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Política

Instituto Rui Barbosa propõe discussões sobre Meio Ambiente com Governo do Acre

Diálogo estratégico aborda propostas ambientais e alinhamento com o Consórcio Amazônia Legal

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O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE/AM), Júlio Assis, líder do Comitê Técnico de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Instituto Rui Barbosa, encontrou-se com o governador Gladson Cameli para debater avanços na agenda ambiental na Amazônia.

Durante a reunião, foram apresentadas propostas relacionadas à preservação ambiental, incluindo a urgência de alinhar ações com o Consórcio Amazônia Legal para a futura apresentação na COP-30 em 2025. O governador destacou iniciativas já em vigor, como o Selo Verde e a Agenda Acre 10 Anos, com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento sustentável no Acre.

A secretária de Estado de Meio Ambiente, Julie Messias, presente no encontro, sublinhou a implementação bem-sucedida da preservação ambiental e do desenvolvimento sustentável no ensino regular em 22 municípios, utilizando o Selo Verde como um exemplo concreto dessa abordagem.

Política

Bocalom apresenta Adonis como vice no Juruá; chapa será oficializada na sexta

Convenção da Federação PSDB-Cidadania será realizada no dia 31 de julho, no Ginásio do Sesi, em Rio Branco.

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O pré-candidato ao Governo do Acre, Tião Bocalom, apresentou nesta terça-feira (28), durante evento em Cruzeiro do Sul, o sargento Adonis como pré-candidato a vice-governador.

A composição será oficializada pela Federação PSDB-Cidadania na sexta-feira, 31 de julho, durante convenção no Ginásio do Sesi, em Rio Branco.

No evento em Cruzeiro do Sul, Bocalom relacionou a escolha de Adonis à participação do Vale do Juruá na chapa que disputará o governo estadual.

“Ele representa não só Cruzeiro do Sul, mas todo o Juruá. Eu sempre sonhei em ter um vice dessa região”, afirmou Bocalom.

Adonis é de Cruzeiro do Sul e atua politicamente no município. Bocalom afirmou que o pré-candidato a vice conhece a realidade da região e representará o Juruá na disputa.

A comitiva contou com a participação do prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, e dos pré-candidatos Pedro Pascoal, Irineia Aielo, João Marcos Luz e Patrícia Parente.

Fotos: cedidas pela assessoria.

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Política

“No meu palanque só cabe um presidente”, diz Bocalom ao declarar apoio a Flávio Bolsonaro

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O pré-candidato ao Governo do Acre Tião Bocalom (PSDB) declarou neste domingo (26) que apoiará apenas Flávio Bolsonaro na disputa pela Presidência da República em 2026. A manifestação ocorreu após o senador Alan Rick (Republicanos), adversário na corrida pelo Palácio Rio Branco, afirmar que pretende receber outros nomes da direita em seu palanque no estado.

“Ontem vimos um candidato dizer que, no palanque dele, cabem três opções para a Presidência da República. No meu palanque e do Sargento Adonis, só cabe um: Flávio Bolsonaro”, afirmou Bocalom nas redes sociais.

A declaração foi uma resposta ao posicionamento apresentado por Alan Rick durante a convenção realizada no sábado (25). No evento, o senador confirmou apoio a Flávio Bolsonaro no Acre, mas afirmou que o palanque também estará aberto aos governadores Ronaldo Caiado e Romeu Zema.

“O nosso palanque está aberto para todos aqueles que querem contribuir com o Acre”, declarou Alan durante a convenção que oficializou sua candidatura ao governo estadual.

Bocalom não citou o adversário nominalmente, mas reforçou que sua chapa, formada com o sargento Adonis Souza como candidato a vice-governador, terá uma única posição na eleição presidencial.

O tucano afirmou que Flávio representa a continuidade do grupo político liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. “Nós temos lado, temos posição e temos convicção. Isso é inegociável”, completou.

A troca de declarações amplia a disputa entre Bocalom e Alan Rick pelo eleitorado conservador do Acre. Enquanto o senador tenta reunir diferentes lideranças nacionais da direita, Bocalom busca vincular sua candidatura diretamente ao nome escolhido pelo grupo bolsonarista para a corrida ao Palácio do Planalto.

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Política

Itamaraty nega vistos a enviados dos EUA que questionariam urnas brasileiras

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O Ministério das Relações Exteriores negou na sexta-feira, 24 de julho, os pedidos de visto de dois integrantes do Departamento de Estado dos Estados Unidos que planejavam viajar a Brasília antes das eleições presidenciais de outubro. Riley M. Barnes e Samuel Samson participariam de reuniões sobre o sistema eleitoral brasileiro, mas o governo avaliou que a missão poderia ser usada para colocar em dúvida a segurança das urnas eletrônicas.

Barnes ocupa o cargo de secretário-assistente, enquanto Samson é subsecretário-assistente do governo norte-americano. A visita ocorreria poucas semanas antes do primeiro turno da eleição presidencial, marcado para 4 de outubro.

A diplomacia brasileira considerou que os funcionários não atuariam como observadores eleitorais, função exercida por missões internacionais convidadas e acompanhadas pelas instituições responsáveis pelo processo de votação. A avaliação foi de que a viagem teria caráter político e poderia alimentar questionamentos contra a Justiça Eleitoral.

A decisão ocorre após o senador Flávio Bolsonaro levantar dúvidas sobre as urnas eletrônicas durante uma reunião privada com representantes de cerca de 40 países. O parlamentar afirmou que os equipamentos utilizados no Brasil teriam sido fabricados por uma empresa venezuelana envolvida em suspeitas de fraude.

A informação foi desmentida pela Justiça Eleitoral. As urnas brasileiras são desenvolvidas sob responsabilidade do Tribunal Superior Eleitoral e não são produzidas pela empresa citada pelo senador.

Flávio Bolsonaro negou que estivesse atacando o sistema eleitoral e defendeu o envio de observadores estrangeiros para acompanhar a votação. O episódio, porém, aumentou a preocupação de integrantes do governo e do Judiciário com uma possível campanha internacional de desconfiança sobre o resultado das eleições.

Nos bastidores do Supremo Tribunal Federal, ministros classificaram a missão norte-americana como “escandalosa” e “inusitada”. A iniciativa foi tratada como uma possível interferência externa em uma área de responsabilidade exclusiva das instituições brasileiras.

Integrantes da Corte também defendem uma reação do Tribunal Superior Eleitoral para reforçar a segurança, a fiscalização e os mecanismos de auditoria adotados no processo eleitoral brasileiro.

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