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Cultura

Filme “Nazaré: do verde ao barro” será exibido na Mostra Pan-Amazônica de Cinema, em Belém do Pará

A animação rondoniense participa da programação da mostra, que integra atividades da Cúpula da Amazônia

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No próximo dia 13 de agosto o curta-metragem rondoniense “Nazaré: do verde ao barro” será exibido no Auditório Eneida de Moraes, do Centro Cultural do Palacete Faciola, em Belém do Pará, dentro da programação da Mostra Pan-Amazônica de Cinema, que acontece durante o mês de agosto, no contexto da Cúpula da Amazônia.

A Mostra Pan-Amazônica de Cinema, realizada pelo Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Cultura do Estado do Pará, conta com produções audiovisuais de todos os estados da Amazônia Legal e dos países membros da OTCA (Organização do Tratado de Cooperação da Amazônia), sendo um curta e um longa-metragem convidados de cada local. Para representar o Estado de Rondônia a curadoria composta por Indaiá Freire, Augusto Pacheco e Zienhe Castro selecionou o curta-metragem “Nazaré: do verde ao barro” e o longa “O Território”, de Alex Pritz, que esteve na pré-lista de indicados ao Oscar 2023.

“Levar as nossas histórias por esse Brasil afora é uma prática que precisamos exercer sempre e exibir nossas obras em território amazônico, tem um gostinho especial, pois falamos da nossa gente, para nossa gente. As pessoas se reconhecem no filme e ser selecionado para representar Rondônia em uma programação tão importante é motivo de orgulho e muita responsabilidade”, comenta Juraci Júnior, diretor e roteirista do filme.

A ida do diretor do filme até Belém do Pará conta com o apoio da Fecomércio, que este ano completa 40 anos de atividades em Rondônia. Para o Presidente Raniery Araújo Coelho incentivar aristas e iniciativas que promovam o Estado de Rondônia é uma das premissas da instituição. “Ao apoiar iniciativas como esta, em que os potenciais culturais e turísticos regionais são apresentados, fortalecemos toda a cadeia produtiva, o que reflete diretamente na economia local”, comenta o Presidente.

A animação

O filme é inspirado na comunidade de Nazaré, no Baixo Madeira, distrito de Porto Velho, um importante polo da cultura popular e que realiza o tradicional Festival Cultural de Nazaré, reconhecido como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial de Rondônia. A obra conta com participações da própria comunidade, como na trilha sonora composta por Tullio Nunes e a música tema é do grupo Minhas Raízes.  Gravada com atores reais que ganharam novas formas e tons em aquarela, a animação é fruto de um trabalho coletivo. A direção e roteiro são de Juraci Júnior, as ilustrações são da artista visual Roberta Marisa, direção de produção é de Fernanda Paiva, direção de fotografia de Rafael Oliveira e os efeitos de pós-produção são de Rone Mota.

O filme já circulou em mais de 40 festivais, conquistou o prêmio de Melhor Direção de Fotografia durante a 15ª edição do Curta Taquary (2022) e teve exibições no México, Croácia, Portugal, Colômbia e Estados Unidos.

“Nazaré: do verde ao barro” foi contemplado no Edital nº 78/2020/ SEJUCEL-CODEC – 1ª Edição Jair Rangel “Pistolino” do Edital de Chamamento Público para Produção Audiovisual. Lei Federal 14.017/2020 – Lei Aldir Blanc.

Cultura

Sarau das Moças 2026 abre inscrições para selecionar seis atrações artísticas no Acre

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Estão abertas, de 22 de fevereiro a 6 de março de 2026, as inscrições do edital que vai selecionar seis atrações artísticas para compor a programação do Sarau das Moças 2026, marcado para 28 de março, das 10h às 22h, na Usina de Arte João Donato, em Rio Branco. O resultado da seleção está previsto para 10 de março e será publicado nos perfis oficiais do Sarau das Moças, da Acreativa Produções e do Grupo Moças do Samba.

Definido pela organização como “evento cultural multidisciplinar”, o Sarau das Moças articula apresentações e ações ligadas a arte protagonizada por mulheres, empreendedorismo feminino e formação na área das artes. A proposta inclui estimular redes de apoio, circulação de trabalhos e oportunidades para mulheres, com foco em micro e pequenas empreendedoras de Rio Branco.

O projeto é realizado pela artista e produtora Narjara Saab Martins da Silva, com produção do Grupo Moças do Samba e da Acreativa Produções. O financiamento vem do Fundo Estadual de Cultura, por meio do Edital de Arte e Patrimônio nº 05/2025, da Fundação Elias Mansour. A seleção das propostas fica sob responsabilidade da equipe do Moças do Samba, com critérios que incluem adequação ao objetivo do evento, protagonismo feminino, relevância temática para o público feminino, viabilidade técnica no espaço e coerência artística com trajetória comprovada.

O edital prevê seis categorias: dança; artes visuais (fotografia ou artes plásticas); artes cênicas (teatro de rua ou performance teatral); música (voz e violão); poesia ou contação de histórias; e cinema (curta-metragem). Em Rio Branco, as inscrições contemplam dança, artes visuais, artes cênicas e poesia/contação, todas exclusivas para artistas do município. Já a categoria de música, no formato voz e violão, é exclusiva para mulheres artistas residentes e atuantes em Bujari, Senador Guiomard e Porto Acre, com exigência de pelo menos um ano de atuação na área musical. No caso do cinema, podem se inscrever realizadoras de Rio Branco e de outros municípios do Acre, desde que não haja necessidade de ajuda de custo para deslocamento; serão selecionadas duas obras, com duração máxima de 30 minutos, para exibição no Cine Clube da Usina.

