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Assessoria

Cooperativas participam de reunião com diretor do MDA que veio ao Acre para avaliar prejuízos causados pela enchente nas áreas rurais

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Dirigentes de cooperativas da agricultura familiar participaram nesta segunda-feira, 4, de reunião com o diretor do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), José Henrique, que representou o ministro Paulo Teixeira na comitiva do governo federal liderada pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes e pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que vieram ao Acre para vistoriar municípios atingidos pela enchente e avaliar prejuízos e danos nas cidades e áreas rurais.

Responsável pelo encontro que foi realizado no auditório da Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), o superintendente do MDA no Acre, Cesário Braga, enfatizou a importância da presença de representantes do governo Lula neste momento de tragédia causada pelas inundações.

“A ideia desse encontro foi juntar as entidades que trabalham com a agricultura familiar e apresentar para o Ministério a nossa proposta de ação imediata para quem foi atingido pela cheia. São cinco pontos centrais: a importância de criar um crédito emergencial para essas famílias; a renegociação do PRONAF; o fortalecimento do PAA; a criação de distribuição de alimento; e que os créditos tanto do PRONAF A, como do PRONAF B, possam ser operacionalizados a partir de um arranjo institucional com o governo do Estado e o Governo Federal dentro dessas áreas que foram atingidas”, explicou.

Impactos da enchente na agricultura familiar

Durante o encontro, o secretário da Seagri, José Luiz Tchê, apresentou ao diretor do MDA, José Henrique, o relatório preliminar com os impactos econômicos e sociais causados cheia do Rio Acre. O documento aponta que cerca de 77% das propriedades rurais atingidas pelas chuvas e ou enchentes, estavam preparadas para o plantio.

“Os danos atrasam o processo de plantio e geram prejuízos financeiros e operacionais, comprometendo a produtividade e a rentabilidade dessas propriedades”, disse o secretário.

Na ocasião, o diretor do MDA, apontou possíveis soluções que estão sendo avaliadas pelo governo federal para minimizar os danos sofridos pelos produtores.

“No âmbito do Ministério de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, a gente faz gestão sobre políticas tais como as políticas de crédito rural, de seguro da agricultura familiar, programa de garantia de preços, então nesse sentido, a gente já vai pensar soluções para ajudar esses agricultores familiares, por exemplo, a possibilidade que já existe deles prorrogarem as parcelas de custeio que vencem nesse ano e que eles não conseguirão pagar, porque a sua produtividade foi amplamente afetada. A gente também vai trabalhar outras propostas que o superintendente do MDA, Césario, já encaminhou enquanto necessidade dos agricultores familiares aqui do estado do Acre”, disse.

Cooperativas presentes

No Acre, mais de 40 cooperativas vinculadas ao Sistema OCB fazem parte do Ramo da Agricultura Familiar, o presidente da instituição no estado, Valdemiro Rocha, participou da reunião e salientou a importância das políticas públicas voltadas para a agricultura familiar no governo Lula, bem como a importância da comitiva no Acre para apoiar os afetados pela alagação.

“O retorno do MDA, a partir da eleição do presidente Lula, tem sido fundamental para as políticas vinculadas à agricultura familiar, ao extrativismo. Agradeço a presidente Lula por estar mandando uma caravana, uma missão, para buscarmos solucionar os problemas causados pelas cheias aqui no Estado”, afirmou.

De seu lado, a presidente da Cooperativa AcreVerde e diretora do Ramo da Agricultura Familiar do Sistema OCB, Fátima Maciel, informou que quase todas as cooperativas tiveram perdas e que o encontro com o representante do MDA traz esperança de ajuda para os produtores nesse momento.

“Podemos dizer que quase todas as cooperativas foram afetadas pelas chuvas ou pelas cheias dos rios e igarapés, pois temos cooperados em muitas regiões. As cooperativas precisam fazer a retirada de produtos como abóbora, macaxeira, para que não sofram tanto com as chuvas, corremos o risco de não comercializar, a expectativa é de que esses produtos sejam comprados através dos programas do governo para que nossas perdas não sejam tão grandes, e que esses produtos sejam doados para famílias atingidas pela alagação. Esse encontro foi muito importante, pois foram debatidas possíveis soluções para nos ajudar, e vemos o empenho do governo”, disse.

Além da Acreverde, estiveram presentes a Cooperativa dos Agricultores Familiares do Polo Geraldo Fleming de Rio Branco Acre (Coopermix); a Cooperativa de Produtores e Produtoras de Agricultura Familiar e Economia Solidária do Polo Geraldo Fleming (COOPAF); e a Cooperativa de Produção, Comercialização e Economia Solidária (Amigos Solidários). Também estiveram presentes na reunião a superintendente da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) no Acre, Alessandra Ferraz, e o presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Acre (Emater), Rynaldo Lúcio.

Texto: Andréia Oliveira e Amanda Oliveira / Fotos: Luã Braga

Assessoria

Expoacre 2026: setor gráfico celebra ano de incremento nas vendas

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Tecnologia, novos hábitos de consumo e um mercado cada vez mais competitivo estão transformando a indústria gráfica. Ao mesmo tempo, 2026 tem sido um ano de oportunidades para o segmento no Acre, impulsionado por eventos que ampliam a demanda por serviços gráficos. Esse cenário foi discutido na noite desta sexta-feira (7), no Espaço Indústria, durante a Expoacre 2026, que reuniu empresários do setor.

De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado do Acre (Sindigraf/AC), José Afonso Boaventura, o ano tem sido extremamente positivo para as empresas do segmento.

