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Zequinha inaugura o Centro Administrativo Municipal na Vila Santa Luzia

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Na manhã desta quinta-feira, a Prefeitura de Cruzeiro do Sul inaugurou o novo Centro Administrativo Municipal na Vila Santa Luzia, na BR 364. A cerimônia contou com a presença do Prefeito Zequinha Lima, do Vice-prefeito Henrique Afonso e de secretários municipais. O centro, financiado com uma emenda parlamentar da ex-deputada Mara Rocha no valor de R$ 391.691,90, além de R$ 85.000,00 para mobília e equipamentos, oferecerá acesso a serviços públicos de todas as secretarias por meio de um calendário de atendimento. A Secretaria de Educação implantará uma Escola de Informática no local.

O Prefeito Zequinha Lima destacou a importância do novo Centro Administrativo para a Vila Santa Luzia: “Este centro é a nova referência da prefeitura, atendendo a um pedido da comunidade. Além dos serviços administrativos, teremos uma escola de informática. Reformamos postos de saúde, aumentamos o atendimento médico e contratamos mais dentistas. Nosso compromisso é continuar investindo para melhorar a vida da população.”

O deputado estadual Nicolau Jr. destacou a importância do novo Centro Administrativo: “É maravilhoso ver a prefeitura se aproximando da população. Temos agora um laboratório para atender quase 30 mil pessoas, uma escola de informática para a juventude e o gabinete do prefeito disponível aqui. É um avanço extraordinário na gestão do prefeito Zequinha.”

O Centro Administrativo é uma ampliação da presença do poder público na Vila Santa Luzia, focado em melhorar a qualidade de vida dos moradores. Nicolau Jr. destacou que, na Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac), colabora diariamente com Zequinha para os avanços em Cruzeiro do Sul. Ele afirmou estar orgulhoso em contribuir com os progressos alcançados pela gestão do Prefeito Zequinha Lima na cidade.

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Bebê indígena com bronquiolite é resgatado em Feijó

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Um bebê indígena de 7 meses, com bronquiolite, foi resgatado de uma aldeia em área de difícil acesso na zona rural de Feijó, no interior do Acre, em uma operação integrada entre o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer). A ação ocorreu na sexta-feira, 27 de março de 2026, e levou a criança e a mãe para Cruzeiro do Sul, onde o bebê foi encaminhado ao Hospital do Juruá.

O transporte foi feito pela aeronave Hárpia 3, que decolou da base do Juruá e seguiu até a região do Alto Rio Envira. No ponto de resgate, as equipes realizaram os procedimentos de estabilização antes do embarque, com medidas para manter a criança em condições seguras durante o deslocamento até o atendimento especializado.

A remoção aérea foi adotada por causa do quadro respiratório e da necessidade de rapidez para reduzir o risco de agravamento, já que o acesso terrestre na região impõe limitações e aumenta o tempo até uma unidade de referência. Após o pouso, o bebê foi entregue à equipe hospitalar para avaliação e acompanhamento pediátrico.

O caso reforça a importância do resgate aeromédico para atender comunidades isoladas no interior do estado, onde a distância e as condições de deslocamento podem definir o tempo de resposta em ocorrências de urgência.

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Economia e Empreender

Lei 15.357 autoriza farmácias em supermercados e pressiona farmácias de bairro

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A Lei nº 15.357/2026 entrou em vigor após a publicação no Diário Oficial e passou a permitir a instalação de farmácias ou drogarias dentro da área de vendas de supermercados, desde que em espaço separado e com regras sanitárias específicas, abrindo uma nova frente de concorrência para milhares de pequenos negócios do setor no país.

Pelo texto, a farmácia instalada no supermercado precisa funcionar de forma independente dos demais setores e contar com estrutura própria para recebimento e armazenamento de produtos, incluindo controle de temperatura e umidade. A norma também obriga a presença de farmacêutico legalmente habilitado durante todo o horário de funcionamento, mantendo as exigências de vigilância sanitária já aplicadas ao comércio de medicamentos.

A regra central impede que o supermercado transforme remédios em item de gôndola. A instalação deve ocorrer em ambiente físico delimitado e exclusivo para a atividade farmacêutica. Para medicamentos sujeitos a controle especial, a dispensação fica condicionada a procedimentos que evitem a circulação livre desses produtos no estabelecimento, com entrega ao consumidor em condições de segurança e rastreabilidade.

