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Governo do Acre aplica 5 mil toneladas de asfalto em 11 municípios com Operação Verão 2025

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O Governo do Acre está executando a Operação Verão 2025 com a aplicação de 5 mil toneladas de asfalto em 11 municípios. A iniciativa é coordenada pelo Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre) e visa melhorar a trafegabilidade em áreas urbanas e apoiar o desenvolvimento local.

Os municípios contemplados são: Epitaciolândia, Sena Madureira, Assis Brasil, Feijó, Tarauacá, Senador Guiomard, Plácido de Castro, Brasileia, Bujari, Acrelândia e Manoel Urbano.

Em Tarauacá, foram enviadas 400 toneladas de asfalto, com as obras concentradas na Avenida Antônio Frota. Epitaciolândia recebeu 300 toneladas distribuídas em vias como Santos Dumont, Geraldo Saraiva e Wilson Pinheiro. Sena Madureira iniciou os trabalhos na Avenida Avelino Chaves, com previsão de expansão para outras ruas.

Senador Guiomard aplica 200 toneladas por meio de um termo de cessão entre Estado e Município. Feijó e Brasileia receberam 400 toneladas cada. Em Assis Brasil, os trabalhos alcançam ruas e travessas nos bairros centrais. Acrelândia, Plácido de Castro, Manoel Urbano e Bujari também iniciaram ou preveem a aplicação de 300 a 400 toneladas cada.

A ação é realizada em parceria com as prefeituras e integra o plano estadual de infraestrutura urbana e rural, com objetivo de facilitar o tráfego e fortalecer o escoamento da produção em diferentes regiões do estado.

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Prefeitura de Rio Branco inicia Censo Previdenciário 2026 para servidores e beneficiários

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A Prefeitura de Rio Branco iniciou o Censo Previdenciário 2026 para servidores efetivos, aposentados e pensionistas vinculados ao regime próprio de previdência do município. O procedimento é obrigatório e tem como finalidade atualizar os dados cadastrais dos segurados.

Segundo o secretário municipal de Gestão Administrativa, Marcus Lucena, o levantamento vai subsidiar relatórios sobre a folha de pagamento e a necessidade de aporte financeiro ao sistema previdenciário. O último censo concluído pela prefeitura foi realizado em 2015. Em 2019, houve uma nova tentativa, mas o processo não foi concluído.

De acordo com a prefeitura, o recenseamento também servirá de base para decisões administrativas, como realização de concursos públicos, criação de carreiras e reestruturação de cargos.

A ação é coordenada pela Secretaria Municipal de Gestão Administrativa, pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação (SDTI) e pelo RBPrev. As demais secretarias participam por meio dos setores de Recursos Humanos, responsáveis pela validação das informações prestadas.

O diretor-presidente do RBPrev, Felipe Moura Sales, afirmou que a atualização cadastral permitirá avaliações atuariais, conferência do pagamento de benefícios e planejamento da previdência municipal.

O censo será realizado em formato online e presencial. No atendimento digital, os servidores devem acessar o site oficial da prefeitura e preencher os dados solicitados.

O cronograma foi definido conforme o mês de aniversário dos participantes. Em abril, devem se recadastrar os nascidos entre janeiro e abril. Em maio, os nascidos entre maio e agosto. Em junho, os nascidos entre setembro e dezembro. O prazo para regularização termina em 30 de junho.

Durante o processo, os participantes devem atualizar informações pessoais e anexar documentos como RG, CPF, título de eleitor, carteira de trabalho e certidões.

A participação é obrigatória. Quem não realizar o censo dentro do prazo poderá ter o pagamento suspenso no mês seguinte. Após a regularização, os vencimentos serão restabelecidos.

A prefeitura informou que a medida busca manter a regularidade dos pagamentos, reduzir inconsistências cadastrais e ampliar o controle sobre os dados da previdência municipal.

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Saúde na Floresta faz 427 atendimentos e leva cidadania a famílias no Parque Chandless

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O Programa Saúde na Floresta levou atendimento de saúde e serviços de cidadania a moradores do Parque Estadual Chandless, uma das áreas mais remotas do Acre, neste sábado (11 de abril de 2026), após uma viagem de mais de oito horas pelo rio Purus. A ação chegou a 22 famílias que vivem dentro da unidade de conservação, cerca de 80 pessoas, no território localizado a aproximadamente 220 quilômetros de Manoel Urbano.

