Connect with us

Notícias

Prefeitura de Rio Branco anuncia implantação de semáforos inteligentes

Tecnologia vai melhorar a fluidez do Trânsito

Published

on

Com uma alocação de 3 milhões de reais, o prefeito Tião Bocalom e o superintendente da RBTrans, Benício Dias, divulgaram na última sexta-feira (12) o novo sistema de semáforos inteligentes que será implementado em Rio Branco. A cidade busca aprimorar a fluidez do trânsito por meio dessa tecnologia.

O superintendente Benício Dias detalhou a aquisição de 60 conjuntos semafóricos projetados para otimizar o fluxo de veículos em Rio Branco. Esses semáforos inteligentes analisarão o tráfego em cada cruzamento, coordenando autonomamente o fluxo. A inteligência artificial ajustará dinamicamente a prioridade entre as vias, assegurando uma distribuição eficaz do tráfego. Segundo ele, o sistema “cuidará de distribuir os veículos conforme a necessidade daquele cruzamento, fazendo um rodízio entre as esquinas, comportamento realizado autonomamente pela inteligência artificial”. Essa abordagem autônoma será realizada pelas câmeras inteligentes, promovendo uma gestão eficiente do trânsito.


Num primeiro momento, serão realizados testes com a instalação de dois semáforos inteligentes: um na Avenida Ceará, próximo à Agroboi, e outro em frente ao terminal urbano. A previsão é que, ao longo dos próximos meses, todos os semáforos inteligentes estejam em pleno funcionamento nas principais vias da cidade.

O prefeito Tião Bocalom destacou a relevância da mobilidade urbana para uma cidade que almeja modernidade e atualização. Ele ressaltou que Rio Branco torna-se a sétima cidade brasileira a adotar o sistema de semáforos inteligentes, expressando confiança de que a cidade se destacará como a mais inteligente, bonita e organizada da região norte. “Investimos três milhões nestes equipamentos, que incluem 60 câmeras inteligentes e duas super inteligentes, responsáveis por controlar o fluxo, decidindo quando liberar ou interromper o trânsito em determinado sentido”, afirmou o prefeito.

Fonte: Assessoria

Educação

Governo convoca aprovados da Educação e dá prazo até 8 de maio para assinatura de contrato

Published

on

O governo do Acre publicou nesta terça-feira (28) três editais de convocação de candidatos aprovados em processos seletivos simplificados para atuação na rede pública estadual, com prazo até 8 de maio de 2026 para entrega de documentos e assinatura de contrato. As chamadas, feitas pela Secretaria de Estado de Administração (Sead) e pela Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), incluem vagas para educação regular, educação especial, educação do campo, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e educação escolar indígena.

A maior convocação está no Edital nº 107/2026, que corresponde à 98ª chamada do processo seletivo regido por edital de 2023. O documento reúne cargos como professor, professor mediador e assistente educacional, com lotações em municípios como Cruzeiro do Sul, Xapuri, Feijó e Porto Acre, em frentes ligadas à educação regular e à educação especial.

O Edital nº 031/2026, por sua vez, trata da 25ª convocação para contratação de professores da educação escolar indígena. A convocação prevê atuação em comunidades indígenas no município de Jordão, com atendimento voltado às especificidades dessa modalidade.

Já o Edital nº 023/2026 é a 10ª convocação de um processo seletivo lançado em 2025 e mira a contratação de professores para programas como o Caminhos da Educação no Campo e para turmas de EJA. As vagas se concentram em áreas rurais de municípios como Cruzeiro do Sul, Xapuri, Plácido de Castro e Capixaba.

De acordo com os editais, os convocados devem comparecer das 7h30 às 13h30, até o dia 8 de maio, aos locais informados nos próprios documentos, levando a documentação exigida para formalização do vínculo. Entre os itens solicitados estão documento de identificação, comprovante de escolaridade, certidões negativas, declarações obrigatórias e atestado médico admissional. As declarações exigidas ficam disponíveis no site da Sead. Para esclarecimentos, a SEE orienta contato pelo telefone (68) 3213-2331 e pelo e-mail concursos.gov@gmail.com.

