O 4° Festival Regional de Quadrilhas de Cruzeiro do Sul terá uma nova data e acontecerá nos dias 07 e 08 de Julho, na Praça Orleir Cameli, no coração da cidade. Este evento, conhecido por celebrar diversas manifestações culturais, como danças típicas e comidas regionais, promete atrair mais de cinco mil pessoas durante os dois dias de festa.
Com o objetivo de valorizar a cultura local, a prefeitura de Cruzeiro do Sul está empenhada em oferecer um evento organizado e repleto de atrações para toda a família. O secretário de cultura, Aldemir Maciel, ressaltou a importância da participação de todas as secretarias no planejamento e realização da festa, destacando que o festival fortalece não apenas a identidade cultural do município, mas também impulsiona o empreendedorismo e o turismo na região.
“Quero reforçar o convite para todas as famílias de Cruzeiro do Sul. A prefeitura está organizando uma festa muito bem estruturada, com a participação de todas as secretarias. Além de fortalecer a cultura local, esse evento também impulsiona o empreendedorismo e o turismo”, disse Maciel.
Uma das atrações principais do festival é a disputa para eleger a Melhor Junina de Cruzeiro do Sul e da Região. A competição entre as quadrilhas juninas locais promete ser acirrada e encantar o público com suas coreografias e tradições.
O Festival, está atraindo turistas de todo o estado do Acre. Com a proximidade do evento, ainda há vagas disponíveis em hotéis da região para aqueles que desejam aproveitar a festa e conhecer a cultura local. Essa é uma ótima oportunidade para os visitantes desfrutarem da festa e explorarem as belezas naturais e a cultura da região.
Confira as Quadrilhas Juninas que irão participar:
Malacabados
Deu no Aro
São Francisco na Roça
Levanta Poeira
Cronograma:
Primeira Noite – 07 de Julho
17h: Início da Programação
17h: DJ Alemão
20h: Banda Eita Forrozão
21h: Quadrilha Junina São Francisco Na Roça
21h45: Cia. Nativus Triplo X
22h: Quadrilha Junina Deu no Aro
23h: Banda Eita Forrozão
00h: Encerramento
Segunda Noite – 08 de Julho
17h: Início da Programação
17h: DJ Johnata
20h30: Marciel Moreno
21h: Quadrilha Junina Levanta Poeira
21h45: Grupo de Dança Tucumâ
22h: Quadrilha Junina Malacabados
23h: Marciel Moreno
00h: Encerramento
Além das apresentações das quadrilhas juninas, a programação incluirá shows culturais e venda de comidas típicas, proporcionando uma verdadeira imersão na cultura local. O festival promete ser um momento de alegria, diversão e valorização das tradições que fazem parte da identidade do povo acreano.
Cine Beira-Rio realiza sessão especial neste sábado na comunidade da Judia; confira
Após emocionar o público na Casa do Chico Monteiro nesta sexta-feira, projeto comunitário leva mostras de filmes acreanos e ações ambientais para nova comunidade ribeirinha.
O batelão que corta as águas barrentas do Rio Acre continua sua jornada levando muito mais que tripulantes: carrega o cinema, o amor pela Amazônia e a voz de personagens reais. Após a exibição realizada nesta sexta-feira, 15, na Casa do Chico Monteiro (no projeto Bela Vista), o projeto Cine Beira-Rio segue a todo vapor e desembarca para uma sessão especial neste sábado, 16 de maio.
O encontro de hoje acontece a partir das 17h30 na Casa de Farinha, localizada no Ramal Beira-Rio, na comunidade da Judia, em Rio Branco. Toda a comunidade e o público em geral estão convidados a prestigiar o evento, que une arte, lazer e conscientização.
Aprovado pelo Fundo Estadual de Cultura 2025 e realizado pela Ciranda – Cultura e Meio Ambiente, o projeto promove o acesso ao audiovisual acreano em territórios nos quais a arte raramente chega, fortalecendo os laços entre cultura, preservação ambiental e identidade comunitária. A viagem, que parte do porto da catraia, no Segundo Distrito da capital, transforma o cotidiano ribeirinho em um espetáculo cultural a céu aberto.
