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Política

Prefeitura de Rio Branco fecha ano com pagamento de R$ 110 Milhões em salários a servidores

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, destacou o compromisso de sua gestão com os servidores municipais ao efetuar o pagamento de R$ 110 milhões em salários, 13º e verbas rescisórias nesta sexta-feira (20). O valor abrange cerca de 9 mil servidores, incluindo ativos e inativos.

Desde o início de sua gestão, Bocalom estabeleceu como prioridade o pagamento em dia dos servidores, assegurando que os vencimentos fossem liberados até o dia 25 de cada mês. A gestão conclui o mandato com os pagamentos rigorosamente em dia, incluindo a antecipação em alguns casos.

O montante pago nesta sexta-feira foi distribuído entre salários de dezembro, o 13º e valores de rescisão contratual. O prefeito destacou que, durante o mandato, foi concedido o maior aumento salarial da história da prefeitura e eliminada a necessidade de complementação salarial para servidores que recebiam menos que o salário mínimo.

Bocalom encerra seu primeiro mandato no dia 31 de dezembro e, reeleito, dará início ao segundo mandato em 1º de janeiro de 2025.

Política

Bocalom passa o comando a Alysson e abre nova fase política em Rio Branco

Transmissão na prefeitura combinou gesto de continuidade administrativa com abertura do movimento de 2026 no Acre

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A transmissão do cargo de Tião Bocalom a Alysson Bestene, neste sábado, 4, em Rio Branco, marcou mais que uma troca formal no comando da prefeitura. O ato reuniu elementos de despedida, continuidade e reposicionamento político: houve entrega simbólica da chave do gabinete, cumprimento de auxiliares no corredor de acesso ao gabinete e, na sequência, a primeira manifestação pública do novo prefeito em defesa da manutenção da linha administrativa da gestão que se encerra.

Na prática, Alysson assume com a tarefa de preservar a estabilidade da máquina municipal enquanto Bocalom deixa o Executivo para abrir sua agenda de pré-campanha ao governo do Acre. Alysson afirmou que pretende manter secretários neste início de gestão, dar sequência às obras em andamento e acompanhar politicamente o projeto de Bocalom, inclusive com previsão de afastamento do Progressistas. Bocalom informou que fará uma pausa, antes de começar o roteiro pelo interior do estado, com agenda inicial prevista entre Sena Madureira e Jordão.

O ambiente da cerimônia também ajudou a compor a mensagem política da transição. As falas de religiosos e os momentos de emoção funcionaram como parte de um rito de passagem construído para validar publicamente o sucessor e amarrar a ideia de continuidade entre quem sai e quem entra. Nesse desenho, Alysson não aparece como nome de ruptura, mas como operador da travessia administrativa enquanto Bocalom tenta converter capital municipal em presença estadual.

Mais do que um rito administrativo, a transmissão na prefeitura abriu uma nova etapa do movimento político liderado por Bocalom

Líderes religiosos conduziram oração durante a transmissão de cargo no Executivo municipal

Ao fundo, a transmissão em Rio Branco também contrastou com o movimento visto dias antes no Palácio Rio Branco. No governo, embora o discurso oficial tenha sido de continuidade, os bastidores já vinham sendo marcados por cobranças para que Mailza Assis demonstrasse comando próprio, e a troca de nomes no primeiro escalão, no mesmo dia da posse, reforçou a leitura de um rearranjo ainda em curso. Na prefeitura, ao contrário, a passagem de Tião Bocalom para Alysson Bestene foi tranquila e uma imagem fechada de alinhamento entre quem sai e quem entra, sem sinal imediato de ruptura administrativa.

Se, no plano institucional, as duas cenas falaram em continuidade, no plano político os ambientes foram distintos. Em Rio Branco, o gesto público foi de unidade e de transição combinada. No Estado, a liturgia da posse conviveu com sinais de acomodação ainda em aberto, mais associados à necessidade de afirmação da nova governadora do que à ideia de uma sucessão plenamente pacificada. No comparativo, a prefeitura conseguiu projetar uma travessia mais coesa, enquanto o governo deixou mais espaço para leituras de bastidor.

Gladson Camelí transmite governo do Acre para Mailza Assis -Foto: Diego Gurgel/Secom – Alysson e Bocalom transição ocorre de forma amigável e reforçam a parceria -Foto: Sérgio Vale

Na política, a continuidade não se sustenta apenas no discurso; ela também precisa aparecer no ambiente. E, nesse aspecto, a transição na prefeitura pareceu mais resolvida do que a passagem de bastão no governo.

