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Política

Marcus Alexandre anuncia obras para a Baixada e destaca realizações em gestão anterior

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Durante atividade de campanha neste sábado, 17, na praça da Semsur na Sobral, o candidato a prefeito Marcus Alexandre (MDB) acompanhado da vice Marfisa Galvão (PSD), do senador Sérgio Petecão (PSD), do deputado estadual Tanísio Sá (MDB) e demais lideranças de sua aliança, tomou café e conversou com comerciantes e moradores sobre os desafios a serem enfrentados nos bairros da regional, ele aproveitou para anunciar obras e ações estruturantes para a Baixada que estão previstas em seu Plano de Governo.

“Eu me orgulho de ter sido um dos prefeitos que mais investiu na Baixada, na infraestrutura dos bairros, na construção de quatro unidades de saúde, do ginásio do Aeroporto Velho, o CIE, no João Eduardo, do campo de grama sintética na Rua A do Palheiral, no Bahia Nova, de ter construído aqui na Baixada duas escolas infantis, a do Cabreúva e a do Carandá, de ter construído o Terminal de Integração, o Mercado de Peixe na Ceasa, de ter ampliado o Restaurante Popular, de ter feito a segunda etapa da duplicação da Estrada da Sobral. Essa é uma região que eu cuidei com muito carinho e respeito”, disse.

O emedebista detalhou ainda alguns projetos que estão previstos em seu Plano de Governo que serão executados em uma nova gestão. “A Baixada é prioridade e tem um destaque no nosso Plano de Governo, que prevê a construção de uma Praça da Juventude na região do Cabreúva, do Boa União, construir um Centro do Idoso, também a reforma do Mercado da Semsur, intervenções importantes de infraestrutura, drenagem e saneamento. Eu andei a pé todas as ruas da Baixada quando fui prefeito, conheço de perto a realidade dos bairros, tenho muitos amigos e amigas aqui, nesse que é um lugar especial da nossa cidade e que tenho muito carinho e respeito. A Baixada pode contar com muito trabalho do Marcus Alexandre”, finalizou.

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Política

Bocalom reúne imprensa em confraternização e comenta cenário político de 2026

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, promoveu neste sábado, 24 de janeiro de 2026, um encontro de confraternização com jornalistas, comunicadores e profissionais da imprensa local, realizado na sede da Associação dos Servidores do Deracre (Asderacre), na capital acreana, com o objetivo de agradecer o trabalho desenvolvido pela categoria e manter o diálogo com os veículos de comunicação que atuam na cobertura dos fatos da cidade e do estado.

O evento reuniu representantes de diferentes meios de comunicação e contou com a participação direta do prefeito na organização do almoço. Bocalom chegou cedo ao local, assumiu o comando da churrasqueira e serviu pessoalmente os convidados. Em mensagem divulgada em suas redes sociais, afirmou: “Tive a honra de comandar a churrasqueira e servir pessoalmente quem faz a diferença todos os dias com informação e credibilidade. Obrigado pelo carinho e por terem vindo! Seguiremos valorizando a nossa imprensa como sempre fizemos. Vamos juntos!”. Antes do encontro, ele havia encaminhado convite à imprensa, relembrando a relação construída ao longo dos anos, desde o período em que foi prefeito de Acrelândia, e citando reuniões anteriores como parte desse histórico de aproximação.

Durante o encontro, o prefeito destacou a importância do jornalismo para o funcionamento da democracia e reiterou que sempre valorizou o papel da imprensa. Segundo ele, um jornalismo forte contribui diretamente para o fortalecimento das instituições e para o direito da população à informação. O secretário municipal de Comunicação, Ailton Oliveira, participou da organização do evento e esteve presente no almoço, que foi descrito como um momento de confraternização e conversa direta entre a gestão municipal e os profissionais da comunicação.

Questionado pelos jornalistas, Bocalom comentou o cenário político para as eleições de 2026. O prefeito afirmou não ver impedimentos para que ele e a vice-governadora Mailza Assis disputem espaço no mesmo campo político. Segundo ele, a definição sobre quem deverá liderar o projeto eleitoral deve ocorrer de forma natural, a partir de quem estiver melhor posicionado. “Se ela tiver melhor que eu, não tem nenhum problema, ela é de direita também, nós vamos juntos. Se o meu nome tiver melhor, eu espero poder ter também o carinho dela”, declarou.