Estrutura e programação na beira do rio
A equipe monta uma estrutura completa de cinema ao ar livre, com cadeiras, projetor, sistema de som e, claro, pipoca gratuita para a comunidade. As sessões iniciam sempre ao entardecer, oferecendo cerca de uma hora e meia de projeções que dialogam diretamente com a realidade local, destacando produções do Acre que refletem a memória, a identidade e o cotidiano da nossa gente.
A curadoria foi pensada para agradar a todas as idades, começando pela diversão das crianças com as animações “Sementes”, de Isabelle Amsterdam, e “Clarinha e o Boto”, de Enilson Amorim. Para o público geral, a mostra exibe os documentários “Mercado de Histórias” e “Ponte de Memórias”, de Alcinethe Damasceno, que trazem o próprio rio como protagonista, além das narrativas regionalistas “O Profeta do Acre”, de Fabiana Júlia, e “As Princesas das Limeiras e o triste Zé Bedeu”, de Silvio Margarido.
Cultura que planta futuro
Compreendendo que a cultura ribeirinha é indissociável do ecossistema, o Cine Beira-Rio integra ações de preservação ambiental a cada parada. Em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, o projeto realiza o plantio mudas de açaí, andiroba e copaíba ao longo das margens do Rio Acre, combatendo diretamente o assoreamento e o desmatamento.
A iniciativa funciona também como um grito de alerta contra a poluição e os eventos climáticos extremos que afetam quem vive da pesca e da agricultura de subsistência. Durante as exibições, práticas sustentáveis — como o recolhimento rigoroso de resíduos — reforçam a mensagem de cuidado com as futuras gerações.
A força por trás do projeto
A coordenação está nas mãos de Alcinethe Damasceno, diretora e roteirista com mais de 30 anos de experiência em projetos sociais. Inovadora, Alcinethe instalou no batelão a “Rádio da Alegria”, um sistema de alto-falantes que transmite músicas e convites pelas margens, preparando o clima para as exibições.
Para que essa força ganhe vida, a equipe reúne um mosaico de saberes essenciais que une o conhecimento tradicional dos trabalhadores do rio à dedicação da equipe técnica. O projeto tem coordenação geral da cineasta Alcinethe Damasceno e conta com a experiência de Antônio Viana, catraieiro veterano do porto da Seis de Agosto, e de José Carlos Mendes, o “Gordo”, que atua como liderança comunitária e articulador logístico. Soma-se a eles Djanira Soares, a Dona Deja — agricultora, feirante e personagem real que hoje ajuda a levar a arte aos seus pares —, além de um time de produção composto por Ana Lis, Tuã Victor, Soraya Montenegro, Rafael Dias, Milena e Maria Meirelles.
No acompanhamento do segundo ciclo da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura divulgado nesta sexta-feira, 15 de maio, o Acre apareceu na liderança nacional entre os estados, com cerca de 20% dos recursos já executados. Nesta etapa, o avanço está concentrado no InfraCultura, programa voltado à recuperação de espaços culturais fechados, à modernização de estruturas em funcionamento precário e à adequação de equipamentos às normas de segurança, acessibilidade e sustentabilidade.
A adesão do estado ao programa foi formalizada em 2025, quando o Acre entrou entre os primeiros do país a integrar a iniciativa. Com isso, assegurou previsão de aproximadamente R$ 57 milhões até 2028, em repasses anuais destinados à criação artística, circulação, formação e infraestrutura cultural em áreas urbanas, ribeirinhas e rurais. Os recursos também podem financiar a revitalização de imóveis públicos e privados e a adaptação de bens tombados para uso cultural.
A execução foi organizada por uma frente técnica que reuniu planejamento, engenharia, patrimônio, administração, controle interno, assessoria jurídica e gestão cultural. O presidente da Fundação de Cultura Elias Mansour, Matheus Gomes, afirmou que “o Acre conta com equipe técnica, planejamento e compromisso com a entrega”. Na frente de fomento, os editais destinados a projetos, premiações e iniciativas de artistas, coletivos, mestres da cultura e povos originários estão em fase de análise, com pagamento previsto para o início do segundo semestre de 2026.
