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Política

Ato unificado no Acre marca 8 de janeiro em defesa da democracia

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Grupos do campo progressista do Acre realizam nesta quarta-feira, 8 de janeiro, um ato unificado em defesa da democracia e da soberania nacional, três anos após os ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília. A mobilização ocorre a partir das 17h, na sede da ADUFAC, em Rio Branco, com a proposta de reafirmar o compromisso com eleições livres, direitos políticos e a preservação do Estado Democrático de Direito, em sintonia com atos convocados em diversas cidades do país.

O chamado para a atividade no Acre se insere no contexto nacional de mobilização em torno da memória do 8 de janeiro de 2023, data marcada pela tentativa de ruptura institucional após o resultado das eleições presidenciais. À época, grupos organizados invadiram e depredaram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, em ações que estão sendo investigadas e julgadas pelo sistema de Justiça. Desde então, movimentos sociais, partidos políticos, centrais sindicais e entidades estudantis têm defendido que a data seja lembrada como forma de impedir a repetição de ataques ao processo democrático.

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Ao convocar os atos deste ano, o presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Edinho Silva, destacou que a preservação da memória é parte central da defesa da democracia e do respeito ao voto popular. Segundo ele, “para que as eleições aconteçam, para que sejam livres e para que os eleitos tomem posse, a democracia tem que prevalecer”, ressaltando que o país foi vítima de uma tentativa de golpe e que esse episódio não pode ser esquecido. A posição foi divulgada em material oficial do partido, que orienta a realização de atividades públicas em todo o território nacional.

No Acre, a organização do ato envolve partidos políticos, movimentos populares, entidades estudantis e sindicais, que utilizam como eixo a defesa de um Brasil soberano, com liberdade e dignidade para os povos. A escolha da ADUFAC como local do encontro busca dialogar com a comunidade acadêmica e com setores historicamente ligados à luta por direitos civis, participação política e acesso à educação pública.

Foto: Agência Brasil

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Política

STF transfere Bolsonaro para a Papudinha após pedido de prisão domiciliar

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou, nesta quinta-feira (15), a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para a chamada Papudinha, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, após a defesa apresentar um pedido de prisão domiciliar de caráter humanitário. A decisão foi tomada no contexto do cumprimento da pena superior a 27 anos de prisão imposta ao ex-presidente, condenado por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado de 2023.

Bolsonaro estava custodiado na Superintendência da Polícia Federal, em cela individual, desde o início do cumprimento da pena. No despacho que autorizou a transferência, o ministro registrou que o pedido da defesa alegava a inexistência de condições mínimas de dignidade no local onde o ex-presidente se encontrava, argumento reforçado por manifestações públicas de seus filhos. A partir dessa solicitação, Moraes decidiu pela mudança para a Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecida como Papudinha, situada no interior do Complexo da Papuda.

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Na decisão, o ministro comparou as condições da custódia anterior com as do novo local. A cela da Polícia Federal, segundo o despacho, possuía cerca de 12 metros quadrados, com banheiro privativo, água aquecida, ar-condicionado, televisão, frigobar, atendimento médico permanente da própria corporação, autorização para acompanhamento médico particular, realização de fisioterapia, banho de sol diário exclusivo e regime diferenciado de visitas. Moraes destacou que tais condições já eram superiores às enfrentadas por outros réus condenados pelos mesmos crimes.

A nova unidade destinada a Bolsonaro na Papuda possui área total de 64,83 metros quadrados, com ambientes internos e área externa, incluindo quarto, sala, banheiro, cozinha, lavanderia e espaço ao ar livre. O local permite o preparo e armazenamento de alimentos, dispõe de geladeira, armários, cama de casal, televisão e chuveiro com água quente. De acordo com a decisão, o custodiado terá direito a cinco refeições diárias fornecidas pela unidade prisional e acesso a banho de sol em espaço reservado, com horário livre.

O despacho também registra que o espaço permite a instalação de equipamentos para atividade física, como esteira e bicicleta, além de área específica para visitas e atendimento de advogados e médicos. As visitas familiares estão autorizadas para a esposa Michelle Bolsonaro, os filhos Carlos, Flávio, Jair Renan e Laura Bolsonaro, além da enteada Letícia Marianna Firmo da Silva, com duração total de até três horas, a serem divididas entre os visitantes.

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Ao justificar a decisão, Moraes afirmou que as condições oferecidas na Papudinha não descaracterizam o cumprimento da pena nem configuram tratamento incompatível com a condenação imposta. O ministro também registrou críticas às reclamações apresentadas pela defesa e por familiares do ex-presidente, que incluíam questionamentos sobre o tamanho da cela, o regime de visitas, o banho de sol e até a substituição do aparelho de televisão por um modelo com acesso à internet.

Antes da análise definitiva do pedido de prisão domiciliar humanitária, o ministro determinou a realização de perícia por uma junta médica da Polícia Federal, que deverá avaliar a situação de saúde de Bolsonaro e indicar se há necessidade de adaptações adicionais para a continuidade do cumprimento da pena no novo local. A decisão estabelece que somente após esse laudo será apreciado o pleito da defesa.

Fonte: Agência Brasil

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Política

Bocalom diz que deve anunciar candidatura ao governo do Acre até a próxima semana

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, afirmou que deve anunciar até o início da próxima semana se colocará seu nome à disposição para disputar o governo do Acre nas eleições de 2026, após meses evitando antecipar o debate eleitoral e priorizando a execução de obras tanto na capital quanto no interior do estado. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Patrulha Cidade, da TV Amazônia, afiliada da RedeTV nesta quarta-feira, 14, em que o gestor explicou que, ao longo do último ano, optou por não entrar em discussões políticas por considerar o período como momento de trabalho administrativo, mas reconheceu que o calendário eleitoral agora impõe a abertura do debate.

