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Política

Aleac realiza posse da nova Mesa Diretora para o biênio 2025/2026

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A Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) realizará, no próximo sábado (1º), a posse dos integrantes da nova Mesa Diretora para o biênio 2025/2026. O evento acontecerá durante a primeira sessão solene da 3ª Sessão Legislativa da 16ª Legislatura e seguirá o artigo 48, §5º, da Constituição Estadual, marcando a primeira vez que a posse será realizada no dia 1º de fevereiro. Antes, a transição ocorria de forma automática logo após a eleição.

A nova composição da Mesa Diretora terá como presidente o deputado Nicolau Júnior (PP), tendo como vice-presidente o deputado Pedro Longo (PDT). A primeira secretaria será ocupada pelo deputado Luiz Gonzaga (PSDB) e a segunda secretaria pelo deputado Chico Viga (PDT). A segunda vice-presidência ficará a cargo da deputada Maria Antônia (PP), enquanto a terceira secretaria será assumida pela deputada Antônia Sales (MDB). O deputado Eduardo Ribeiro (PSD) ocupará a terceira vice-presidência, Gene Diniz (Republicanos) será o quarto secretário e André Vale (Podemos) o quinto secretário.

A cerimônia contará com a presença dos membros eleitos para a Mesa Diretora, deputados estaduais, representantes do Poder Judiciário, do Tribunal de Contas do Estado, secretários de Estado, deputados federais, vereadores, prefeitos e o governador Gladson Cameli (PP).

O deputado Nicolau Júnior registrou o convite ao governador em suas redes sociais, destacando a importância da presença do chefe do Executivo estadual no evento. O registro pode ser acessado no perfil oficial do parlamentar no Instagram:

https://www.instagram.com/p/DFV7cPBv7fy/?igsh=d2htdTgycjRkZjE2.

Política

No Estaleiro Juruá, Lula anuncia pacote bilionário para infraestrutura, energia e desenvolvimento da Amazônia

Agenda no Amazonas reúne mais de R$ 7 bilhões em investimentos e coloca indústria naval, logística regional, BNDES e sustentabilidade no centro da estratégia federal para a região

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O Estaleiro Juruá foi escolhido como palco central da agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Amazonas nesta quarta-feira, em uma programação marcada por anúncios que somam mais de R$ 7 bilhões para infraestrutura, energia, logística, desenvolvimento regional e produção de petróleo e gás no estado. Mais do que uma cerimônia de assinatura de atos, a visita ao Juruá consolida a indústria naval amazônica como peça estratégica para integrar produção, transporte, energia e sustentabilidade na região.

A agenda presidencial começou em Manaus, no Estaleiro Bertolini, com o anúncio de investimentos do Sistema Petrobras no Amazonas. Petrobras e Transpetro preveem mais de R$ 2,8 bilhões até 2030, incluindo a construção de 18 barcaças para transporte de combustíveis e a retomada de investimentos no Polo de Urucu, em Coari, com cerca de R$ 2,5 bilhões destinados à perfuração de novos poços. (Agência)

Mas é no Estaleiro Juruá, em Iranduba, que a agenda ganha dimensão mais ampla. Ali, o governo federal reúne anúncios do BNDES e dos ministérios dos Transportes, de Minas e Energia, e de Portos e Aeroportos. A escolha do estaleiro como cenário reforça a mensagem de que a Amazônia não será tratada apenas como território de preservação ou de desafios logísticos, mas como espaço de produção, emprego, engenharia, navegação, energia e inovação regional.

Com trajetória ligada à navegação e à construção naval no Norte do país, o Estaleiro Juruá tem origem na experiência empresarial de Francisco Cameli, o “Chiquinho”, cuja atuação no setor remonta aos anos 1980, com transporte de derivados de petróleo e construção de embarcações para a região. Instalado às margens do Rio Negro, em Iranduba, o estaleiro ocupa uma área de 144 mil metros quadrados e consolidou-se como uma empresa regional especializada na fabricação de balsas, empurradores, terminais portuários e outras estruturas voltadas à logística fluvial amazônica. Nos últimos anos, também ampliou investimentos em modernização industrial, governança e qualificação de mão de obra local, reforçando seu papel na cadeia produtiva do transporte hidroviário.

Entre os atos previstos no Juruá está o lançamento ao rio de uma embarcação financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. O gesto tem valor simbólico e econômico: aponta para a retomada da capacidade de financiamento público à indústria naval e para a valorização de soluções de transporte adaptadas à realidade amazônica, onde rios são corredores logísticos fundamentais.

A agenda também prevê a assinatura de R$ 150 milhões do Programa Desafios da Amazônia/Fundo Amazônia, iniciativa voltada a projetos capazes de combinar desenvolvimento regional, proteção ambiental e soluções produtivas para o bioma. Ao lado dos investimentos em energia e infraestrutura, o anúncio amplia o alcance do pacote ao associar crescimento econômico com instrumentos de sustentabilidade. (Serviços e Informações do Brasil)

Outro eixo da programação envolve a BR-319, ligação rodoviária entre Manaus e Porto Velho. Segundo o Ministério dos Transportes, estão previstas ordens de serviço para construção de pontes, contrato para melhorias na rodovia e medidas socioambientais para a estrada e seu entorno. A inclusão do tema no pacote busca responder a uma demanda histórica de integração do Amazonas, mas também coloca o governo diante do desafio de compatibilizar infraestrutura e proteção da floresta.