Além de integrar a programação do evento, as selecionadas receberão ajuda de custo conforme a categoria. Na dança, o valor previsto é de R$ 1.000. Em artes visuais, a ajuda de custo é de R$ 800. Em artes cênicas, o valor é de R$ 2.000. Em poesia/contação, cada atração selecionada recebe R$ 500, e a categoria prevê duas propostas escolhidas. Na música, além de R$ 1.000 de ajuda de custo de cachê, há R$ 500 para deslocamento, com previsão de pagamento dessa parcela no dia anterior ao evento para viabilizar a chegada das artistas. No cinema, cada curta selecionado recebe R$ 300 pela licença de exibição.

A programação artística do Sarau deve ocorrer majoritariamente no hall da Usina de Arte João Donato, com a organização informando que o espaço é sujeito a condições climáticas e a eventuais atrasos por se tratar de uma sequência de atrações. O edital também estabelece regras para contratação e pagamento: a remuneração será feita mediante nota fiscal, com pagamento após a realização da apresentação, exposição ou exibição, mantendo a exceção do deslocamento da categoria de música.

Entre as vedações, não serão aceitas propostas com conteúdo racista, homofóbico, discriminatório, incitação à violência, conteúdo político-partidário ou proselitismo religioso, com previsão de desclassificação ou cancelamento da contratação em caso de descumprimento. A organização também informa que não caberá recurso após a divulgação das atrações selecionadas e que, em caso de desistência, outras inscritas poderão ser chamadas para compor a programação.

INSCRIÇÕES ABERTAS

Sarau das Moças 2026

Seleção de 6 atrações artísticas para compor a programação do evento na Usina de Arte João Donato, em Rio Branco.

Período de inscrição 22/02 a 06/03
Evento 28/03 • Usina de Arte João Donato
Conferir o edital

Dica: abra o edital para ver categorias, critérios e documentos exigidos. 💜

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Cultura

Curta acreano Minha pele preta em terra verde será exibido em Rio Branco

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A Filmoteca Acreana abre espaço no dia 28 de fevereiro, às 17h, para uma sessão que junta exibição e conversa pública sobre cinema negro na Amazônia. Na tela, o curta Minha pele preta em terra verde; depois, um bate-papo com o diretor Teddy Falcão, em atividade anunciada como Sessão Curta. A programação informa classificação livre e localiza o encontro na própria Filmoteca, em Rio Branco, com realização da Saturno (arte, produção e corpo) e do Cineclube Opiniões, além do apoio da Biblioteca Pública Adonay Barbosa dos Santos.

O evento chega quando o filme começa a ganhar circulação fora do circuito local e passa a aparecer em catálogos de mostra. Produzido em Rio Branco (AC) e datado de 2025, o curta tem 21 minutos e apresenta um conflito no cotidiano amazônico: Pio, no centro de uma Amazônia descrita como indígena, tenta reconhecer a própria identidade negra a partir de memórias e conversas com Cecílio, um jornalista ribeirinho que se dedica a registrar histórias do povo negro amazônico. A trama coloca dois personagens em diálogo, com a busca individual de Pio atravessada pelo esforço de Cecílio em organizar relatos e experiências que costumam ficar fora do foco quando a região é contada por recortes únicos.

A sessão em Rio Branco também se conecta a um movimento de programação que tem reunido filmes e debates para discutir autoria, identidade e presença negra no audiovisual. O título aparece em seleções como a Mostra Curta Oficial e integra uma mostra da Semana de Cinema Negro. O encontro na Filmoteca funciona como desdobramento da própria proposta do curta: não é só a exibição de uma história, mas a criação de um espaço de fala sobre como o povo negro é narrado na Amazônia e quem conduz essa narrativa.

A atividade está marcada para 28 de fevereiro, 17h, na Filmoteca Acreana, com debate com Teddy Falcão após a sessão.

Fontes: ContilNet Notícias (divulgação da sessão na Filmoteca Acreana); Mostra Curta Oficial (ficha do filme e sinopse); Semana de Cinema Negro (programação com o título na mostra Cine-Escrituras Pretas).

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Cultura

Governo entrega centro de formação cultural no Parque da Maternidade em Rio Branco

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O governo do Acre, por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), entregou nesta quinta-feira, 20 de fevereiro de 2026, em Rio Branco, o Centro de Formação Cultural instalado no Parque da Maternidade, com a proposta de colocar em funcionamento um espaço voltado a cursos, oficinas e atividades formativas e, ao mesmo tempo, recuperar uma área pública que permaneceu por anos sem destinação definida e sujeita à depredação.

De acordo com as informações divulgadas pela Agência de Notícias do Acre, o equipamento passa a operar como um polo permanente de formação e difusão cultural, com agenda dedicada a encontros artísticos, ações de capacitação e iniciativas voltadas ao acesso da comunidade a diferentes linguagens, em uma estratégia que busca ampliar a participação de moradores e fortalecer agentes culturais ligados à produção local.

A coordenação do espaço ficará sob responsabilidade de Magliel de Moura Correia, professor e atuante no setor cultural, que relacionou a entrega do prédio a uma demanda antiga de artistas e produtores por um local estruturado para ensino e circulação de trabalhos. “Temos grandes expectativas. Quem vive a cultura sabe o quanto precisávamos de um espaço onde não apenas apresentássemos nossa arte, mas também pudéssemos ensiná-la e compartilhá-la com a comunidade”, afirmou.

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