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Política

Petecão agradece ao Comando do Exército pelo empenho nas obras do aeroporto de Santa Rosa do Purus

Senador, destacou que o empreendimento em execução é um verdadeiro exemplo de cooperação entre as esferas governamentais

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“A Engenharia Militar exerce um papel fundamental na integração da Amazônia”, disse o senador Sérgio Petecão (PSD-AC), nesta terça-feira (29), após reunião com o chefe do Departamento de Engenharia e Construção, general Anisio David de Oliveira Junior, responsável pelas obras do novo aeródromo de Santa Rosa do Purus, um dos municípios mais isolados do Acre. Também participaram do encontro o general de divisão, Paulo Roberto Viana Rabelo, e o general de brigada, Guilherme Langaro Bernardes.

O parlamentar destacou a capacidade de trabalho e o comprometimento do Exército Brasileiro, que dispõe de uma das melhores tecnologias de engenharia do Brasil. Ressaltou que esteve, recentemente, no município, vistoriando a obra que, segundo ele, está bem adiantada. Acrescentou que, sem a ajuda do Exército, seria quase impossível concluir uma das obras mais desafiadoras da região amazônica, devido à sua grandiosidade e à logística do município.

De acordo com o senador, o empreendimento em execução é um verdadeiro exemplo de cooperação entre as esferas governamentais. Com verbas do próprio senador e de ex-parlamentares que compuseram a bancada acreana, já foram investidos pouco mais de R$ 24 milhões. Ao todo, a estimativa para a obra é de aproximadamente R$ 50 milhões. A previsão otimista é de que a conclusão ocorra até o ano de 2025.

“Eu quero agradecer ao general Anisio, em meu nome e em nome do povo do Acre, especialmente do município de Santa Rosa do Purus. Esta é, com certeza, uma de suas mais importantes obras, num dos municípios, mais isolados de nosso estado. Nossa expectativa é que possamos concluir a pista o mais rápido possível. Para isso, os militares do 7º Batalhão de Engenharia de Construção (7º BEC) estão trabalhando noite e dia”, afirmou.

Segundo o general Anisio, é uma alegria para o Exército Brasileiro, em especial para o Departamento de Engenharia e Construção, poder contribuir com a região amazônica, tão carente de infraestrutura de mobilidades.

“A região amazônica é a prioridade do Exército Brasileiro. Para nós, que estamos trabalhando nessa importante obra de infraestrutura do município de Santa Rosa do Purus, é a certeza de que nossa missão está sendo cumprida. Estamos satisfeitos por contribuir para o desenvolvimento da região e da melhoria da qualidade de vida da população local”, disse o general.

Assessoria

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Paralisação de 31 linhas de ônibus em Rio Branco leva Bocalom a convocar reunião e acionar RBTrans para negociar com sindicato

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A paralisação de 31 linhas do transporte coletivo de Rio Branco neste sábado (14) levou o prefeito Tião Bocalom a convocar uma reunião emergencial com integrantes do primeiro escalão para discutir medidas e reduzir o impacto da suspensão do serviço na capital acreana.

No encontro, Bocalom reuniu o vice-prefeito Alysson Bestene, o superintendente da RBTrans, coronel Cláudio Coutinho, e auxiliares das áreas jurídica, comunicação, procuradoria e Casa Civil. A orientação definida foi abrir negociação com os trabalhadores do setor e buscar uma saída para restabelecer as linhas.

A RBTrans foi acionada para conversar diretamente com o sindicato e ouvir a categoria. Coutinho afirmou que recebeu a determinação de garantir que os trabalhadores não fiquem sem salários. “Vamos conversar com o pessoal do sindicato. O prefeito me determinou garantir que os trabalhadores não fiquem sem seus salários. Esta gestão estará sempre ao lado dos que mais precisam”, disse o superintendente.

A suspensão das linhas foi anunciada pela Ricco Transportes, que informou que a interrupção começou neste sábado (14) e atribuiu a decisão a um desequilíbrio econômico-financeiro que estaria afetando a operação do sistema em Rio Branco.

Do lado dos trabalhadores, o Sindicato dos Trabalhadores do Transporte de Passageiros e Cargas do Estado do Acre afirmou que os motoristas não foram comunicados oficialmente sobre a paralisação e citou a possibilidade de acionar a Justiça e pedir o bloqueio dos veículos caso não haja negociação com a empresa.

A prefeitura informou que mantém equipes mobilizadas e avalia medidas para destravar o impasse e evitar que a população fique sem o serviço, em um fim de semana em que a interrupção atinge deslocamentos de trabalhadores, estudantes e usuários que dependem do transporte público para circular pela cidade.

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Política

MPF pede condenação de Ratinho e SBT e cobra R$ 10 milhões por falas contra Erika Hilton

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O Ministério Público Federal (MPF) entrou na Justiça com uma ação de danos morais coletivos contra o apresentador Carlos Massa, o Ratinho, e o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), após declarações feitas no programa do comunicador sobre a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), eleita presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara.

A ação foi protocolada depois de Ratinho questionar, no ar, a escolha de Erika Hilton para comandar o colegiado e afirmar: “Não achei muito justo, não. Com tanta mulher, por que vai dar para uma mulher trans? A Erika Hilton. Ela não é mulher, ela é trans”. Para o MPF, a fala configura discurso transfóbico.

