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Política

Café no Acre: Crescimento e Desafios Transformam a Realidade de Agricultores Familiares

Deputado Edvaldo Magalhães PCdoB destaca a importância da cafeicultura e propõe investimentos para impulsionar a produção no Acre.

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A produção de café tem ganhado destaque no Acre, impulsionando a realidade de inúmeras famílias agricultoras do estado. Na última semana, o tema foi pauta prioritária nas agendas políticas, com ênfase nos desafios enfrentados pelos produtores, principalmente os da Agricultura Familiar. O Deputado Estadual Edvaldo Magalhães,PCdoB Acre, é um entusiasta da cafeicultura e tem desempenhado um papel fundamental ao propor investimentos e medidas para impulsionar ainda mais esse setor.

Com o aumento significativo da produção de café no Acre, os agricultores familiares têm enfrentado novos desafios, sobretudo relacionados à secagem dos grãos. Para abordar essa questão e buscar soluções, a diretora da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Perpétua Almeida, acompanhada de sua equipe, realizou uma visita ao secretário de Estado de Agricultura, José Luís Tchê.

O Deputado Edvaldo Magalhães, ciente da importância da cafeicultura para o desenvolvimento econômico e social do Acre, destacou a necessidade de um olhar atento para os produtores, especialmente aqueles da Agricultura Familiar. Ele ressaltou que, com o aumento da safra, é fundamental fornecer o suporte necessário para garantir que os grãos sejam devidamente secos, evitando prejuízos aos agricultores.

foto: Assessoria/reprodução

“Vamos apresentar nova emenda, para o Orçamento de 2024, no sentido de destinar mais dinheiro para esta cultura tão importante que avança em todo o Acre!”

Empenhado em fortalecer o setor cafeeiro no estado, o Deputado Magalhães teve uma participação crucial na destinação de recursos para a compra de mudas e insumos, fomentando ainda mais a produção local. Além disso, o parlamentar anunciou que apresentará uma nova emenda, destinando mais recursos ao Orçamento de 2024, com o intuito de impulsionar a cultura do café no Acre.

A cafeicultura tem sido uma atividade de grande relevância para a economia acreana, proporcionando renda e qualidade de vida às famílias agricultoras. O aumento da produção demonstra o potencial do estado nesse setor, tornando-se uma fonte importante de receitas para as comunidades rurais.

Diante do cenário promissor, é essencial que o poder público, continuem trabalhando em conjunto para superar os desafios e criar oportunidades que impulsionem ainda mais a cafeicultura no Acre.

Política

Eleitor que não votou no primeiro turno poderá participar do segundo

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Quem não compareceu às urnas no primeiro turno das Eleições 2026 ainda poderá votar normalmente no segundo turno, marcado para o dia 25 de outubro. A ausência registrada no último domingo (4) não impede o eleitor de participar da próxima etapa da eleição.

A regra ocorre porque cada turno é tratado pela Justiça Eleitoral de forma independente. Assim, mesmo quem faltou à primeira votação poderá comparecer no segundo turno, desde que esteja com a situação eleitoral regular.

O eleitor ausente também deverá justificar a falta referente ao primeiro turno. O prazo vai até 3 de dezembro de 2026. A justificativa pode ser apresentada pelos canais disponibilizados pela Justiça Eleitoral ou diretamente em um cartório eleitoral.

Caso o eleitor também não vote no segundo turno, será necessário justificar novamente, já que as ausências são contabilizadas separadamente. Para a votação de 25 de outubro, o prazo para apresentar a justificativa termina em 8 de janeiro de 2027.

A falta sem justificativa pode gerar multa e outras pendências eleitorais. O cancelamento do título pode ocorrer quando o eleitor deixa de votar em três eleições consecutivas sem justificar a ausência ou regularizar a situação, considerando que cada turno corresponde a uma eleição.

No Acre, onde haverá segundo turno para a escolha do próximo governador, quem não participou da votação do dia 4 poderá retornar às urnas no dia 25 e votar normalmente na disputa estadual.

