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Cultura

Rio Branco sedia a 1ª Semana Cultural Andina no Lago do Amor, de 12 a 14 de setembro

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A 1ª Semana Cultural Andina começa nesta sexta-feira, 12 de setembro, no Lago do Amor, em Rio Branco, com programação aberta ao público das 17h às 22h até domingo, 14, para promover o intercâmbio cultural entre Peru, Bolívia e Acre.

O evento é organizado pelo Governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Turismo e Empreendedorismo (Sete), com apoio dos Consulados do Peru e da Bolívia, da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e das secretarias estaduais da Casa Civil (SECC), de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), de Comunicação (Secom) e de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH). A programação prevê apresentações musicais, comidas típicas e exposições de artesanato, com participação de uma agência de viagens do Peru, que ofertará pacotes turísticos. “Vamos estar aqui recebendo, na nossa capital, os nossos vizinhos da Bolívia e do Peru, onde eles estarão oferecendo a cultura, o artesanato e a comida”, afirmou o secretário de Turismo e Empreendedorismo, Marcelo Messias, ao convidar a população para conhecer a programação no Lago do Amor.

A realização ocorre após a criação da Lei nº 4.425, de 2024, que instituiu a Semana Cultural Andina para incentivar a integração entre os países da tríplice fronteira e estimular a organização de eventos culturais. A proposta é de autoria do deputado estadual Luiz Gonzaga. A expectativa do governo é consolidar a iniciativa no calendário oficial do estado, ampliando o alcance de manifestações artísticas e a visibilidade das tradições compartilhadas nas regiões de fronteira. “É um convite que fazemos para virem prestigiar este grande evento neste final de semana”, disse Patrícia Parente, diretora de Empreendedorismo da Sete, ao destacar as apresentações de danças bolivianas e peruanas, além de gastronomia e artesanato.

A organização aponta que populações de fronteira compartilham costumes e tradições de forma contínua, e que ações culturais podem fortalecer vínculos e favorecer parcerias econômicas e turísticas. Para o coordenador da Casa Civil, Ítalo Medeiros, o encontro permite observar semelhanças e compreender seus significados: “A cultura ajuda a diminuir distâncias e as expressões artísticas colaboram para a superação de barreiras.” Entre os impactos esperados, estão aumento de fluxo de visitantes ao espaço do evento, estímulo a arranjos produtivos ligados ao artesanato e à gastronomia, e criação de oportunidades para agentes culturais locais e empreendedores do setor de turismo.

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Cultura

Caetano Veloso e Maria Bethânia vencem Grammy 2026 de Melhor Álbum de Música Global

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Os irmãos Caetano Veloso e Maria Bethânia venceram neste domingo (1º) o Grammy Awards 2026 na categoria Melhor Álbum de Música Global, com o disco Caetano e Bethânia Ao Vivo, registro da turnê realizada entre 2024 e 2025 em diversas cidades brasileiras. A premiação ocorreu em Los Angeles, nos Estados Unidos, durante a 68ª edição da cerimônia.

O álbum premiado reúne gravações ao vivo da turnê que percorreu capitais como Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Recife, Fortaleza e Curitiba. Lançado pela Sony Music Brasil em 26 de maio de 2025, o projeto apresenta repertório que atravessa diferentes fases das trajetórias individuais dos dois artistas e retoma a parceria registrada no disco “Maria Bethânia e Caetano Veloso – Ao Vivo”, de 1978.

A produção foi reconhecida na categoria Melhor Álbum de Música Global e o prêmio foi recebido em nome dos artistas pela apresentadora Dee Dee Bridgewater, durante o evento em Los Angeles.

No repertório, o disco reúne canções como “Reconvexo”, “Cajuína”, “O Quereres” e “Alegria, Alegria”, além de uma versão inédita de “Fé”, composição de Iza reinterpretada pelos irmãos . O projeto também inclui releituras de “Baby” e “Vaca Profana”, em homenagem à cantora Gal Costa, além de obras de compositores como Gilberto Gil, Raul Seixas, Erasmo Carlos e Roberto Carlos.

Para Caetano Veloso, a vitória representa sua sexta indicação ao Grammy e a terceira premiação na categoria. O artista já havia vencido anteriormente com o álbum “Livro”, em 1998, e como produtor de “João Voz e Violão”, de João Gilberto, em 2000 . Para Maria Bethânia, esta é a primeira conquista na premiação internacional.

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Nas redes sociais, os artistas comemoraram o resultado. “Que alegria em vencermos o @grammys de ‘Melhor Álbum Internacional’ juntos! Em especial, gostaríamos de agradecer aos músicos que ao nosso lado, fizeram esse disco acontecer. O nosso muito obrigado a todos que ouviram o disco, foram aos shows e compartilharam desta história conosco!”, escreveram.

A premiação ocorre em um contexto de retomada das turnês presenciais e reforça a presença da música brasileira em circuitos internacionais. O reconhecimento amplia a visibilidade de produções ao vivo e de repertórios que revisitam diferentes momentos da música popular brasileira, além de consolidar a trajetória dos dois artistas em premiações internacionais.

