com bancos e instituições financeiras.