Segundo Bocalom, a decisão de avaliar uma candidatura passou a ser considerada após ouvir manifestações recorrentes da população em diferentes regiões do estado, incluindo Rio Branco e municípios do interior. Ele relatou que, mesmo com outros nomes já colocados no cenário político, como o do senador Alan Rick e da vice-governadora Mailza Assis, tem sido cobrado por eleitores para participar da disputa. “Eu tenho andado o Estado inteiro e ouvido o apelo das pessoas, dizendo para colocar o nome”, afirmou, ao destacar que esses pedidos estão associados à sua trajetória administrativa, tanto no município de Acrelândia quanto na atual gestão em Rio Branco.

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O prefeito também ressaltou que, até o momento, não há decisão formalizada, mas confirmou que o anúncio deve ocorrer em breve para permitir que a população avalie seu nome ao longo do prazo legal. “Tenha paciência, que no início da semana que vem a gente faz o anúncio”, disse, acrescentando que o período até 4 de abril será suficiente para que o eleitorado manifeste se deseja ou não sua candidatura. Para ele, o processo deve ser conduzido de forma aberta, com espaço para debate público e acompanhamento das pesquisas de opinião.

Durante a fala, Bocalom citou levantamentos eleitorais recentes nos quais aparece entre os primeiros colocados, mesmo sem ter oficializado a intenção de concorrer. De acordo com ele, esse cenário reforça a percepção de que há demanda popular por sua participação no pleito. “Hoje o nome do Bocalom não foi colocado ainda, e mesmo assim aparece como segundo colocado, muito próximo do primeiro”, afirmou, ao defender que a inclusão formal do nome nas pesquisas permitirá uma avaliação mais precisa do cenário eleitoral.

O prefeito também retomou sua trajetória política, mencionando a eleição de 2010, quando concorreu ao governo do estado e foi derrotado após um desempenho desfavorável na região do Juruá. Segundo ele, atualmente tem ouvido manifestações de apoio naquela região, indicando uma mudança de cenário em relação ao passado. “Hoje o que eu escuto no Juruá é que agora pode contar com a gente”, disse, ao afirmar que essas sinalizações têm pesado na reflexão sobre atender ao que chamou de “chamado da população”.

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Ao tratar de suas motivações, Bocalom afirmou que sua atuação política está vinculada a um projeto voltado à produção e à geração de emprego no Acre, linha que, segundo ele, continua presente no debate público. Também destacou que sua trajetória na gestão pública não registra escândalos relacionados ao uso de recursos públicos, ponto que considera relevante no diálogo com os eleitores. “Estou na política para servir, não para ganhar dinheiro ou enganar as pessoas”, declarou, ao associar sua conduta à atuação pautada pela legalidade.

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Política

Pesquisa Quaest aponta Lula à frente em todos os cenários testados para a eleição de 2026

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, aparece na liderança de todos os cenários de primeiro e segundo turno da disputa presidencial de 2026 avaliados pela pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 14 de janeiro. O levantamento foi realizado com entrevistas presenciais entre os dias 8 e 11 de janeiro, ouviu pouco mais de dois mil eleitores em todo o país, tem margem de erro de dois pontos percentuais e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral.

As simulações de primeiro turno mostram Lula na primeira posição independentemente da composição dos cenários apresentados. Em diferentes quadros, o presidente varia entre 35% e 40% das intenções de voto. Nos cenários em que o senador Flávio Bolsonaro é incluído, ele aparece como principal adversário, com percentuais que variam entre 23% e 32%, a depender da presença de outros nomes. Governadores como Tarcísio de Freitas, Ratinho Jr., Ronaldo Caiado e Romeu Zema aparecem com índices menores, distribuídos em faixas que vão de 2% a 14%. A pesquisa também registra percentuais relevantes de eleitores que afirmam votar em branco, nulo ou não comparecer às urnas, além de um grupo que se declara indeciso.

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Mesmo quando o número de candidatos é reduzido, Lula mantém a dianteira. Em cenários com menos concorrentes, o presidente alcança patamares próximos a 40%, enquanto o segundo colocado permanece a uma distância superior à margem de erro. A oscilação entre os cenários ocorre principalmente entre os nomes da oposição, sem alteração do posicionamento do presidente na liderança.

Nos testes de segundo turno, Lula também aparece à frente em todas as disputas simuladas. Em um eventual confronto com Tarcísio de Freitas, o presidente registra 44% das intenções de voto, contra 39% do governador de São Paulo. Em uma disputa direta com Flávio Bolsonaro, Lula soma 45%, enquanto o senador alcança 38%. Quando o adversário é Ratinho Jr., o presidente aparece com 43%, frente a 36% do governador do Paraná. Resultados semelhantes são observados nos cenários contra Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Aldo Rebelo e Renan Santos, com Lula mantendo vantagem em todos os casos.

Os dados indicam ainda que, no segundo turno, uma parcela significativa do eleitorado declara intenção de votar em branco, anular o voto ou não participar da eleição, além de um percentual menor de indecisos. Segundo a Quaest, os resultados mantêm um padrão semelhante ao observado na pesquisa anterior, divulgada em dezembro de 2025, sugerindo estabilidade nas preferências eleitorais medidas até o momento.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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