A operação foi coordenada pelas secretarias de Meio Ambiente (Sema) e de Saúde (Sesacre), com participação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Prefeitura de Manoel Urbano, além do apoio do Corpo de Bombeiros Militar do Acre e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). No local, foram feitas consultas, vacinação e exames laboratoriais, com distribuição de kits de cuidados pessoais doados pela Natura, além de atendimentos veterinários, com vacinação de cães e gatos.

A gestora do Parque Estadual Chandless, Jomara Katrine Vitoriano, afirmou que a iniciativa amplia o acesso a direitos em territórios historicamente isolados. “Levar saúde até essas famílias é reconhecer as especificidades de quem vive na floresta. São pessoas que enfrentam grandes distâncias e desafios logísticos para acessar atendimentos simples. Quando o poder público chega até elas, estamos reduzindo desigualdades e fortalecendo a permanência dessas comunidades em seus territórios”, disse.

Moradora do Chandless, a dona de casa Rosilene Souza relatou que foi atendida em uma edição anterior, em dezembro do ano passado, quando recebeu diagnóstico de uma doença no útero e conseguiu encaminhamento para cirurgia. “Consegui fazer meu tratamento e estou me recuperando bem. Só tenho a agradecer ao programa Saúde na Floresta. Também quero destacar o apoio que recebi da Sema, que teve um papel muito importante nesse processo, principalmente no transporte daqui do Chandless até Rio Branco”, afirmou.

Pela Sesacre, o atendimento incluiu profissionais de clínica geral e infectologia e a realização de exames laboratoriais. A chefe da Divisão de Saúde Itinerante da secretaria, Rosemary Ruiz, disse que a ação buscou inverter a lógica do deslocamento. “Hoje fizemos o caminho inverso: levamos os profissionais até a população. Essa é uma preocupação da nossa governadora e do nosso secretário de Saúde, para garantir mais dignidade e assistência a quem vive em locais tão distantes, onde a oferta desses serviços é mais difícil”, declarou.

A Fiocruz realizou consultas pediátricas, exames laboratoriais e assistência veterinária. O pediatra Felipe Costa afirmou que a iniciativa também está ligada a uma cooperação voltada ao estudo da circulação de patógenos entre pessoas e animais silvestres dentro do parque. “Essa iniciativa integra uma cooperação entre a Fiocruz e o governo, voltada ao estudo da circulação de patógenos entre pessoas e animais silvestres dentro do parque, mas que também se traduz em atendimento concreto à comunidade”, disse.

A Prefeitura de Manoel Urbano complementou a ação com serviços de atenção primária, incluindo aferição de sinais vitais, testes rápidos, atendimento odontológico, distribuição de medicamentos, vacinação e assistência social para cadastro e atualização do Bolsa Família, além de vigilância epidemiológica e aplicação de vacina antirrábica. O prefeito Raimundo Toscano acompanhou a atividade e afirmou que a parceria ajudou a levar serviços a moradores com dificuldade de acesso ao município. “Essa iniciativa vem para ajudar moradores que tanto precisam, especialmente por conta das dificuldades de acesso até o município”, disse.

Ao todo, foram contabilizados 427 atendimentos: 51 consultas médicas (clínica geral, pediatria e infectologia), 205 exames laboratoriais, 51 atendimentos de enfermagem, 33 prescrições de medicamentos, 32 testes rápidos, 8 atendimentos odontológicos e 47 vacinações. Criado em 2 de setembro de 2004, o Parque Estadual Chandless tem mais de 690 mil hectares e mantém 99,96% da cobertura florestal preservada; as famílias que vivem na unidade sobrevivem da caça, pesca e agricultura de subsistência.

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Governo do Brasil lança Programa Nacional de Saneamento Indígena, com investimento de R$ 187 milhões

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O Governo do Brasil anunciou nesta quinta-feira, 9 de abril, uma série de ações para ampliar a assistência e o cuidado integral nos territórios indígenas. Dentre as medidas, está o lançamento do Programa Nacional de Saneamento Indígena (PNSI), com investimento de R$ 187 milhões previsto para 2026, sendo R$ 132 milhões para abastecimento de água, R$ 36 milhões para esgotamento sanitário e R$ 19 milhões para manejo de resíduos sólidos.

Em encontro com lideranças indígenas de todo o país, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ressaltou que o novo programa de saneamento representa uma mudança de paradigma na execução das políticas públicas. “O lançamento do PNSI é um marco. Não é apenas um programa. É um compromisso com soluções que respeitam a realidade de cada território. O desafio agora é fazer diferente, com escuta, tecnologia adequada e execução eficiente”, disse.

