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Saúde

O Programa Produzindo Sorrisos, da Prefeitura de Rio Branco, já realizou mais de 17.500 procedimentos odontológicos

As Vans Odontológicas estarão na comunidade Benfica até sexta-feira, dia 22, no quilômetro 08 da Piçarreira

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O Programa Produzindo Sorrisos da Prefeitura de Rio Branco desde que iniciou os atendimentos com as Vans Odontológicas nos bairros e comunidades da capital, em junho deste ano, já atendeu uma média de 4 mil pessoas e mais 17 mil e 500 procedimentos.

Serviços de odontologia como higiene bucal, aplicação de flúor, profilaxia/remoção de placas bacteriana, raspagem, alisamento e polimento supra gengival, restaurações e exodontia entre outros, são os procedimentos realizados pelos profissionais que trabalham nas Vans da prefeitura.

Esta semana as Vans Odontológicas estão atendendo na Unidade de Saúde da Família (USF) Agripina Lindoso, que fica na Zona Rural Benfica, no quilômetro 08, do Ramal da Piçarra.

Segundo a técnica responsável pelo programa Produzindo Sorrisos da Prefeitura de Rio Branco, Narsilia Dias, por ser uma comunidade rural, além da USF Agripina Lindoso, escolas adjacentes estão sendo usadas como pontos de referência e apoio para as Vans Odontológicas e levar cada vez mais saúde a quem precisa.

Vans Odontológicas levam saúde bucal a comunidades rurais em Rio Branco. Foto: Assecom

“É uma determinação do nosso prefeito Tião Bocalom levar saúde a quem mais precisa. No geral a gente disponibiliza 32 fichas diariamente, mas como a gente está numa escola e a demanda está maior, a gente aumentou a quantidade de fichas para 42 por dia. Esses atendimentos acontecem até meio dia e a receptividade está sendo muito boa, graças a Deus”, diz a técnica do programa.

As Vans Odontológicas irão permanecer atendendo na comunidade Benfica, no quilômetro 08, no ramal da Piçarreira, até a próxima sexta-feira, dia 22.

Assecom

Saúde

Vacina contra herpes-zóster é segura para pacientes com doenças reumáticas, aponta estudo da USP

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Um estudo conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) concluiu que a vacina contra herpes-zóster pode ser aplicada com segurança em pacientes com doenças reumáticas autoimunes, como artrite reumatoide e lúpus, sem aumentar o risco de agravamento do quadro, inclusive entre pessoas com doença ativa ou em uso de imunossupressores.

A pesquisa acompanhou 1.192 pacientes com nove diagnósticos e registrou produção de anticorpos em cerca de 90% dos participantes após as duas doses. A reumatologista Eloisa Bonfá, titular do Departamento de Clínica Médica da FMUSP e responsável pelo trabalho, afirmou que o levantamento é o maior do mundo a avaliar de forma sistemática a segurança e a resposta imune da vacina nesse grupo, que costuma ter o sistema imunológico comprometido. “Trinta porcento dos nossos pacientes estavam com a doença em atividade, tomaram a vacina e não tiveram piora, mostrando que ela é altamente segura para essa população”, disse.

Nos desfechos de segurança, a taxa de piora entre os vacinados ficou em 14%, próxima dos 15% observados no grupo que recebeu placebo. Os participantes com doenças reumáticas também relataram menos eventos adversos, como dor no local da aplicação e febre, do que o grupo de controle formado por pessoas saudáveis.

A equipe testou o imunizante principalmente em pessoas com artrite reumatoide — estimada em 1% da população adulta — e com lúpus, além de incluir pacientes com esclerodermia, espondilartrite e outras condições. O estudo também apontou que, em quem usa medicamentos como rituximabe e micofenolato de mofetila, a resposta imune foi menor. “Esses não responderam bem, então é preciso fazer uma análise separada, talvez tomar uma dose a mais, fazer algum reforço”, afirmou Bonfá.

A herpes-zóster, conhecida como cobreiro, é causada pelo vírus varicela-zóster, o mesmo da catapora, que pode permanecer no organismo e se reativar com o avanço da idade ou em situações de imunidade baixa. O quadro costuma provocar dor intensa e lesões na pele, e pode evoluir com complicações, como dor crônica persistente e comprometimentos neurológicos, entre outros agravos descritos pelo Ministério da Saúde.

Bonfá afirmou que a vacina recombinante já está disponível no mercado e é recomendada para pessoas acima de 50 anos, faixa etária em que o risco da doença aumenta. Ela também relacionou a vacinação à redução de internações e custos, ao lembrar que infecções em pacientes reumáticos frequentemente exigem hospitalização. “É uma vacina muito boa, porque quando há infecção nos pacientes com doenças reumáticas o custo é muito alto para o sistema de saúde, já que eles precisam ser internados. A vacina evita essa complicação que pode levar até a morte”, disse.

O tema ocorre enquanto o Ministério da Saúde mantém a vacina fora do Sistema Único de Saúde (SUS). Em janeiro, a pasta publicou portaria decidindo não incorporar o imunizante, após avaliação da Conitec, que considerou o custo alto diante do impacto orçamentário estimado e apontou necessidade de negociação de preço para tornar a oferta sustentável. O próprio processo prevê reavaliação se surgirem fatos novos que alterem a análise.

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

Novas regras de trânsito e renovação automática da CNH elevam risco de mortes, afirma Associação

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A flexibilização das regras de trânsito no Brasil, materializada na renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e na tolerância a limites maiores de velocidade, desencadeou um forte alerta da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) nesta segunda-feira (9). A entidade projetou um aumento imediato na quantidade de acidentes fatais em todo o país devido ao afrouxamento nas avaliações de saúde dos motoristas e ao acréscimo de energia e letalidade nas colisões diárias.