No varejo de pequeno porte, o foco passa a ser a retenção de clientes por atendimento e conveniência. “É o bom e velho relacionamento com o público, compreender, ter uma boa base de conhecimento, entender os seus hábitos de consumo e, a partir daí, trabalhar esse relacionamento”, afirmou o analista de Competitividade do Sebrae, Flávio Petry. Ele também defendeu reforço do atendimento em canais digitais e entregas rápidas como diferenciais para farmácias de bairro diante da entrada do serviço em supermercados.

A mudança tende a acelerar o movimento de adaptação das pequenas farmácias em cidades e bairros, enquanto redes e supermercados avaliam o novo espaço como categoria complementar dentro da operação. Com a lei em vigor, o setor deve acompanhar a fiscalização sanitária e a implementação prática das exigências de estrutura e presença profissional, fatores que podem definir o ritmo de abertura desses pontos e o impacto na disputa por preço, conveniência e fidelização do consumidor.

Fonte: Sebrae

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Economia e Empreender

Embrapa apresenta batata-doce BRS Prenda, biofortificada e com alta produtividade

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A Embrapa apresentou em março de 2026 a cultivar de batata-doce BRS Prenda, biofortificada e voltada ao consumo de mesa, com foco em elevar a produtividade no campo e ampliar a qualidade do produto entregue ao consumidor. Em condições de manejo adequadas, a variedade pode alcançar cerca de 50 toneladas por hectare e ultrapassar dois quilos por planta, com desempenho considerado elevado para a cultura.

A BRS Prenda tem polpa amarelo-intensa, característica associada a maior teor de carotenoides. A proposta é combinar rendimento com atributos nutricionais e facilidade de manejo. A arquitetura da planta, com ramas mais curtas e eretas, foi desenhada para reduzir o espalhamento no solo e facilitar operações de cultivo e colheita, um problema comum em materiais tradicionais.

No pacote agronômico, a Embrapa aponta resistência a pragas e doenças, com potencial de diminuir perdas e reduzir a necessidade de aplicações ao longo do ciclo. A cultivar tem ciclo estimado entre 120 e 140 dias, o que permite planejamento do produtor dentro de janelas já conhecidas para a batata-doce, inclusive em sistemas de diversificação de pequenas propriedades.

O pós-colheita aparece como um dos principais diferenciais. A Embrapa afirma que as raízes podem manter boas condições por até três meses, o que ajuda a diminuir desperdícios, estabilizar a oferta e ampliar a margem de comercialização, especialmente em mercados que dependem de armazenagem e venda escalonada. Após a colheita, a recomendação inclui um período de cura de 10 a 16 dias, etapa que contribui para melhorar a conservação e a qualidade sensorial do produto.

O pesquisador Luis Antônio Suíta de Castro, da Embrapa Clima Temperado, em Pelotas (RS), afirmou que o objetivo foi reunir demanda de quem produz e de quem compra. “Buscamos chegar a um material genético que apresentasse alta qualidade nutricional, boa aparência, tempo estendido de consumo após a colheita, e que fosse mais fácil de ser colhida, uma vez que as outras cultivares se espalham pelo solo.”

A nova cultivar foi selecionada a partir de material local do Sul do Brasil e passou por avaliações ao longo de oito safras, com análises de produtividade, características botânicas, qualidade nutricional, comportamento pós-colheita e resistência a pragas e doenças, com participação também da Embrapa Hortaliças. A apresentação pública ocorreu no calendário da Expoagro Afubra 2026, em Rio Pardo (RS), com expectativa de que mudas sejam disponibilizadas a multiplicadores credenciados para atender o plantio da safra 2026/27.

A aposta tem impacto direto para a cadeia da batata-doce, cultura relevante para a agricultura familiar e para a segurança alimentar por custo e versatilidade. Com maior rendimento por área e menor perda no armazenamento, a expectativa é de ganho de eficiência no campo e de maior regularidade na oferta ao mercado, com reflexos sobre renda do produtor e abastecimento ao consumidor.

Fonte: Embrapa

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