Instituída em 2022, a Política Nacional Aldir Blanc consolidou um modelo permanente de financiamento cultural com repasses anuais da União a estados, ao Distrito Federal e aos municípios. Entre os objetivos da política estão o apoio a projetos culturais, a manutenção de espaços e a ampliação do acesso da população a bens e serviços culturais.
O resultado do Acre amplia uma trajetória que já vinha do primeiro ciclo e também passa pelas ações afirmativas. O estado aparece entre os maiores percentuais agregados de cotas nos editais estaduais da PNAB, o que reforça o peso da política na inclusão de grupos historicamente sub-representados e na ampliação do alcance dos investimentos culturais.
O batelão que corta as águas barrentas do Rio Acre continua sua jornada levando muito mais que tripulantes: carrega o cinema, o amor pela Amazônia e a voz de personagens reais. Nesta sexta-feira, 15, o projeto Cine Beira-Rio atraca em um cenário especial: a Casa do Chico Monteiro, localizada no projeto Bela Vista, rio abaixo de Rio Branco. A programação cultural e ambiental tem início a partir das 17 horas.
Aprovado pelo Fundo Estadual de Cultura 2025 e realizado pela Ciranda – Cultura e Meio Ambiente, o projeto promove o acesso ao audiovisual acreano em territórios nos quais a arte raramente chega, fortalecendo os laços entre cultura, preservação ambiental e identidade comunitária. A viagem, que parte do porto da catraia, no Segundo Distrito da capital, transforma o cotidiano ribeirinho em um espetáculo cultural a céu aberto.
Estrutura e programação na beira do rio
A equipe monta uma estrutura completa de cinema ao ar livre, com cadeiras, projetor, sistema de som e, claro, pipoca gratuita para a comunidade. As sessões iniciam sempre ao entardecer, oferecendo cerca de 1h30 de filmes que dialogam diretamente com a realidade local, destacando produções do Acre que refletem a memória e o cotidiano da nossa gente. A curadoria conta com:
Para as crianças: As animações Sementes, de Isabelle Amsterdam, e Clarinha e o Boto, de Enilson Amorim.
Documentários e Narrativas:Mercado de Histórias e Ponte de Memórias, de Alcinethe Damasceno, que trazem o próprio rio como protagonista.
Regionalismo: Completam a mostra os filmes O Profeta do Acre, de Fabiana Júlia, e As Princesas das Limeiras e o triste Zé Bedeu, de Silvio Margarido.
Cultura que planta futuro
Compreendendo que a cultura ribeirinha é indissociável do ecossistema, o Cine Beira-Rio integra ações de preservação ambiental a cada parada. Em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, o projeto realiza o plantio de cerca de 200 mudas de açaí, andiroba e copaíba ao longo das margens do Rio Acre, combatendo diretamente o assoreamento e o desmatamento.
A iniciativa funciona também como um grito de alerta contra a poluição e os eventos climáticos extremos que afetam quem vive da pesca e da agricultura de subsistência. Durante as exibições, práticas sustentáveis — como o recolhimento rigoroso de resíduos — reforçam a mensagem de cuidado com as futuras gerações.
A força por trás do projeto
A coordenação está nas mãos de Alcinethe Damasceno, diretora e roteirista com mais de 30 anos de experiência em projetos sociais. Inovadora, Alcinethe instalou no batelão a “Rádio da Alegria”, um sistema de alto-falantes que transmite músicas e convites pelas margens, preparando o clima para as exibições.
Para que essa força ganhe vida, a equipe reúne um mosaico de saberes essenciais que une o conhecimento tradicional dos trabalhadores do rio à dedicação da equipe técnica. O projeto tem coordenação geral da cineasta Alcinethe Damasceno e conta com a experiência de Antônio Viana, catraieiro veterano do porto da Seis de Agosto, e de José Carlos Mendes, o “Gordo”, que atua como liderança comunitária e articulador logístico. Soma-se a eles Djanira Soares, a Dona Deja — agricultora, feirante e personagem real que hoje ajuda a levar a arte aos seus pares —, além de um time de produção composto por Ana Lis, Tuã Victor, Soraya Montenegro, Rafael Dias, Milena e Maria Meirelles.