Bocalom relembrou a relação política construída com Mailza Assis ao longo dos últimos anos e citou o papel da então senadora nas eleições municipais de 2020, quando participou da decisão partidária que resultou em sua candidatura à Prefeitura de Rio Branco. Ele mencionou ainda que, em 2024, houve um acordo político entre grupos que inicialmente tinham candidaturas distintas. Ao tratar do processo eleitoral, afirmou que o foco deve estar na apresentação de resultados administrativos. “Agora nós precisamos ganhar a eleição. E a eleição a gente precisa ganhar mostrando trabalho. Eu tenho experiência de prefeito”, disse.

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Política

“Um chamado da sociedade”: Rennan Biths detalha articulação e coragem na pré-candidatura de Bocalom ao Governo

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Secretário de Articulação Política destaca a presença do setor produtivo no lançamento da campanha e minimiza polêmicas sobre alianças, reforçando o foco no modelo “Produzir para Empregar”.

Em entrevista concedida ao programa Bar do Vaz, no AC24h, na quinta-feira (22), o Secretário de Articulação Política e de Saúde, Rennan Biths, comentou os bastidores da decisão do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, de lançar sua pré-candidatura ao Governo do Acre. Biths classificou o movimento não como uma estratégia isolada, mas como uma resposta natural a um desejo de parcelas significativas da população e do setor empresarial.

O “chamado” e o momento do anúncio

Questionado sobre a antecipação do anúncio, considerado precoce por alguns analistas, o secretário defendeu a sensibilidade política do prefeito. Segundo Biths, Bocalom possui uma percepção aguçada do sentimento do eleitorado, fruto de sua longa trajetória pública.

“O entendimento que a gente tem é de que esse era um chamado de uma parcela significativa da sociedade para que ele colocasse o nome. E agora, atendendo a essas pessoas, ele coloca o nome. É do processo, é da democracia”, afirmou Rennan.

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Para o secretário, o anúncio serve como um teste importante até o prazo final de descompatibilização, em abril: “Ele precisava dar essa resposta pra população… para ver como a sociedade vai reagir até o final de março, começo de abril, que é o momento que as coisas vão se afunilar.”

Um evento “simples, mas potente”

Um dos pontos altos da conversa foi a análise do perfil do evento de lançamento da pré-candidatura, marcado pela forte presença de empresários e produtores rurais, em detrimento de figuras políticas tradicionais. Rennan Biths descreveu o ato como espontâneo, refletindo a aprovação do modelo de gestão de Bocalom.

“Foi um evento que, na minha compreensão, foi muito simples, mas ao mesmo tempo muito potente… Você viu ali o evento prestigiado por personalidades do nosso estado, do setor produtivo, que normalmente você não vê em atos dessa natureza”, pontuou.

Ele reforçou que a candidatura carrega a bandeira do projeto “Produzir para Empregar”, uma marca de Bocalom desde os tempos de Acrelândia, que visa o desenvolvimento econômico através da produção.

A coragem de renunciar

Sobre o risco político de Bocalom deixar a prefeitura no meio do mandato — um tabu que derrotou ex-gestores como Flaviano Melo e Marcus Alexandre —, Biths destacou a “coragem” do atual prefeito em abrir mão de inaugurar grandes obras para seguir suas convicções.

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“Isso mostra uma decisão muito corajosa do prefeito. Ele tem um programa habitacional em andamento… tem viadutos… São obras que dariam a oportunidade dele deixar o nome na história da cidade, e ele está disposto a abrir mão disso por uma convicção, por um projeto” argumentou o secretário.

Alianças e a escolha do vice

Quanto à composição da chapa e a escolha de um vice, Rennan foi cauteloso, indicando que o martelo só será batido nas convenções partidárias. No entanto, traçou o perfil ideal para o companheiro de chapa: “O vice ideal é alguém que aumente as possibilidades de vencer a eleição, mas também alguém que seja muito leal à forma como o prefeito Tião Bocalom faz política e administra.”