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Política

Rio Branco: Bocalom transmite cargo e Alysson Bestene assume com promessa de continuidade

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O vice-prefeito Alysson Bestene assumiu neste sábado, 4 de abril de 2026, a Prefeitura de Rio Branco após a transmissão de cargo feita por Tião Bocalom em cerimônia no gabinete oficial, marcada por oração conduzida por líderes da Igreja Católica e pela entrega simbólica da chave do gabinete.

Ao se despedir do cargo após mais de cinco anos à frente do Executivo municipal, Bocalom afirmou que encerra o ciclo com “sentimento de dever cumprido” e disse que a administração entregou resultados além do plano inicial. Durante o ato, ele afirmou que a gestão realizou cerca de 50 obras e ações a mais do que o previsto e citou, entre as iniciativas, a implantação de creches para crianças de 0 a 2 anos e projetos estruturantes voltados a demandas da população. “Eu saio feliz”, disse.

Bestene declarou que manterá a linha adotada pela gestão anterior, com foco em disciplina, responsabilidade no uso dos recursos públicos e atenção às comunidades mais distantes. “Os princípios cristãos nos levam a atender bem ao próximo, principalmente olhando para aqueles que mais precisam”, afirmou. Ele também disse que, ao menos neste início, pretende manter a equipe de secretários para dar sequência a obras em andamento e a um plano de governo já estruturado.

Na primeira entrevista como prefeito, Bestene afirmou que a prefeitura tem quase R$ 1 bilhão em obras, com mais de R$ 500 milhões concentrados na construção de moradias, e citou a previsão de entrega de 2.277 casas ao longo da gestão. Ele também disse que a identidade visual adotada nos últimos anos será mantida e justificou a continuidade do azul por ser a cor oficial do município.

No campo político, o novo prefeito afirmou que deve pedir afastamento do Progressistas para acompanhar o projeto eleitoral de Bocalom ao governo do Acre. Bocalom, por sua vez, disse confiar que Bestene seguirá o modelo administrativo implantado e o chamou de liderança jovem com futuro na política. A transição consolida a continuidade administrativa na capital e coloca a prefeitura no centro do calendário eleitoral, com impacto direto no ritmo de execução de obras, nas entregas de habitação e na condução das alianças políticas que devem se desenhar nos próximos meses.

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Política

Cheia do Juruá pressiona Zequinha e expõe limite do paliativo em Cruzeiro do Sul

Com mais de 28 mil pessoas afetadas e sete abrigos abertos, prefeitura amplia assistência, mas nova subida do rio recoloca a cobrança por prevenção e planejamento no segundo mandato

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O Rio Juruá chegou a 14,15 metros neste sábado (4) e já afeta mais de 28 mil pessoas, de 7.087 famílias, em 33 bairros, comunidades e vilas de Cruzeiro do Sul. Segundo a prefeitura e a cobertura da imprensa local, 233 pessoas de 50 famílias foram encaminhadas para sete abrigos instalados em escolas das redes municipal e estadual.

Nos abrigos, as famílias recebem atendimento social e de saúde, kits de limpeza e higiene e três refeições por dia. A estrutura atende à urgência da cheia, mas também confirma que a cidade segue dependendo de remoção, acolhimento e abastecimento emergencial de água para enfrentar um problema conhecido. A prefeitura já havia decretado Situação de Emergência nível II em 26 de janeiro, medida depois reconhecida pelo governo federal.

O decreto é instrumento legal de resposta e acesso a apoio institucional, mas não resolve o centro da crise: Cruzeiro do Sul continua chegando a mais uma enchente com o poder público operando no campo do paliativo. A cheia volta a ser enfrentada com abrigos, assistência temporária e corrida contra a água, enquanto a prevenção permanece sem a mesma nitidez administrativa e política.

Reeleito em 2024 por margem de 197 votos, com 50,20% contra 49,80% de Jéssica Sales, Zequinha Lima entrou no segundo mandato sob um quadro político apertado e com a responsabilidade de apresentar direção mais clara para a cidade. A nova cheia recoloca essa cobrança: há presença institucional na resposta, mas ainda não há sinal equivalente de que a gestão tenha deslocado o município da dependência de medidas emergenciais para uma política permanente de mitigação.

Sob pressão política, maior escrutínio público e uma cidade que volta a medir a gestão pelo comportamento do rio, a enchente de 2026 ultrapassa o campo da tragédia climática e entra no terreno da responsabilidade administrativa. O município assiste os desabrigados, mas a pergunta que permanece é outra: por que Cruzeiro do Sul segue mobilizando decretos e abrigos a cada cheia sem apresentar, com a mesma clareza, uma resposta duradoura para um problema que deixou de ser eventual?

Foto: Agência de Notícias do Acre

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