Além da condenação por danos coletivos no valor de R$ 10 milhões, o MPF pediu que a emissora retire imediatamente o trecho das redes sociais e do site e solicitou que o apresentador publique uma retratação.

A manifestação do MPF ocorre após a deputada anunciar que também acionou a Justiça contra Ratinho. Em publicação nas redes sociais, Erika Hilton afirmou: “Sim, estou processando o apresentador Ratinho”, e disse que as declarações atingiram mulheres trans e mulheres cis que não menstruam, não têm útero ou precisaram removê-lo por razões de saúde.

A eleição de Erika Hilton para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher ocorreu na quarta-feira, 11 de março, com 11 votos e 10 em branco. No discurso de posse, ela disse que a condução do colegiado será baseada em diálogo e defesa dos direitos das mulheres e citou como foco de trabalho a fiscalização da rede de proteção e das Casas da Mulher Brasileira, o enfrentamento da violência política de gênero e a promoção de políticas de saúde integral para as mulheres.

A escolha provocou críticas de parlamentares da oposição durante a instalação do colegiado, com questionamentos sobre a presidência ser ocupada por uma mulher trans. Também houve manifestações em defesa da legitimidade do resultado e do funcionamento da comissão como espaço de atuação voltado às mulheres brasileiras.

Procurado, o SBT afirmou que as declarações feitas ao vivo “não representam a opinião da emissora” e declarou que repudia “qualquer tipo de discriminação e preconceito”, acrescentando que o episódio “está sendo analisado pela direção da empresa” para tratamento interno.

Com a ação do MPF e o processo anunciado pela deputada, o caso deve avançar em duas frentes — coletiva e individual —, com possíveis determinações judiciais sobre retirada de conteúdo, retratação pública e indenização, além de repercussões sobre a conduta de apresentadores e políticas internas de emissoras em programas ao vivo.

Fonte e foto: Agência Brasil

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Política

Câmara aprova tornozeleira eletrônica obrigatória para agressores de mulheres em casos de alto risco

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A Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira, 10 de março de 2026, um projeto de lei que torna obrigatória a determinação de uso imediato de tornozeleira eletrônica para agressores em casos de violência doméstica e familiar quando houver alto risco atual ou iminente à vida ou à integridade física ou psicológica da mulher e de seus dependentes. A votação ocorreu em Brasília e a proposta segue agora para análise do Senado.

O texto aprovado é o PL 2942/2024, de autoria dos deputados Fernanda Melchionna (PSol-RS) e Marcos Tavares (PDT-RJ), e passou com substitutivo da relatora, deputada Delegada Ione (Avante-MG). Pela regra, além dos casos classificados como de alto risco, a tornozeleira também vira prioridade quando houver descumprimento de medidas protetivas já impostas. Se o juiz decidir interromper o monitoramento, terá de justificar expressamente os motivos.

A proposta se apoia na lógica de reforçar a efetividade das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha. Melchionna afirmou que apenas 6% das medidas protetivas hoje contam com monitoramento eletrônico e defendeu a ampliação do instrumento. “Não dá mais para a gente ver várias mulheres sob medidas protetivas sem medidas protetivas efetivas”, declarou.

Um dos pontos centrais do projeto é o recorte para municípios sem comarca, onde não há juiz. Nesses casos, o delegado de polícia poderá determinar a instalação da tornozeleira, com comunicação ao Ministério Público e à Justiça em até 24 horas. Atualmente, segundo o texto, a medida imediata disponível ao delegado nessas localidades se limita ao afastamento do agressor do lar.

O projeto também prevê que a vítima receba um dispositivo portátil de rastreamento. O equipamento deverá emitir um alerta automático e simultâneo para a mulher e para a polícia quando o agressor violar a área de restrição fixada judicialmente, com a finalidade de permitir monitoramento ativo do cumprimento das medidas.

Na parte penal, o texto aumenta de um terço à metade a pena de reclusão de 2 a 5 anos para quem descumprir medida protetiva ao se aproximar da vítima ou ao remover a tornozeleira sem autorização judicial. Tavares comemorou a aprovação nas redes sociais: “Quem agride precisa ser vigiado. E quem sofre violência precisa ser protegido.”

A proposta ainda eleva de 5% para 6% a parcela do Fundo Nacional de Segurança Pública destinada a ações de enfrentamento da violência contra a mulher, com prioridade para compra e manutenção das tornozeleiras e dos dispositivos entregues às vítimas. O texto também prevê campanhas com orientações sobre procedimentos e abordagens policiais, prevenção à revitimização e funcionamento das medidas protetivas e do monitoramento eletrônico.

A tramitação no Senado será o próximo passo antes de eventual sanção presidencial. Se houver alterações, o projeto volta para nova análise da Câmara. A discussão ocorre sob a pressão dos números do feminicídio: em 2025, o país registrou 1.568 vítimas, alta de 4,7% em relação a 2024, e o mesmo levantamento aponta que, em 2024, 13,1% das mulheres assassinadas tinham medida protetiva em vigor.

Fonte: Agência Brasil

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