“É um ano ímpar, em virtude de eventos como a Copa do Mundo e as eleições, que contribuem diretamente para aquecer o setor. A Expoacre também resulta em muitas demandas para as gráficas”, celebrou.

O empresário também ressaltou as importantes parcerias mantidas pelo Sindigraf com instituições como a Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), o Sebrae, o Governo do Estado e a Prefeitura de Rio Branco. Segundo ele, essas iniciativas têm contribuído para fortalecer as empresas e ampliar as oportunidades para o setor.

“A FIEAC, assim como o Sebrae, nos possibilitam capacitações, cursos e a participação em importantes feiras, para que possamos acompanhar as tendências do setor. E o Governo do Acre e a Prefeitura de Rio Branco têm valorizado nossas indústrias por meio das Compras Governamentais”, pontuou Boaventura.

Durante o encontro no Espaço Indústria, o presidente do Sindigraf também aproveitou a oportunidade para fazer um convite aos candidatos que disputarão as eleições de 2026: priorizar as empresas gráficas acreanas na contratação de serviços.

“O setor gráfico se preparou, adquiriu equipamentos de ponta e nosso parque tecnológico não deixa nada a desejar em relação ao que é feito nos grandes centros do país”, assinalou.

A participação do Sindigraf na Expoacre reforça a proposta do Espaço Indústria de aproximar os diferentes segmentos produtivos da sociedade, apresentando a força, os desafios e as oportunidades da indústria acreana.

Texto: Whilley Araújo Fotos: Sérgio Vale e Gleilson Miranda

Assessoria FIEAC

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Acre

Espaço Indústria destaca a força da panificação e do setor de sorvetes no Acre

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Na noite de quinta-feira (6), o Espaço Indústria da Expoacre 2026 recebeu um encontro promovido pelo Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do Estado do Acre (Sindpan) e pelo Sindicato das Indústrias de Sorvetes do Estado do Acre (SindSorvetes). A programação reuniu empresários dos dois segmentos para um momento de integração e apresentação das ações desenvolvidas pelas entidades em prol do fortalecimento da indústria alimentícia acreana.

Durante o evento, os presidentes das entidades, Mauro Cezar do Nascimento (Sindpan) e Francisco Agacis (SindSorvetes), destacaram iniciativas voltadas à qualificação profissional, ao fortalecimento do associativismo e à competitividade das indústrias do setor. Também agradeceram o apoio da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) na realização de ações voltadas ao desenvolvimento dos segmentos.
O presidente do Sindpan, Mauro Cezar, ressaltou o trabalho realizado em parceria com a FIEAC e o SENAI por meio do projeto Pão na Estrada, que leva cursos de qualificação e capacitação para trabalhadores e para a comunidade em municípios acreanos.

“Nosso setor é um dos que mais gera empregos dentro da cadeia alimentícia no Acre. Essa parceria com a FIEAC e o SENAI, por meio do Pão na Estrada, tem ampliado o acesso à qualificação profissional nos municípios. Os cursos já capacitaram quase 500 pessoas, contribuindo para o fortalecimento da mão de obra e para o crescimento do setor”, afirmou Mauro Cézar.

Já o presidente do SindSorvetes, Francisco Agacis, destacou o crescimento da entidade desde sua criação, em 2019, e o fortalecimento da representatividade do setor.

“O SindSorvetes foi criado para representar e fortalecer a categoria. Iniciamos nossas atividades com 12 empresas associadas e hoje contamos com 33 associados, resultado que demonstra a importância do associativismo para o desenvolvimento do setor. Continuaremos trabalhando por ações que promovam qualificação, competitividade e melhores condições para a indústria de sorvetes no Acre”, declarou o presidente.

Gleidiane de Freitas Figueiredo / Assessoria de Comunicação – ASCOM

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Assessoria

SESI apresenta legado de 80 anos no Espaço Indústria da Expoacre 2026

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Os 80 anos de atuação do Serviço Social da Indústria (SESI) no Brasil ganharam um espaço especial na Expoacre 2026. No Espaço Indústria, os visitantes podem conhecer um memorial que retrata a trajetória da instituição e sua contribuição para a promoção da saúde, segurança, educação, esporte, lazer e cultura, beneficiando milhões de trabalhadores e suas famílias ao longo de oito décadas. O projeto é financiado pelo Conselho Nacional do SESI.

A exposição apresenta momentos marcantes desde a criação do SESI, em 1946, e destaca importantes marcos da instituição no Acre. Entre eles está a reinauguração do Ginásio do SESI, realizada em junho deste ano, um dos mais relevantes investimentos recentes do Sistema FIEAC em infraestrutura voltada ao esporte, à cultura e aos grandes eventos.

No estande do SESI, o público também acompanha demonstrações de robótica desenvolvidas por professores e estudantes da Escola SESI de Referência, além de conhecer serviços de saúde e segurança no trabalho, como a avaliação por bioimpedância, que integra as soluções oferecidas pela instituição às indústrias e à comunidade.

Segundo o superintendente do SESI, João César Dotto, a instituição faz parte da história e do cotidiano dos trabalhadores da indústria e da sociedade acreana.

“São 80 anos de atuação no país e 50 anos no Acre. Nos últimos anos, o SESI fortaleceu sua atuação nas áreas de saúde do trabalhador, educação e, mais recentemente, cultura.” superintendente do SESI, João César Dotto – Foto Sérgio Vale

“Estamos resgatando essa trajetória e percebemos que o maior legado da instituição é a contribuição que deixou para o desenvolvimento do Acre e para a qualidade de vida das pessoas”, destacou.

Texto: Whilley Araújo

Fotos: Sérgio Vale e Gleilson Miranda Assessoria FIEAC

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