Ao destacar o Estaleiro Juruá, a agenda presidencial desloca o foco da simples soma de recursos para uma estratégia territorial: fortalecer a infraestrutura amazônica a partir de ativos locais. O estaleiro passa a representar a conexão entre financiamento público, indústria regional, transporte fluvial, geração de empregos e desenvolvimento com menor dependência de modelos importados de outras regiões do país.

Com o pacote, o governo Lula busca apresentar a Amazônia como fronteira de investimento produtivo, e não apenas como tema ambiental. No Juruá, a mensagem é direta: desenvolver a região exige infraestrutura, energia, logística e indústria — mas com planejamento, financiamento e responsabilidade socioambiental.

Com informações da Presidência da República/Secom, Ministério dos Transportes, Petrobras/Transpetro, BNDES e Estaleiro Juruá.

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Política

Jéssica Sales descarta vice de Mailza e foca em pré-candidatura ao Senado ou Deputada Federal

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A ex-deputada federal Jéssica Sales (MDB) afirmou que não vai disputar a vice-governadoria na chapa da governadora Mailza Assis (PP) e disse que segue com o nome colocado para a eleição ao Senado no Acre. A declaração foi dada ao Blog do Crica, do ac24horas, em meio às articulações para a formação das chapas majoritárias no estado.

Jéssica disse que não considera a hipótese de compor como vice e afirmou que sua prioridade continua sendo a disputa ao Senado, sobretudo em um cenário em que o ex-governador Gladson Cameli fique fora da corrida eleitoral. “Se o Gladson não puder ser candidato ao Senado, eu entro na disputa”, declarou.

Na avaliação da ex-deputada, seu nome representa o Vale do Juruá em uma eventual vaga aberta na disputa. Ela afirmou que tem atuação política em todos os municípios do Acre, com presença mais concentrada na região do Juruá, e reiterou que sua posição, desde o início, foi de pré-candidata ao Senado.

Com a declaração, Jéssica retira seu nome das especulações sobre a composição da chapa de Mailza e mantém o foco em uma candidatura majoritária. Ela também admitiu outro caminho eleitoral caso Gladson confirme entrada na disputa pelo Senado. Nesse cenário, disse que pode avaliar uma candidatura à Câmara dos Deputados.

Ao tratar da possibilidade de Gladson ser candidato, Jéssica afirmou que, nessa hipótese, não entraria na corrida ao Senado. “Só não entrarei na disputa se o meu primo Gladson sair”, disse.

A ex-deputada também respondeu a comentários sobre seu afastamento do debate político nas últimas semanas. Segundo ela, a rotina tem sido dedicada ao trabalho como médica, com plantões no Hospital Santa Juliana e atendimentos em Sena Madureira voltados ao pré-natal de alto risco.

Jéssica afirmou ainda que mantém independência política e financeira e disse que vai esperar o período definido pela legislação eleitoral para entrar de forma mais direta no processo de campanha. “O momento certo para começar a campanha tem data, tem calendário”, afirmou.

Foto: Sérgio Vale

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Política

Valdemar diz que Flávio procurou Vorcaro para cobrar verba de filme sobre Bolsonaro

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O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta segunda-feira, 25, que o senador Flávio Bolsonaro procurou o banqueiro Daniel Vorcaro depois da primeira prisão do empresário, no fim de 2025, para tentar receber a parte restante dos recursos prometidos ao filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi dada em entrevista à GloboNews, em meio à crise política provocada pela revelação da relação entre o senador e o dono do Banco Master.

Segundo Valdemar, a visita ocorreu quando Vorcaro já era alvo de investigação, mas ainda não havia condenação. Ao comentar o episódio, o dirigente do PL disse que a atitude de Flávio foi “a coisa mais natural do mundo” e sustentou que o senador buscava apenas uma definição sobre o repasse para a produção do longa. Na entrevista, Valdemar também afirmou que soube da aproximação entre os dois só depois de o caso ganhar repercussão pública.

A fala do presidente do partido amplia a pressão sobre Flávio, que na semana passada já havia admitido ter se encontrado com Vorcaro após a prisão do banqueiro. Na ocasião, o senador disse que foi ao encontro para “botar um ponto final” na relação e afirmou que teria buscado outro investidor antes, caso soubesse da gravidade da situação envolvendo o empresário. A versão apresentada por Flávio era a de que todos os contatos com Vorcaro trataram apenas do financiamento do filme.

O caso ganhou dimensão nacional depois da divulgação de mensagens e relatos sobre o aporte milionário ao projeto cinematográfico. O episódio atingiu em cheio a articulação do PL para a disputa presidencial deste ano, num momento em que Flávio tenta se firmar como principal nome do campo bolsonarista. Mesmo assim, Valdemar descartou recuo e reafirmou o apoio do partido ao senador.

Na mesma entrevista, o presidente do PL disse que a legenda vai manter Flávio como pré-candidato ao Palácio do Planalto e afastou a hipótese de lançar Michelle Bolsonaro. Com isso, o partido tenta conter o desgaste e sinalizar que não pretende mudar de rota, apesar do impacto político da ligação entre o senador e Vorcaro.

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