A elevação de apenas 5% na velocidade máxima permitida em uma via resulta em um salto de até 20% no número de mortes. Pequenas reduções na aceleração causam quedas bruscas no risco de óbitos, enquanto aumentos modestos elevam a gravidade dos acidentes de forma geométrica. A crescente frota de veículos utilitários esportivos (SUVs) e caminhonetes com frente elevada agrava diretamente o cenário de letalidade. Em casos de atropelamentos, esses modelos maiores transferem quase 90% da energia do impacto para o corpo das vítimas, maximizando os riscos para pedestres e ciclistas, mesmo em velocidades consideradas moderadas. As estatísticas do DataSUS mostram que pedestres, ciclistas e motociclistas já ocupam mais de 75% dos leitos hospitalares destinados a feridos no trânsito, uma realidade impulsionada pela infraestrutura urbana precária e pela ausência de proteção física.

O quadro ganha um novo vetor de risco com a vigência da Medida Provisória 1327/2025, que instaurou a renovação automática da CNH sem a exigência de exames médicos prévios. Em sua primeira semana de validade, a regra beneficiou mais de 323 mil motoristas cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), gerando uma economia de R$ 226 milhões em taxas e custos administrativos. A categoria B, exclusiva para carros de passeio, concentrou 52% das renovações automáticas, seguida pela categoria AB com 45%. A dispensa da avaliação com o médico do tráfego elimina a triagem de condições clínicas capazes de prejudicar a direção de forma silenciosa. O avanço da idade, as doenças neurológicas e cardiovasculares, os distúrbios do sono e a osteoporose reduzem o tempo de reação ao volante e a tolerância do corpo humano a desacelerações bruscas. O governo abriu exceções para motoristas com 70 anos ou mais, que continuam obrigados a realizar o processo presencialmente a cada três anos, e barrou a renovação automática para condutores com restrições médicas prévias. “Não estamos lidando apenas com comportamento ou engenharia, mas com limites biológicos. Quando esses limites são ignorados, o resultado é o aumento de mortes e sequelas graves, mesmo em velocidades consideradas legais”, afirmou o presidente da Abramet, Antonio Meira Júnior. “Decisões sobre trânsito não podem se apoiar apenas na fluidez ou na conveniência administrativa”, acrescentou a associação.

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Notícias

Prefeitura reinaugura UBS Maria Áurea Vilela em Rio Branco e inicia vacinação contra dengue para profissionais da saúde

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A Prefeitura de Rio Branco reinaugurou na sexta-feira, 6 de março de 2026, a 41ª Unidade Básica de Saúde reformada pela gestão municipal e iniciou, no mesmo ato, a vacinação contra a dengue voltada a profissionais da rede municipal de saúde. A UBS Maria Áurea Vilela fica no bairro Cadeia Velha, na região central da capital acreana.

A unidade passou por revitalização estrutural com investimento aproximado de R$ 350 mil. Do total, R$ 117.281,11 vieram de emenda parlamentar do ex-deputado estadual e atual vereador Neném Almeida, e o restante foi custeado com recursos próprios, aplicados na obra e na compra de mobiliários e equipamentos.

Durante a solenidade, o prefeito Tião Bocalom disse que a recuperação de unidades com estrutura comprometida virou uma frente permanente da administração. “Quando cheguei à prefeitura, muitas unidades estavam com a estrutura física comprometida e já não comportavam atender a população. É isso que estamos mudando, melhorando a qualidade de vida das pessoas”, afirmou.

O vice-prefeito Alysson Bestene afirmou que a UBS reforça a oferta de serviços em uma área com grande concentração de moradores e que a unidade terá vacinação, consultas médicas e atendimento odontológico. Já o secretário municipal de Saúde, Rennan Biths, relacionou a entrega ao programa de reestruturação da atenção primária e disse que a marca de 41 unidades reformadas vem acompanhada de novas obras. “Chegamos à marca de 41 unidades reformadas e ainda temos seis novas em construção. Sempre digo que a saúde não entrega apenas prédios, entrega serviços”, declarou.

A UBS leva o nome de Maria Áurea Vilela. O filho da homenageada, Ialdo José Vilela, afirmou que a reabertura amplia as condições de atendimento e mantém viva a memória da mãe. A unidade atende moradores de bairros como Cadeia Velha, Baixada da Habitasa, Base, Capoeira, Cerâmica, Centro e Aviário.

Morador da região há 38 anos, Antônio Carlos relatou que a reabertura encurta o caminho até o serviço e encerra um período de mais de um ano sem a unidade funcionando. “Agora ficou muito melhor, porque é perto de casa. Estávamos há mais de um ano sem essa unidade, que vai ser muito importante para crianças, adolescentes e idosos”, disse.

Na mesma agenda, a Secretaria Municipal de Saúde iniciou a vacinação contra a dengue para profissionais da rede municipal. Rio Branco recebeu 1.029 doses enviadas pelo Ministério da Saúde, quantidade estimada para imunizar cerca de 43% dos aproximadamente 2.400 servidores da saúde do município. A previsão era vacinar em torno de 300 profissionais na cerimônia, incluindo agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias e trabalhadores da própria unidade reinaugurada.

A estratégia começa pelos profissionais da Atenção Primária, por estarem mais expostos ao contato direto com a população. A partir da semana seguinte, a vacinação deve ser ampliada para outras unidades, com início pelas UBS dos bairros Tancredo Neves, Placas e Cidade do Povo, enquanto o município aguarda novas remessas para expandir gradualmente a cobertura entre os trabalhadores da saúde.

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