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Política

Acre elege 24 homens e deixa mulheres fora da Assembleia Legislativa

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O Acre não elegeu nenhuma mulher para a Assembleia Legislativa nas eleições deste domingo (4). Com 100% das 2.270 seções totalizadas, as 24 cadeiras da próxima legislatura ficaram com candidatos homens, deixando a Aleac sem representação feminina entre os titulares a partir de 2027.

A maior bancada será formada pela Federação União Progressista, que conquistou nove vagas. Foram eleitos Nicolau Júnior, Fagner Calegario, Clodoaldo Rodrigues, André da Droga Vale, Manoel Moraes, Adailton Cruz, Samir Bestene, Tio Pablo Bregense e Afonso Fernandes.

O PL terá quatro deputados estaduais: Chiquinho do Duda, Arlenilson Cunha, Raimundo Neném e Gláucio Pedrosa. O Republicanos elegeu três nomes: Eduardo Ribeiro, Gene Diniz e Tadeu Hassem.

PSD e MDB conquistaram duas cadeiras cada. Pelo PSD, foram eleitos Jailson Amorim, com 5.158 votos, e Antonio Pedro, com 5.118. No MDB, as vagas ficaram com Marcus Alexandre, que recebeu 12.872 votos, e Tanizio Sá, com 12.023. Antonia Sales, também do MDB, recebeu 5.809 votos e ficou na suplência.

As demais cadeiras foram conquistadas por Edvaldo Magalhães, do PCdoB, com 9.273 votos; Emerson Jarude, do Novo, com 9.434; Tchê, do PDT, com 10.003; e Leôncio Castro, do PSDB, com 4.933. Taiane Santos, do PDT, obteve 2.748 votos e ficou na suplência da legenda.

A disputa mais apertada por uma cadeira ocorreu dentro da Federação União Progressista. Afonso Fernandes conquistou a última vaga do grupo com 9.593 votos, apenas 62 a mais que Whendy Lima, que recebeu 9.531 e ficou na primeira suplência da federação.

O resultado deixa a próxima composição da Assembleia formada integralmente por homens. No total, a Federação União Progressista terá nove deputados; o PL, quatro; o Republicanos, três; PSD e MDB, dois cada; e Federação Brasil da Esperança, Novo, PDT e Federação PSDB-Cidadania, uma cadeira cada.

Na disputa para a Câmara dos Deputados, o cenário foi diferente. Duas mulheres conquistaram mandato federal pelo Acre: Socorro Neri, do PP, com 39.587 votos, e Perpétua Almeida, do PCdoB, com 15.800. Elas ocuparão duas das oito vagas acreanas na Câmara a partir de 2027.

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Política

Mailza Assis e Alan Rick vão disputar segundo turno pelo Governo do Acre

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A eleição para o Governo do Acre será decidida no segundo turno entre Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos). Com 99,52% das seções totalizadas na noite deste domingo (4), Mailza aparecia na primeira colocação, com 49,76% dos votos válidos, enquanto Alan ocupava o segundo lugar, com 32,28%.

Às 18h32, horário local, o sistema de apuração registrava 2.259 das 2.270 seções do Acre já totalizadas. Mailza somava 217.576 votos. Alan Rick tinha 141.150 votos.

Mailza liderou a contagem durante a apuração e chegou próxima dos 50% necessários para encerrar a eleição no primeiro turno. Com a definição da disputa em duas etapas, a atual governadora enfrentará diretamente Alan Rick na segunda votação.

Tião Bocalom (PSDB) terminou a disputa fora do segundo turno. Na atualização anterior da apuração, ele aparecia na terceira colocação, seguido por Thor Dantas (PSB).

O segundo turno está marcado para 25 de outubro. Os eleitores acreanos voltarão às urnas para escolher entre Mailza Assis e Alan Rick quem comandará o Governo do Acre pelos próximos quatro anos.

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