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Política

Prefeitura de Rio Branco fecha ano com pagamento de R$ 110 Milhões em salários a servidores

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, destacou o compromisso de sua gestão com os servidores municipais ao efetuar o pagamento de R$ 110 milhões em salários, 13º e verbas rescisórias nesta sexta-feira (20). O valor abrange cerca de 9 mil servidores, incluindo ativos e inativos.

Desde o início de sua gestão, Bocalom estabeleceu como prioridade o pagamento em dia dos servidores, assegurando que os vencimentos fossem liberados até o dia 25 de cada mês. A gestão conclui o mandato com os pagamentos rigorosamente em dia, incluindo a antecipação em alguns casos.

O montante pago nesta sexta-feira foi distribuído entre salários de dezembro, o 13º e valores de rescisão contratual. O prefeito destacou que, durante o mandato, foi concedido o maior aumento salarial da história da prefeitura e eliminada a necessidade de complementação salarial para servidores que recebiam menos que o salário mínimo.

Bocalom encerra seu primeiro mandato no dia 31 de dezembro e, reeleito, dará início ao segundo mandato em 1º de janeiro de 2025.

Política

Moraes autoriza prisão domiciliar por 90 dias a Jair Bolsonaro após internação por broncopneumonia

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta terça-feira, 24 de março de 2026, prisão domiciliar humanitária e temporária por 90 dias ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), 71, para que ele se recupere de um quadro de broncopneumonia. A medida foi concedida após Bolsonaro ser internado em 13 de março, em Brasília, e terá a contagem do prazo iniciada a partir da alta médica.

A decisão atende a um pedido da defesa e foi tomada depois de a Procuradoria-Geral da República se manifestar a favor da transferência. No parecer encaminhado ao STF, o procurador-geral Paulo Gonet afirmou que os laudos médicos apontam necessidade de vigilância constante e acompanhamento contínuo, com possibilidade de melhor assistência em ambiente domiciliar durante o período de recuperação.

Bolsonaro estava detido no complexo prisional da Papuda, no Distrito Federal, onde cumpre pena de 27 anos por envolvimento em uma trama golpista após a derrota eleitoral de 2022. O quadro de saúde, associado a complicações recentes e a histórico médico desde o atentado a faca sofrido em 2018, levou à avaliação de que a permanência em regime fechado poderia agravar o estado clínico.

Para cumprir a prisão domiciliar, o ex-presidente ficará submetido a monitoramento e a restrições de comunicação e circulação. Entre as medidas, estão a proibição de uso de celular e outros meios de contato externo, vedação de publicações em redes sociais e limitação de visitas, autorizadas apenas para familiares e equipe médica, além de acompanhamento por profissionais de saúde conforme a necessidade do tratamento.

A decisão também prevê reavaliação ao fim do período de 90 dias, com base em novos relatórios médicos, e deixa aberta a possibilidade de retorno ao regime fechado ou de transferência para unidade hospitalar caso haja descumprimento das condições impostas ou piora do quadro clínico. A autorização, na prática, desloca o cumprimento da pena para dentro de casa e coloca sob fiscalização o cumprimento das restrições, em um caso que segue no centro da disputa política e jurídica no país.

Fonte e foto: Agência Brasil

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Política

Bocalom diz que monta “fortíssima chapa” para 2026 e veta composição “com a turma da esquerda”

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PSDB), afirmou na segunda-feira, 23 de março de 2026, que o grupo político dele trabalha para formar uma “fortíssima chapa” para disputar o governo do Acre e que a única composição descartada é “com a turma da esquerda”. A declaração foi dada durante entrevista após a assinatura do termo de cooperação da Central de Videomonitoramento da Prefeitura de Rio Branco com a Polícia Federal, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil, em meio à contagem regressiva para o prazo de desincompatibilização, marcado para 4 de abril.

Ao ser questionado sobre a formação da chapa e as articulações para as eleições, Bocalom disse que seguirá conversando com a sociedade, mas colocou as entregas da gestão como prioridade neste momento. Ele citou a agenda de inaugurações e apresentou o centro de comando e controle ligado ao videomonitoramento como uma meta antiga da administração, lembrando cobranças feitas ao secretário de Tecnologia, Bino, até a entrega ocorrer.

Apesar do tom administrativo, o prefeito levou a conversa para o cenário eleitoral ao afirmar que o grupo continuará buscando alianças e nomes para a disputa. “Nós teremos uma bela chapa de deputado federal, uma bela chapa de deputado estadual e uma fortíssima chapa para ganhar o governo do Estado”, disse. Em seguida, ao falar sobre possíveis composições, mencionou a possibilidade de diálogo com nomes que podem disputar o Senado, citando o deputado federal Eduardo Velloso, que se filiou ao Solidariedade, antes de encerrar com o recado de veto. “Só não tem com a turma da esquerda”, afirmou.