A secretária da Secretaria de Saúde Indígena (SESAI), Lucinha Tremembé, destacou que o saneamento é uma das maiores demandas históricas dos territórios indígenas. “Esse programa nasce da escuta direta das comunidades e traz soluções construídas a partir da realidade de cada povo”, afirmou.

MUTIRÕES — Em outra frente de atuação, o Ministério da Saúde vai promover cerca de 12 mil atendimentos e procedimentos de saúde, por meio de expedições de atenção especializada, em parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Único de Saúde (AgSUS).

As ações integram o programa Agora Tem Especialistas e contam com assistências nas áreas de clínica médica, pediatria, ginecologia, oftalmologia e dermatologia, além de exames de imagem e laboratoriais. Serão cinco expedições em áreas estratégicas nos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), que devem alcançar cerca de 650 aldeias, muitas delas localizadas em regiões de difícil acesso.

CARRETAS — Além dos mutirões, o programa também conta com as Carretas de Saúde, que ampliam o acesso a serviços especializados. Durante o Abril Indígena, as carretas de saúde da mulher vão oferecer consultas especializadas, exames ginecológicos e diagnóstico precoce de câncer de mama e de colo do útero nos municípios de Santarém (PA), Pacaraima (RR), São João das Missões (MG) e Barra do Garças (MT).

PAC SAÚDE — O ministro também assinou ordens de serviço para a construção de 22 novas Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI), distribuídas em seis estados (Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Paraíba e Santa Catarina. Esse é o maior conjunto de obras a ser entregue à população indígena em 2026.

A ação conta com investimento de R$ 20,7 milhões, por meio do novo PAC, com estimativa de beneficiar cerca de seis mil indígenas. Outras seis UBSI foram inauguradas em abril. Até 2027, com investimentos do Novo PAC, a meta é entregar 109 novas UBSI. Dessas, 42 já foram concluídas e 67 estão em construção.

Segundo o ministro, o conjunto de medidas integra o maior plano de investimentos já realizado na saúde indígena. “Estamos diante do maior esforço de investimento da história, com ampliação da atenção primária, novas unidades de saúde e inclusão inédita da SESAI no Novo PAC. Esse é um ponto de partida para acelerar ainda mais os avanços e garantir que não haja retrocessos”, completou.

FORÇA DE TRABALHO — O Governo do Brasil também anunciou ações para oportunizar vagas de trabalho e cursos de qualificação exclusivos para indígenas. Serão 150 vagas por meio do Programa Primeiro Emprego Indígena e 110 vagas com o Jovem Aprendiz, para qualificar indígenas de 14 a 22 anos. O Primeiro Emprego vai ampliar o acesso de indígenas ao mercado de trabalho nos 34 DSEI, em todo o país.

BALANÇO — Ainda no encontro, o ministro da Saúde apresentou um balanço com as principais conquistas da saúde indígena nos últimos três anos. Somente a oferta de médicos cresceu 288% entre 2022 e 2025, passando de 188 profissionais para 731. A rede de saúde indígena aumentou 128% com novas edificações, de 38 para 87 no mesmo período, reforçando a assistência em diversos territórios.

Somente no território Yanomami, houve ampliação significativa da força de trabalho em saúde no território. Desde 2023, o número de profissionais mais que triplicou, passando de 690 para mais de 2.130 trabalhadores atuando diretamente nas aldeias, Casai e estruturas do Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami. Esse reforço tem sido fundamental para garantir maior presença assistencial, continuidade do cuidado e fortalecimento das ações de vigilância em saúde.

Entre 2022 e 2025, 738 aldeias receberam sistemas de água potável. No período, houve um crescimento de 189% nas obras de saneamento concluídas — de 96 para 278, garantindo água de qualidade e mais saúde a milhares de indígenas.

Padilha também ressaltou o crescimento histórico do investimento em saúde indígena, que passou de R$ 1,5 bilhão em 2022 para R$ 2,9 bilhões em 2025 — aumento de 93%. Em 2026, pela primeira vez, todos os estados do país passaram a contar com estruturas de saúde indígena. Foram inauguradas cinco novas UBSI no Piauí e Rio Grande do Norte.

Ao todo, o país conta com 34 DSEI, 388 polos base de saúde indígena nos territórios, 70 CASAI e 1.003 UBSI.

Encontro do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, com lideranças Indígenas, em Brasília (DF). Foto: Carolina Antunes/MS

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

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