Sobre possíveis atritos com aliados como o senador Márcio Bittar, Biths negou qualquer clima de traição, descrevendo a relação entre os dois como “muito amigável” e parte do processo natural de construção política. Ele finalizou lembrando que, apesar de todas as articulações, a decisão final cabe ao povo.

“Em última instância, essa decisão é do povo… É o eleitor simples que decide uma eleição. É ele que, quando para pra pensar no voto, define o futuro”, concluiu.

Foto: Sérgio Vale

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Educação

Professores não passarão a pagar Imposto de Renda com o novo piso salarial: entenda por quê

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A elevação do piso salarial do magistério público para R$ 5.130,63, definida por medida provisória publicada pelo Governo Federal em 22 de janeiro de 2026, gerou dúvidas entre professores sobre a possibilidade de cobrança de Imposto de Renda ao ultrapassar o valor de R$ 5 mil. A mudança substitui o piso anterior de R$ 4.867,77 e passa a valer já em 2026, dentro de uma nova regra de reajuste que combina inflação medida pelo INPC e parte do crescimento real das receitas do Fundeb.

Apesar do valor bruto superar o limite mensal da faixa de isenção, o novo piso não implica, na maioria dos casos, tributação automática. Isso ocorre porque o Imposto de Renda não é calculado sobre o salário bruto, mas sobre a base tributável, que resulta do valor final após a aplicação das deduções legais. A principal delas é a contribuição previdenciária, seja ao INSS ou a regimes próprios de previdência social. Para professores que seguem a tabela adotada para servidores federais, esse desconto reduz a base tributável para cerca de R$ 4.611,00, mantendo o rendimento dentro da faixa de isenção de até R$ 5 mil por mês.

Além da contribuição previdenciária, outras deduções podem ser aplicadas, como pensão alimentícia determinada por decisão judicial, dependentes declarados e contribuições à previdência privada, limitadas a 12% da renda bruta tributável anual para contribuintes vinculados a regimes oficiais. Essas deduções variam conforme o regime de previdência adotado por estados e municípios e a situação individual de cada professor.

A Receita Federal divulgou nota oficial para esclarecer que não procede a afirmação de que o reajuste do piso levaria automaticamente os professores a pagar mais Imposto de Renda. Segundo o órgão, interpretações que circulam nas redes sociais ignoram as regras legais de apuração do imposto e desconsideram os efeitos da Lei nº 15.270/2025, que ampliou a isenção mensal para rendimentos de até R$ 5 mil e reduziu a tributação para faixas entre R$ 5.000,00 e R$ 7.350,00.

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Com a combinação entre o novo piso e as regras atualizadas de tributação, o imposto efetivamente pago tende a cair. Em 2025, com o piso de R$ 4.867,77, um professor pagava cerca de R$ 283,14 de Imposto de Renda retido na fonte por mês, considerando o desconto simplificado. Em 2026, com o piso reajustado para R$ 5.130,63, esse mesmo profissional passará a pagar aproximadamente R$ 46,78 mensais, mesmo com o salário maior.

A Receita Federal também alerta que a ausência de retenção na fonte não significa isenção total em todas as situações. Outras fontes de renda devem ser declaradas, e valores recebidos a título de gratificações, adicionais ou horas extras entram no cálculo da base tributável. Assim, professores que recebem rendimentos além do piso podem ultrapassar a faixa de isenção mensal, a depender da composição da renda e do volume de deduções aplicáveis.

O novo critério de reajuste do piso salarial foi construído a partir de debates no Fórum Permanente do Piso, que reúne representantes dos profissionais da educação e gestores públicos. A regra vincula o aumento anual à inflação do ano anterior e a 50% da média da variação real das receitas do Fundeb nos cinco anos anteriores, buscando previsibilidade no cumprimento do Plano Nacional de Educação. Pelo modelo anterior, o reajuste seria de 0,37%, enquanto o novo índice resultou em aumento de 5,4%.

Embora a proposta tenha sido recebida positivamente por entidades representativas da categoria, organizações municipalistas apontam impacto fiscal estimado em R$ 8 bilhões sobre as prefeituras. A Confederação Nacional de Municípios defende que o piso seja negociado diretamente com os municípios, enquanto a Frente Nacional de Prefeitos pede que a regra seja revista para considerar as diferentes realidades fiscais locais.

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