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Política

A revoada das aves de rapina na cena eleitoral do Acre

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Entre o início da pré-campanha, em 5 de abril, e o fim das convenções partidárias, em 5 de agosto, oportunistas tentam voar em dois palanques ao mesmo tempo — e alguns ainda insistem nisso durante a campanha oficial

O cenário político do Acre em 2026 entrou em ebulição — e não por acaso. A janela partidária, encerrada em 4 de abril, abriu a porteira para uma intensa movimentação de mandatários. Mas esse foi apenas o primeiro ato. A partir de 5 de abril, inicia-se a pré-campanha — fase decisiva que se estende até 5 de agosto, quando as convenções partidárias encerram o ciclo de definições formais.

Até lá, não há coligações consolidadas. Há, sim, um jogo aberto, onde pesquisas eleitorais, agenda política e capacidade de comunicação passam a ser os vetores centrais na construção de alianças.

E é exatamente aí que se revela uma distorção preocupante.

Parte dos atores políticos parece disposta a rifar o destino do Acre em nome de projetos pessoais ou, pior, de estratégias nacionais que pouco dialogam com a realidade local. Ao priorizar exclusivamente a eleição de senadores e relativizar — ou até desprezar — a disputa pelo governo, determinados grupos demonstram um desalinhamento grave com os interesses do estado.

O caso do PL é emblemático: ao concentrar forças no Senado e não apresentar um projeto consistente para o governo, sinaliza, na prática, um descompromisso com os destinos do Acre. E isso precisa ser dito com todas as letras.

O Acre vive um momento estratégico. Deixa, gradativamente, de ser periferia do centro econômico brasileiro para se consolidar como um ponto de conexão relevante com o comércio internacional via Pacífico. Essa mudança de posição geoeconômica exige liderança, planejamento e visão de longo prazo.

Não se trata apenas de eleger nomes. Trata-se de decidir o futuro.

Eleger um governador sem preparo, sem projeto ou subordinado a interesses externos é, objetivamente, empurrar o Acre para a irrelevância. É jogar seu destino na valeta.

Por isso, mais do que nunca, impõe-se uma reflexão: o Acre precisa estar em primeiro lugar. Sem ignorar o Brasil — mas sem se submeter a ele de forma acrítica.

Nesse contexto, a pré-candidatura de Tião Bocalom se apresenta como um projeto estruturado. Não é improviso. É resultado de uma construção política e administrativa de décadas, ancorada em um conceito claro: produzir para empregar. Uma diretriz que dialoga diretamente com a vocação econômica do estado.

Sua trajetória administrativa — em Acrelândia e em Rio Branco — reforça essa narrativa. A ideia de que “sabendo usar o dinheiro, dá” não é retórica: é método testado e replicado.

E é justamente o crescimento potencial dessa candidatura que intensifica a revoada das aves de rapina.

Muitos dos que hoje tentam se aproximar de Alan ou Mailza, baseiam suas análises em pesquisas de um cenário que sequer consideravam Bocalom como pré-candidato ao governo. Ao mesmo tempo, o senador republicano e a vice-governadora estão há anos em movimento contínuo de pré-campanha.

Ou seja: há uma assimetria evidente.

A entrada mais recente de Bocalom no cenário tende a reequilibrar esse jogo — especialmente à medida que sua agenda se intensificar pelo estado e sua pré-candidatura se tornar mais conhecida. 

E é, por não considerar a dinâmica política, que se enganam os oportunistas. Aqueles que tentam ocupar dois palanques ao mesmo tempo, vendendo ao eleitor a ilusão de que podem estar simultaneamente em projetos distintos, na verdade, caminham no fio da navalha. No caso de candidaturas ao Senado, essa estratégia beira o insustentável. O eleitor precisa saber quem está com quem — e por quê.

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Política exige lado.

E mais: exige coerência.

É preciso dizer também que há um equívoco de leitura por parte de alguns analistas e atores políticos. A candidatura de Bocalom não é auxiliar, nem satélite, nem tampouco extensão de qualquer outro projeto. Trata-se de uma candidatura competitiva, com identidade própria e capacidade real de disputa.

Isso não significa, no entanto, que o caminho seja o confronto predatório dentro do mesmo campo político. Nem Bocalom precisa hostilizar Mailza, nem Mailza precisa hostilizar Bocalom. A lógica do segundo turno impõe racionalidade: a fragmentação excessiva pode beneficiar terceiros.

E, nesse contexto, a experiência administrativa passa a ser um diferencial concreto. Governar não é retórica — é entrega.

O Acre, neste momento, não pode ser laboratório de aventuras políticas nem moeda de troca em projetos nacionais.

O que está em jogo é muito maior.

É o futuro de um estado que começa a redesenhar seu papel no Brasil e na América do Sul.

No fim, as aves de rapina continuarão sobrevoando o cenário, tentando extrair vantagem de onde for possível. Mas o eleitor acreano terá diante de si uma escolha clara: optar por projetos consistentes, com lado e compromisso, ou ceder à lógica oportunista de quem tenta estar em todos os lugares — sem, na verdade, estar em lugar nenhum.

E essa escolha, desta vez, definirá mais do que uma eleição.

Definirá o rumo do Acre.

Texto de Zé Américo, jornalista e consultor de Marketing Político

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