Continue Reading

Economia e Empreender

Braquiária eleva em 15% a produtividade da soja e melhora indicadores de saúde do solo

Published

on

O uso de capins de raízes profundas, como a braquiária, antes do plantio da soja aumentou em média 15% a produtividade da cultura e também melhorou indicadores biológicos ligados à saúde do solo, segundo uma meta-análise que reuniu resultados de 55 estudos com ensaios de campo em 33 localidades brasileiras.

O levantamento avaliou gramíneas tropicais usadas como culturas antecessoras — plantadas antes da soja — e encontrou ganho médio de 515 quilos por hectare, com estimativa de receita adicional de US$ 198 por hectare. Em 173 comparações analisadas, 154 registraram aumento de produtividade, com variação de 30 a 2.200 quilos por hectare; 19 apontaram redução, em geral associada a falhas de manejo ou no estabelecimento das gramíneas.

A análise também mediu respostas em atributos biológicos do solo e registrou avanço em marcadores como atividade enzimática, carbono da biomassa microbiana e teor de carbono orgânico. Entre os resultados, aparecem aumentos médios de 35% na arilsulfatase e 31% na β-glicosidase, além de alta de 24% no carbono da biomassa microbiana e de 11% no carbono orgânico.

O efeito é associado à capacidade dessas gramíneas de formar um sistema radicular profundo, que melhora condições físicas do solo e favorece processos ligados à ciclagem de nutrientes e à infiltração de água. A meta-análise aponta que ainda faltava uma avaliação em escala nacional sobre os impactos dessa prática em produtividade e saúde do solo.

Além do desempenho agronômico, o estudo detalha o custo de implantação como um dos fatores que favorecem a adoção. Para a braquiária, a necessidade indicada vai de 3 a 10 quilos de sementes por hectare; com preço médio de US$ 3 por quilo, o gasto estimado fica entre US$ 9 e US$ 30 por hectare.

Os autores apontam que os resultados reforçam o uso dessas gramíneas como ferramenta para manter a produtividade em sistemas de rotação e integração no país, com potencial de reduzir perdas associadas à degradação do solo e de ampliar a estabilidade das safras, especialmente em ambientes mais sujeitos à compactação e ao estresse hídrico.

Fonte: Embrapa

Continue Reading

Acre

Mulheres devem ser maioria entre 212 produtores atendidos por PAA Indígena lançado em Feijó para 2026

Published

on

A nova etapa do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) Indígena lançada pelo governo do Acre em Feijó nesta segunda-feira (27) saiu do papel com um recorte definido: a previsão é de que 212 produtores sejam atendidos no território Katukina/Kaxinawá em 2026, com maioria de mulheres. O anúncio foi feito na aldeia Paroá Central e marcou o alinhamento das entregas do próximo ciclo, além da prestação de contas das ações executadas em 2025.

A coordenação do programa está a cargo da Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e parceria da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE). A proposta conecta a compra direta da produção indígena ao abastecimento das escolas, com pagamento aos fornecedores e distribuição dos alimentos para a alimentação escolar.

Nesta etapa, 64 agricultores familiares, distribuídos em quatro aldeias, entregam alimentos para a escola indígena Huni Kuĩ Siã, que atende 194 alunos matriculados. Entre os itens fornecidos estão banana-prata, laranja, tangerina, mamão, abóbora, goma de mandioca, farinha de mandioca, raiz de mandioca e galinha caipira, produtos que integram a rotina alimentar servida aos estudantes.

O chefe da Divisão de Apoio à Produção Familiar da Seagri, Igor Honorato, afirmou que o lançamento organiza o planejamento das entregas de 2026 e abre caminho para ampliar o volume de recursos e de alimentos destinados às escolas. A secretária de Estado de Agricultura, Temyllis Silva, disse que o pagamento direto aos produtores sustenta a renda dentro das aldeias e mantém o fornecimento para os alunos, ao integrar a produção local ao funcionamento das unidades de ensino.

Com o novo ciclo, o PAA Indígena reforça a estratégia de garantir mercado para a produção dos agricultores indígenas e manter o abastecimento da alimentação escolar, com impacto esperado na renda das famílias atendidas e na regularidade das entregas ao longo de 2026.

Continue Reading

Tendência