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Cultura

Escola de Baques promove aulas semanais com Mestra Zenaide Parteira em Rio Branco

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A Escola de Baques iniciou, em Rio Branco, uma série de encontros musicais semanais conduzidos pela Mestra Zenaide Parteira, com atividades voltadas à prática dos Baques de Samba e de Marcha, manifestações tradicionais ligadas aos saberes da floresta. As aulas ocorrem até o mês de março, sempre às quintas-feiras, das 18h às 20h, na Casa de Cultura da Gameleira, localizada no bairro Seis de Agosto, e têm como objetivo ampliar o acesso à formação musical e à transmissão de conhecimentos tradicionais no estado.

Os encontros são abertos a instrumentistas, percussionistas e pessoas interessadas em iniciar a prática musical coletiva. Segundo a organização, a proposta contempla tanto participantes que já possuem experiência e levam seus próprios instrumentos quanto iniciantes que desejam desenvolver técnica, repertório e noções básicas de ritmo. Cada aula tem duração de duas horas e inclui a prática do repertório da mestra, atividades de canto, exercícios de respiração, estudo de ritmos e momentos de compartilhamento de saberes culturais ligados à vida comunitária e aos ofícios tradicionais da floresta.

Mestra Zenaide Parteira é reconhecida por sua atuação na cultura popular acreana, reunindo em sua trajetória a prática musical, a composição e o trabalho como parteira tradicional. Nascida no interior do Acre, ela reúne memórias e experiências transmitidas oralmente ao longo de décadas, que dialogam com festas populares, práticas comunitárias e formas coletivas de organização cultural. De acordo com a Escola de Baques, a condução direta das atividades pela mestra permite que o aprendizado ocorra de forma integrada, unindo prática musical e transmissão de conhecimentos ancestrais.

A iniciativa integra o Programa Olhos d’Água, da Rede Nacional de Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura, vinculada ao Ministério da Cultura. A realização é do Instituto Nova Era de Desenvolvimento Socioambiental, por meio do Baquemirim, em parceria com a Casa de Cultura da Gameleira. A expectativa dos organizadores é que os encontros contribuam para a valorização das tradições musicais locais e para o fortalecimento de espaços de formação cultural acessíveis à população de Rio Branco.

Serviço
Local: Casa de Cultura da Gameleira — Rua Cunha Matos, 531, Rio Branco/AC
Dia e horário: quintas-feiras, das 18h às 20h
Inscrições / informações: WhatsApp (68) 99233-5091

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Saiba mais em: instagram.com/baquemirim/ 

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Cultura

Oficina Ensaios no real e na ficção será realizada na Usina João Donato em fevereiro

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A oficina Ensaios no real e na ficção será realizada no dia 4 de fevereiro, das 18h às 21h, na sala de dança da Usina João Donato, em Rio Branco, e propõe ao público em geral um processo de criação artística baseado na relação entre corpo, memória e experiência pessoal, tomando a autobiografia como ponto de partida para a construção cênica. A atividade será conduzida pela multiartista Marcia Regina, integrante da cia. víÇeras, e tem como foco investigar como elementos da vida cotidiana podem ser acionados na criação em artes vivas.

A proposta da oficina se organiza a partir da ideia de atravessar os limites entre o vivido e o inventado, sem estabelecer separações rígidas entre realidade e ficção. O trabalho se apoia em procedimentos desenvolvidos ao longo da trajetória da artista, que transita entre dança, teatro, cinema e artes visuais, e dialoga com processos criativos de obras em circulação, como o espetáculo “Isto também passará, antes que eu morra”, apresentado na mesma semana da atividade. Segundo Marcia Regina, a investigação busca compreender como o encontro entre experiências reais e construções ficcionais pode gerar cenas que se relacionam diretamente com a vida. “O foco está em perceber como esse encontro acontece e como, a partir dele, podemos construir mundos que nascem da própria experiência”, afirma.

Ao longo da oficina, o processo de criação não se orienta pela produção de resultados fechados, mas pela experimentação de procedimentos que colocam em questão formas tradicionais de composição cênica. A proposta é deslocar a ideia de cena como espaço separado da vida, tratando a memória como elemento ativo e presente. Para a artista, a memória não aparece como recordação distante, mas como material em constante transformação, capaz de produzir ações, gestos e narrativas no tempo do encontro.

O corpo ocupa papel central nesse percurso, entendido como território de dramaturgia e ponto de articulação entre tempo e espaço. A partir dessa abordagem, os participantes são convidados a observar e experimentar relações entre corpo, ambiente, objetos e outras pessoas, criando ações que emergem dessas interações. “O meu trabalho parte do entendimento do corpo no tempo e no espaço, e das relações que se constroem a partir daí”, explica Marcia.

Durante o encontro, serão propostas práticas de improvisação, exercícios de criação individual e coletiva e momentos de troca entre os participantes. As ações são pensadas para dialogar com o grupo e com o que se apresenta no momento da oficina, permitindo que o processo seja atravessado pelas experiências compartilhadas. “Existe sempre uma abertura para o que surge no encontro, porque o trabalho se alimenta do que é palpável no presente”, destaca a artista.

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A criação coletiva e a escuta também estruturam a atividade, que prevê momentos de reflexão sobre os processos desenvolvidos e uma partilha das cenas experimentadas. O encerramento da oficina propõe uma conversa sobre como as práticas artísticas podem reverberar no cotidiano, valorizando o percurso vivido durante o encontro.

Aberta ao público em geral, a oficina oferece um espaço de experimentação em que arte e vida se articulam por meio do corpo e da experiência pessoal. As inscrições podem ser feitas por meio de formulário online disponibilizado pela organização >> https://goo.su/eUueXD

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